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Reeducandos da Unidade Prisional de Itacoatiara (UPI) participaram nesta quinta-feira (14), de palestra que abordou o tema: direitos, deveres e cidadania das pessoas com liberdade privada no Amazonas. Durante a palestra, informações foram repassadas para os reeducandos, sobre faltas graves cometidas dentro das unidades prisionais.

De acordo com a gerente técnica da unidade, Maria Domingas Printes, com a palestra, os reeducandos passam a ter conhecimento sobre os direitos e deveres durante a estadia na unidade prisional.

“Os presos recebem algumas informações normativas em direitos e deveres, sobre o código de postura do interno, perante a administração da unidade e o Estado”, disse a gerente técnica.

Domingas Printes informou que a palestra desenvolvida por meio de uma parceria entre a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) e a Umanizzare Gestão Prisional, garante a formação ético-social dos presos, com base nos diálogos que são abordados durantes os encontros. Garantindo, ainda, segundo a gerente técnica, o acesso a informação para às pessoas privadas de liberdade.

A gerente técnica explicou que as palestras são trabalhadas com estruturas que permitem os reeducandos terem conhecimento de forma didática e fácil às informações sobre os direitos e atribuições no ambiente de cárcere. “Trabalhamos com exposição de banners, geralmente orientado por uma profissional da advocacia”, explicou Domingas.

Internos receberam palestras, folders informativos e realizaram plantio simbólico de mudas de árvores frutíferas.

Com 7% da superfície total do planeta, a Amazônia abriga cerca de 50% da biodiversidade do mundo  e é tida como o “pulmão da Terra”. Celebrada nacionalmente no mês de junho, a Semana do Meio Ambiente teve uma programação de atividade para os internos do Instituto Penal Antônio Trindade (IPAT); Unidade Prisional de Itacoatiara (UPI) e reeducandos da Unidade Prisional de Puraquequara (UPP).

A iniciativa de criar ações relacionadas ao tema partiu da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) e da equipe técnica da Umanizzare Gestão Prisional Privada. O principal objetivo foi de conscientizar os reeducandos a respeito do meio ambiente, à preservação ambiental e a formação de agentes multiplicadores de proteção da natureza.

A ação contou com aproximadamente 20 internos de cada unidade que participaram das palestras e distribuição de folders informativos, confecção de objetos feitos com material reciclado e até com o plantio simbólico de mudas de árvores frutíferas.

IPAT – De acordo com a gerente administrativa do Ipat, Adriane Ricardo, atitudes simples podem fazer a diferença quando o assunto é meio ambiente, principalmente, desenvolver alguns hábitos sustentáveis. Na visão da gerente, embora temporariamente reclusos em espaço delimitado, os internos têm acesso e manuseiam embalagens plásticas dentro das celas, de modo que podem praticar ações de sustentabilidade ecológica e desenvolverem uma nova cultura cidadã, em conformidade com as novas exigências do mundo.

“Os internos puderam aprender, conhecer algumas experiências ecologicamente corretas e a tomar consciência da importância de preservação do meio ambiente para assegurar que as futuras gerações tenham o direito de usufruir dos recursos naturais”, informou Adriane.

Já a psicóloga Francisca Kely, responsável pelas atividades na unidade, destacou que o ciclo de debates, incluindo palestras, permitiu aos reeducandos a oportunidade de refletir e verbalizar suas ideias sobre preservação ambiental.

“Para nós, é muito importante estar contribuindo com a ressocialização e a capacitação de cidadãos na defesa do meio ambiente, a principal proposta das nossas palestras foi a de sensibilizar os internos quanto ao uso sustentável dos recursos naturais, como fazer o descarte correto dos resíduos sem agredir o meio ambiente e as pessoas. Levar a educação ambiental para eles foi uma experiência gratificante e marcante para nós e os reeducandos”, afirmou a psicóloga.

Os advogados avaliaram a situação processual dos presos provisórios e comunicaram aos internos das providências já tomadas pela Defensoria na unidade, em mutirões passados.

Presos da Unidade Prisional de Itacoatiara (UPI) estão tendo os processos avaliados pela Defensoria Pública do Amazonas. O mutirão de atendimento jurídico começou nesta sexta-feira (08) e tem como objetivo atender aproximadamente 120 internos.
O Mutirão foi coordenado pela Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) e a Umanizzare Gestão Prisional e contou com a participação dos defensores públicos: Sérgio Enrique Ochoa Guimarães, Natasha Yurie Hara de Oliveira, Denise D’ Albuquerque Veiga Lima, Marcos Roberto D’ Agnessa Triippo, que realizaram até sexta-feira (8) 41 atendimentos.
Segundo o secretário de Estado de Administração Penitenciária, coronel da Polícia Militar do Amazonas, Cleitman Coelho, os mutirões jurídicos priorizam os custodiados que ainda não possuem advogados e aqueles que atingiram o tempo de pena necessário para adquirir alguns benefícios como: progressão para o regime semiaberto, liberdade condicional ou extinção da punição mediante ao cumprimento integral da pena.
A gerente técnica da Umanizzare, Sheryde Karoline, enfatizou que os defensores públicos contaram com o apoio jurídico empresa que atende os reeducando da UPI no dia a dia dentro da unidade.
“Essa é uma das áreas que precisamos dar mais atenção, assim como a saúde. Com este mutirão vamos conseguir dar um apoio maior para as questões processuais dos internos”, disse Sheryde.
O diferencial do mutirão foi a eficácia do mutirão estrutura, que contou com computadores interligados em rede, impressora e scanner, possibilitando não apenas a verificação de Guias de Recolhimento, mas também a impressão imediata e a digitalização de documentos para a composição de defesas e petições.
Para o interno Barney da Silva Monteiro, um dos atendidos, “esse é um momento a mais deles poderem verificar a situação de seus processos.” A gerente técnica da UPI, Maria Domingas Printes, analisou a ação como bem sucedida, pois causou um efeito positivo aos reeducandos.

Apresentação da película faz parte do projeto “Cine Cultura”, realizado semanalmente com o objetivo de trabalhar os conflitos, educar e orientar ludicamente as detentas.

Nesta comédia romântica, várias histórias associadas à maternidade se cruzam: Sandy (Jennifer Aniston) é uma mãe solteira com dois filhos, Bradley (Jason Sudeikis) é um pai solteiro com uma filha adolescente, Jesse (Kate Hudson) tem uma história complicada com a sua mãe, Kristin (Britt Robertson) nunca conheceu a sua mãe biológica e Miranda (Julia Roberts) é uma escritora de sucesso que abre mão de ter filhos para se dedicar à carreira.

Essa é a sinopse de “O amor maior do mundo”, filme exibido nesta sexta-feira (8) pela Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) e a cogestora das Unidades Prisionais, a Umanizzare Gestão Prisional, para as reeducandas do Centro de Detenção Provisório Feminino (CDPF), por meio do projeto Cine Cultura.  

O coordenador técnico regional da Umanizzare, Valter Sales, explica que a sessão de cinema traz educação cultural, diminui significativamente ocorrências truculentas dentro dos presídios e promove a interação e reflexão nos detentos, assim como perspectivas acerca de um futuro melhor.

“O cinema no âmbito educativo, dentro das unidades prisionais do Amazonas, proporciona um ambiente ideal para ajudar pessoas privadas de liberdade. A escolha das exibições é realizada cuidadosamente, pois os filmes devem trazer conteúdos edificantes, ou, com alguma moral que contribua com a ressocialização e convivência em harmonia”, informa Sales.

Penitenciárias femininas: as internas do Centro de Detenção Provisório Feminino (CDPF) se emocionaram com o filme e comentaram com as psicólogas e assistentes sociais que sentiram muita vontade de abraçar filhos e mães.

Para a gerente técnica da Umanizzare, Sheryde Karoline, o cinema educa, conscientiza, sensibiliza, faz pensar e sentir, “nos faz reavaliar conceitos, reorganizar estruturas. Este processo é lento, porém, profundo, ou seja, o filme é uma ferramenta positiva quando bem utilizada para estimular mudanças e percebemos que as internas entendem o verdadeiro propósito da nossa existência, com destaque para a superioridade dos valores e princípios diante do materialismo”, destaca a gerente técnica.

Na próxima semana será a vez das reeducandas da Penitenciária Feminina de Manaus (PFM) assistirem ao filme.

A Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), em parceria com a cogestora nas unidades prisionais Umanizzare Gestão Prisional Privada, estão desenvolvendo ações de combate às verminoses no sistema penitenciário do Estado.

A campanha já está em andamento na Unidade Prisional de Itacoatiara (UPI), contra vermes e fungos. A equipe médica da Umanizzare está administrando Albendazol 400 mg mastigável em dose única para aproximadamente 100 pessoas, entre internos e colaboradores.

O tratamento vem sendo realizado nos pavilhões A e B, na triagem e enfermaria. A medicação prescrita serve para exterminar parasitas como a lombriga, que pode causar sérias infecções intestinais provocando: anemia, perda de peso, dores abdominais, sangramentos intestinais e diarreias frequentes.

A enfermeira Jullí Costa, que coordena a ação juntamente com o técnico de enfermagem Hamilton de Matos, esclarece que o tratamento coletivo, por meio da administração dos anti-helmínticos,  reduz tanto a intensidade de infecção, quanto a prevalência da doença na unidade prisional.

Cuidados contínuos – Segundo a gerente técnica da UPI, Maria Domingas Printes, a ação de combate à verminose é realizada de quatro em quatro meses devido a rotatividade de internos e por se tratar de uma área tropical.

“A atuação das equipes de saúde nas unidades prisionais é diária e está focada na política de prevenção. Assim, além da proteção individual, conseguimos alcançar melhores níveis de qualidade de vida em grupo”, destaca Domingas.

O técnico de enfermagem, Hamilton de Matos, ressalta que o tratamento serve também como prevenção porque “além de distribuir o medicamento, aproveitamos para orientar os internos sobre a importância dos cuidados básicos de higiene pessoal e também da alimentação, como eles devem armazenar os alimentos de forma segura a manter a saúde”.  

O interno, Luís Wellington Costa dos Santos, disse que a campanha é necessária e deve ser levada a sério: “essa ação é muito importante, sempre vejo colegas reclamando que estão com problemas de dor de barriga, e pode mesmo ser verme”, disse o custodiado.

Reeducandas da PFM recebem palestra sobre direitos e deveres

Reeducandas da Penitenciária Feminina de Manaus (PFM) participam nesta sexta-feira (18), de palestra sobre direitos e deveres da pessoa privada da liberdade. Durante a palestra, serão dadas informações sobre as faltas graves cometidas dentro das unidades prisionais e os direitos e deveres dos reeducandos.

De acordo com a psicóloga Miscilene Lima, que ajuda na realização da palestra, as presas recebem algumas normativas em direitos e deveres, sobre o código de postura do interno, perante a administração da unidade e o Estado.

“Pressupondo formação ético-social, com base nos exemplares da ‘Cartilha de Direitos e Deveres dos Reeducandos’, confeccionada pela Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), para garantir às pessoas privadas de liberdade o acesso às informações”, disse a psicóloga.

Miscilene Lima disse que a palestra será realizada advogada Amanda Praia, que deverá comentar sobre o processo de remição de pena por atividades realizadas, e também a perda da remição por cometimento de faltas graves.

“As palestras estão acontecendo nos pavilhões, totalizando a participação de 30 reeducandos, na oportunidade distribuímos para internos que estão chegando a unidade exemplares da cartilha”, explica a  psicóloga.

Atendendo a Recomendação nº 44/2014, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), presos do regime fechado do Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj-Fechado), participaram nesta quinta-feira (10), de avaliação oral no projeto “Remição pela Leitura”.

O projeto é desenvolvido por meio de uma parceria entre a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) e a cogestora das unidades prisionais no Amazonas, a Umanizzare Gestão Prisional.

O programa de remição da pena pela leitura na prisão, além de ser um projeto que viabiliza a interação entre os participantes, desenvolve um momento de aprendizado para os reeducandos e promove um processo de socialização.

Para conquistar  remição da pena pela leitura, os presos são avaliados por profissionais da Umanizzare, da Seap e, na maioria das vezes, por profissionais do público externos, da Secretaria de Estado de Educação (Seduc) e membros do Conselho Regional do Amazonas.

De acordo com o gerente técnico da Umanizzare, Valter Sales, a iniciativa é da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária e Umanizzare Gestão Prisional, sendo destinado a todos os apenados que tenham habilidades, competência de leitura e escrita necessária para a atividade.

“Os reeducandos recebem o material para estudar, até que chegue o período de avaliação.  Na fase seguinte, elaboram um relatório e respondem um questionário sobre as principais questões do livro. O detalhe é que eles podem ficar com o livro por, no máximo, 30 dias e depois irão para a comissão avaliar”, disse o gerente técnico.

Valter Sales explicou que os colaboradores estão empenhados em deixar os internos o mais à vontade possível para que tirem a nota necessária para a remição da pena. “Sem contar que os livros libertam a imaginação e amenizam o tempo ocioso e a ansiedade dos presos”, ressaltou o gerente técnico.

Previsto em Lei – O projeto Remição pela Leitura distribui livros, previamente selecionados pela equipe técnica, com avaliação escrita e oral, atendendo a metodologia do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), estabelecida na Recomendação nº 44/2014, viabilizando a remição de quatro dias da pena, a cada livro e resenha/relatório de leitura de obras devidamente lidas.

Em comemoração ao Dia das Mães, reeducandas do Centro de Detenção Provisória Feminino (CDPF), promovem atividade musical em comemoração ao “Dia das Mães”, no “Projeto Harmonizar”. O projeto é desenvolvido por meio de uma parceria entre a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) e a cogestora das unidades prisionais no Amazonas, a Umanizzare Gestão Prisional. O projeto foi criado exclusivamente para os reeducandos do sistema prisional do Amazonas e tem como principal finalidade o resgate da autoestima, da dignidade humana, além de retirar as reeducandas do tempo ocioso, que passam a ter atividades de canto e música.

De acordo com o professor responsável pelas aulas, Miqueias Fernandes, a educação musical permite ao ser humano buscar
um equilíbrio entre razão e a emoção, provocando reflexão e um processo de ressocialização. “O projeto harmonizar terá continuação dos ensaios para o coral do Dia das Mães, que será realizado dia 11, sexta-feira, na unidade prisional”, disse o professor. Miqueias explicou que a música expressa nas reeducandas algo que não pode ser dito em palavras em uma simples rodada de conversa. E como função da arte em um processo social, manifesta os diversos afetos em descoberta para busca da
paixão, em forma de melodias. “O projeto tem sido de muita importância, muitas meninas se emocionam, mesmo porque é uma data comemorativa e de recordação da genitora para algumas”, ressaltou o educador.

Reeducandas da Penitenciária Feminina de Manaus (PFM),
participam nesta sexta-feira, (4), de momento terapêutico no
‘Grupo Operativo, atividade que é desenvolvida nas unidades
prisionais e tem como objetivo promover a interação e o respeito
entre reeducandos, além de levar o autoconhecimento e soluções
para dificuldades e obstáculos enfrentadas pelas pessoas que
tiveram a liberdade privada.
De acordo com a psicóloga, Miscilene da Silva de Lima, nos
encontros do ‘Grupo Operativo’ são realizadas exibições de vídeos,
músicas e debates. A psicóloga explica que, geralmente, as atividades
são realizadas com um número de 10 reeducandas.
“Dividimos o momento terapêutico em duas partes, com um
processo de boas-vindas, quando eles se cumprimentam e uma
dinâmica de desenvolvimento pessoal e autoconhecimento”, disse a
psicóloga.
Miscilene conta que o processo de boas-vindas, tem como objetivo o
autoconhecimento, a análise e avaliação de como a pessoa tem
conduzido a vida. Com o objetivo de vislumbrar barreiras e
empecilhos que existem em sua jornada, assim como soluções para
transpor esses obstáculos e dificuldades.
A psicóloga explica que o projeto do Espaço Terapêutico, busca fazer
trabalhos laborais e terapia em grupo. Miscilene disse que o
programa é uma forma de diminuição das tensões e comunicação em
grupo.
“Para as reeducandas, participar da atividade, representa a mudança
na visão de como o mundo apresenta as diversas situações de
convívio social, sejam momentos de oportunidades, ou até, de
situações tensas e desagradáveis, além de abrir oportunidades para o
futuro.

Vacinação vai até julho com o objetivo de imunizar 8.300 mil pessoas, entre presos e servidores do sistema penal

A Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) e a Umanizzare Gestão Prisional estão vacinando os presos e colaboradores do sistema carcerário contra o vírus da gripe H1N1. A ação vai até julho e tem o objetivo de imunizar 8.300 mil pessoas como parte da Campanha Nacional de Vacinação Contra a Influenza e integra o calendário do Ministério da Saúde (MS).

As doses da vacina foram disponibilizadas pela Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) e são aplicadas em dose única para prevenir a doença até a próxima campanha, que acontece anualmente.

De acordo com o secretário de Estado de Administração Penitenciária, coronel da Polícia Militar do Amazonas, Cleitman Coelho, a vacinação é a estratégia mais eficaz para evitar surtos da doença, que segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) mata mais de 650 mil pessoas todos os anos.  

Ainda segundo o secretário, o confinamento aumenta o risco de difusão de vírus e pode acarretar complicações maiores, com custos mais elevados no tratamento. “Por isso, a população prisional entrou no grupo de prioritários pelo MS para vacinação, a imunização contra a gripe é a forma mais segura e eficiente para a redução do impacto da doença”, afirma Cleitman.

Unidades – O Centro de Detenção Provisório Feminino (CDPF) foi uma das primeiras unidades do Estado a receber a vacinação. Aproximadamente 90 internas foram imunizadas. Para o enfermeiro da Umanizzare, Anderson Pompeu, e a técnica de enfermagem Pamela Vieira, “as pessoas privadas de liberdade estão mais propensas à gripe, por estarem em ambientes de aglomeração e a vacina minimiza a possibilidade de uma epidemia de gripe, que pode levar a casos de pneumonia ou até mesmo à morte”.

A reeducanda, Vanessa da Silva, foi uma das que tomou a vacina e disse que se sente mais segura. “Além da imunização, esta ação sempre vem com informações extras ensinando como devemos fazer para manter a higiene pessoal e cuidar da saúde”, destaca a interna.

A influenza – é uma doença respiratória infecciosa de origem viral, seu agravamento pode levar à morte, especialmente nos indivíduos que apresentam fatores ou condições de risco para as complicações da infecção (crianças menores de 5 anos de idade, gestantes, adultos com 60 anos ou mais, portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais).

Sintomas – Os principais sintomas da gripe H1N1 são febre, calafrios, tremores, dores de cabeça, dor de garganta e rouquidão, tosse seca, coriza, dor no corpo e cansaço.  O diagnóstico é feito por avaliação clínica e exame laboratorial.