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Umanizzare Brasil

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Os 60 agentes de socialização que participam da 18ª edição do curso de “Formação de Agentes de Socialização”, promovido pela Umanizzare Gestão Prisional, vão aprender sobre “Ética Profissional”, em disciplina que será ofertada na próxima terça-feira (17). O curso teve início no dia 4 de julho e trouxe diversos debates relacionados ao sistema carcerário. Para concluir a formação, os participantes terão que garantir a conclusão das 16 disciplinas ofertadas.

De acordo com a gerente de RH da Umanizzare, Erika Borges, a disciplina sobre “Ética Profissional”, terá carga horária de 8h e trará uma ementa com abordagens sobre a ética e sua aplicabilidade nos estabelecimentos prisionais.

“Os agentes também terão conhecimento sobre o profissional e seus conflitos nos estabelecimentos prisionais, além de estudar sobre o comportamento ético nas prisões e postura profissional”, disse a gerente técnica.

Erika Borges explicou, que os agentes que participam do curso vão estudar sobre a temática de corrupção e envolvimento entre partes atuantes no sistema prisional. A gerente de RH disse que o principal objetivo de disciplina é desenvolver a capacidade para compreender os aspectos que norteiam a ética e o exercício da cidadania.

“Os agentes vão adquirir conhecimento, ainda, para desenvolver habilidade que favoreçam o relacionamento interpessoal nos estabelecimentos penais e, também, entender a postura do profissional e disciplina ética nos trabalhos nas unidades prisionais”, disse a gerente de RH.

Segundo a gerente de RH da Umanizzare, Erika Borges, o programa de formação serve como capacitação técnica para melhorar o desempenho do agente de socialização dentro das unidades prisionais.

Metodologia

Erika Borges explica que a metodologia da disciplina será com aulas expositivas com utilização de mídia, apresentação (Data show/computador), além da discussão em grupo. A gerente de RH disse que a avaliação será feita por meio de frequência, participação, comportamento e teste escrito

O tema “Direitos Humanos na Execução Penal” foi disciplina na 18ª edição do curso de “Formação de Agentes de Socialização”, promovido pela Umanizzare Gestão Prisional. O curso teve início no dia 4 de julho e trouxe diversos debates relacionados ao sistema carcerário. Para concluir a formação, os 60 participantes do curso terão que garantir a conclusão das 16 disciplinas ofertadas.

De acordo com a gerente de RH da Umanizzare, Erika Borges, a disciplina “Direitos Humanos na Execução Penal” tem carga horária de 8h e traz ementa que trata sobre os aspectos históricos dos direitos humanos, além de normas e tratamentos vigentes e direitos humanos na Constituição Federal.

“A disciplina serve como capacitação técnica para melhorar o desempenho do agente de socialização dentro das unidades prisionais”, explicou a gerente de RH.

Erika Borges salientou, ainda, que a disciplina traz conceitos sobre as regras mínimas para o tratamento de pessoas privadas de liberdade, conforme recomendações da Organização das Nações Unidas (ONU) e sobre a Lei de Execução Penal, sob a égide dos direitos humanos.

A gerente de RH explicou que os objetivos gerais da disciplina é oferecer o conhecimento da história dos Direitos Humanos (normas e tratamentos), além de desenvolver a capacidade para contribuir na execução dos programas assistenciais, como direitos humanos dentro da nova concepção socioeducativa da execução penal.

Metodologia

Erika Borges explica que a metodologia da disciplina será com aulas expositivas com utilização de mídia, apresentação (Data show/computador), além da discussão em grupo. A gerente de RH disse que a avaliação será feita por meio de frequência, participação, comportamento e teste escrito.

Os agentes de socialização que participam da 18ª edição do curso de “Formação de Agentes de Socialização”, promovido pela Umanizzare Gestão Prisional, iniciaram nessa segunda semana do mês de julho os trabalhos com a disciplina de “Relações Interpessoais”. Nesta edição, 60 pessoas participam da nova turma que iniciou na quarta-feira (4).

De acordo com a gerente de RH da Umanizzare, Erika Borges, o programa de formação serve como capacitação técnica para melhorar o desempenho do agente de socialização dentro das unidades prisionais. A gerente de RH explica que a disciplina de “Relações Interpessoais”, traz  a ementa com abordagens sobre emoções e expectativas, a importância do feedback, além de estabelecer o conceito de comunicação.

“Outra abordagem, é sobre a gestão de conflitos, respeito à diversidade, a mediação de conflito (metodologia e prática), e a relações que compõe o sistema prisional”, disse a gerente de RH.

Erika Borges explica que a abordagem que traz as relações que compõe o sistema prisional, trata da relação entre os agentes e os internos, também entre os agentes e os familiares dos internos, agentes com seus superiores e agentes com seus colegas de trabalho.

“Também abordamos nesta ementa, assuntos sobre a inversão de valores, a empatia, bons modos, comunicação eficaz, postura comportamental e relações de agentes com os visitantes e suas implicações”, disse a Erika Borges.

A gerente de RH explicou que os objetivos gerais da disciplina é desenvolver capacidades para aquisição de habilidades para o relacionamento interpessoal, além de levar a busca de autonomia para que o agente seja apto a lidar com as diversas situações apresentadas no sistema prisional.

“A disciplina serve ainda, para que os agentes compreendam os mecanismos de comunicação interpessoal na otimização dos serviços no sistema prisional”, disse a gerente de RH.

Erika Borges explica que a metodologia da disciplina será com aulas expositivas com utilização de mídia, apresentação (Data Show/computador), além da discussão em grupo. A gerente de RH disse ainda que a avaliação será feita por meio de frequência, participação, comportamento e teste escrito.

 

 

Reeducandos do regime fechado do Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj-Fechado) participam da 25° edição do projeto de Remição pela Leitura. O projeto é desenvolvido mediante parceria entre a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) e a cogestora das unidades prisionais no Amazonas, a Umanizzare Gestão Prisional.

De acordo com a terapeuta ocupacional da unidade, Nelcineide Silva de Lira, o projeto de remição pela Leitura é uma recomendação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e previsto na Lei de Execução Penal (LEP).

“O programa de remição pela leitura objetiva reduzir a pena dos internos utilizando obras literárias, viabilizando a remição de quatro dias da pena, a cada livro e resenha ou relatório de leitura de obras devidamente lidas e a avaliadas”, disse a colaboradora.

Segundo a terapeuta ocupacional, as atividades de leitura acontecem semanalmente no Compaj e tem como objetivo levar um momento educacional e de construção intelectual para os presos, que buscam na educação uma alternativa de mudança de vida.

 

Reeducandas do Centro de Detenção Provisório Feminino (CDPF), participam de curso de oficina em EVA no “Projeto Mãos Livres”. O projeto é desenvolvido mediante parceria entre a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) e a cogestora das unidades prisionais no Amazonas, a Umanizzare Gestão Prisional.

De acordo com a assistente social da unidade, Mariana Marques, o objetivo do projeto é elevar a autoestima, combater a ociosidade e promover uma alternativa de ganho de renda familiar extra às reeducandas, criando artesanatos por meio do Projeto Mãos Livres.

“O projeto busca promover o processo de ressocialização da população carcerária, e, consequentemente sua reinserção na família e na sociedade por meio das capacitações profissionais”, disse a assistente social.

Segundo a assistente social, as reeducandas falam que ganham uma expectativa de vida após a participação do projeto que é realizado dentro da unidade prisional. Mariana Marques disse que projeto de confecção de artesanatos em EVA é a atividade de maior interesse das reeducandas.

“Isso, devido o material ser de fácil acesso, barato e muito colorido, além de proporcionar a confecção de uma enorme variedade de produtos”, ressaltou a colaboradora.

Conforme Mariana Marques, o Projeto tem um papel fundamental na rotina das internas, que podem transformar o tempo ocioso dentro da unidade em novos aprendizados.

 

Com o objetivo de levar um momento de interação e aprendizado dentro das unidades prisionais, reeducandas do Centro de Detenção Provisório Feminino (CDPF), participam de curso de pintura em tecido pelo “Projeto Mãos Livres”. O projeto é desenvolvido mediante parceria entre a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) e a cogestora das unidades prisionais no Amazonas, a Umanizzare Gestão Prisional.

De acordo com a assistente social da unidade, Mariana Marques, as aulas do curso de pintura em tecido vem sendo realizado por meio do Projeto Mãos Livres, e tem como  instrutora a colaboradora Francimeire Araújo, que trabalha com uma turma com 15 internas matriculadas.

“Nas aulas práticas aprenderam quanto às técnicas de luz e sombra, a arte do sombreado, técnica de monocromático, entre outras”, disse a assistente social.

Segundo Mariana Marques, as aulas ocorrem no turno da manhã. De acordo com a assistente social, as reeducandas participaram de forma positiva, sendo avaliadas pelo seu desempenho, comportamento, e a participação durante o curso.

“Com o término do curso, teremos a certificação das reeducandas. O objetivo é que elas tenham a oportunidade de aprender um curso profissionalizante”, disse Mariana Marques.

Conforme a assistente social, o Projeto Mãos Livres está focado na ressocialização e as oficinas têm cumprido vários papéis nas unidades, desde a mudança de comportamento dos internos, até no interesse de participar das atividades.

Reeducandas do Centro de Detenção Provisória Feminino (CDPF) participam de curso de maquiagem, por meio do projeto “Lisbela”. As aulas tiveram início no dia 21 de maio de 2018. O projeto é desenvolvido mediante parceria entre a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) e a cogestora das unidades prisionais no Amazonas, a Umanizzare Gestão Prisional.

De acordo com a assistente social da unidade, Mariana Marques, no total, existe a participação de 22 internas matriculadas no curso de maquiagem, separadas em duas turmas, que são ministradas pela instrutora Marinez Costa, responsável pela capacitação das reeducandas.

“As aulas ocorreram no turno da manhã e tarde, no espaço projetado para o projeto Lisbela”, disse a assistente social da unidade.

Mariana Marques disse que as aulas práticas foram realizadas de forma dinâmica, entre as internas, com embasamentos teóricos e abordando técnicas de preparação de pele, antes e depois da maquiagem, limpeza facial, correção de sobrancelhas, aplicação de cílios postiços, maquiagem para uso diário, maquiagem para noite, além de maquiagens temáticas, da copa e festa junina.

“Nas aulas práticas as reeducandas participaram de forma positiva, tendo bom desempenho durante o curso. Na oportunidade foi ensinado para as internas sobre penteados e tranças, com 18 internas certificadas”, disse a assistente social.

A grande rotatividade de presos no sistema prisional amazonense levou a Secretaria de Administração Penitenciária do Amazonas (Seap) e a empresa Umanizzare Gestão Prisional a realizar exames preventivos periódicos de saúde nos custodiados.

Os exames são realizados todos os meses, ou sempre que necessário, conforme indicação dos profissionais da saúde de cada unidade. Após os testes laboratoriais, caso seja identificado algum tipo de doença, tem início o tratamento pontual e, se necessário, o agendamento imediato do reeducando com o médico.

Na unidade Prisional de Itacoatiara (UPI), onde estão custodiados em torno de 100 internos, as coletas vêm sendo feitas com o apoio do Laboratório Central (LACEN) que disponibilizou o  material para coleta das amostras.

De acordo com a gerente técnica da UPI, Maria Domingas Printes, os exames são complementares para ajudar no diagnóstico de doenças e na avaliação a saúde de uma maneira geral dos presos, prevenindo anemia e infecções.

“Foram feitas coletas de sangue, urina, entre outras amostras para a realização de diversos tipos de exames, como: Hemograma, Triglicérides, Colesterol, Ácido Úrico, Glicemia, VDRL, Urina (EAS) e Fezes (EPF). Nosso objetivo  é diagnosticar e controlar possíveis alterações que possam provocar doenças junto a população carcerária”, disse Domingas.

A enfermeira da unidade, Julli Janaina, afirmou que a coleta de sangue serve para avaliar a saúde de maneira geral e identificar possíveis desordens, como anemia e infecções.

Presos da Unidade Prisional de Puraquequara (UPP) participam do “Grupo Operativo”, no projeto Espaço Terapêutico. O momento de reflexão e conversa acontece na última semana do mês de junho e é desenvolvido pela Secretaria de Estado de Administração Penitenciaria (Seap) em parceria com a cogestora das unidades prisionais no Amazonas, a Umanizzare Gestão Prisional.

De acordo com a psicóloga da unidade, Alessandra Cabral, durante o projeto Espaço Terapêutico, acontece a exibição de filmes, músicas e os reeducandos participam de uma rodada e conversa. A psicóloga explica que os temas debatidos no Espaço Terapêutico são pré-estabelecidos pelos profissionais envolvidos no desenvolvimento da atividade.

“Com o projeto, os reeducandos fortalecem a autoestima, ganham o crescimento emocional, autonomia, reforçam o equilíbrio pessoal, intelectual e emocional”, disse Alessandra Cabral.

A psicóloga explicou que o projeto em grupo do Espaço Terapêutico acontece semanalmente e vem atraindo a atenção dos reeducandos. Segundo Alessandra Cabral, através dos debates em grupo, os reeducandos apreendem sobre as diversas possibilidades nas tomadas de decisões.

“Eles percebem que tem que avaliar todos os caminhos antes de tomar uma decisão que pode acarretar empecilhos para a continuidade do convívio em sociedade”, disse a psicóloga.

Desperta o interesse

Alessandra Cabral disse que o projeto do “Grupo Operativo” vem despertando o interesse dos reeducandos, que enxergam nas conversas em grupo, a possibilidade de escolha, de mudança, e traz o processo de aceitação.

Reeducandos do Centro de Detenção Provisória de Manaus
(CDPM) participam nesta terça-feira (26) do projeto de
“Remição pela Leitura”. O projeto é desenvolvido através
de uma parceria entre a Secretaria de Estado de
Administração Penitenciária (Seap) em parceria com a
gogestora da unidade prisional no Amazonas, Umanizzare
Gestão Prisional.
De acordo com a psicóloga da unidade, Flávia Bueno, as
atividades de leitura acontecem semanalmente na unidade
prisional e tem como principal objetivo, levar um momento
educacional e de construção intelectual para os presos que
buscam na educação, uma alternativa de mudança de vida.
Segundo a psicóloga, o projeto de remição pela leitura exige
dos presos dedicação, para que possam se sair bem nos
testes que acontecem durante o desenvolvimento do projeto
educacional.
“Os reducandos recebem livros e tem que ler e se preparar
para o momento de avaliação, que acontece no formato
escrita e oral, em dois momentos”, disse a psicóloga.
Flávia Bueno explicou que uma banca avaliadora, composta
por profissionais da própria unidade, e também, do público
externo, é montada para avaliar o desempenho dos
reeducandos envolvidos na atividade educacional.
Conforme a psicóloga, além da remição pela leitura, o
projeto tem o objetivo de proporcionar acesso à cultura e a
educação. Para a profissional, o projeto estende a visão dos
internos para novas experiências e perspectivas de vida.
Recomendação

A Remição pela Leitura é recomenda pelo Conselho
Nacional de Justiça (CNJ) e previsto na Lei de Execução
Penal (LEP). O programa de remição pela leitura objetiva
reduzir a pena dos internos utilizando obras literárias,
viabilizando a remição de quatro dias da pena, a cada livro e
resenha ou relatório de leitura de obras devidamente lidas e
a avaliadas.