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Umanizzare Brasil

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Dizer que o cigarro pode provocar muitos males não é exagero, aqui vão exemplos de determinadas doenças provocadas por ele: hipertensão arterial, infarto do miocárdio, bronquite crônica, enfisema pulmonar, cânceres de pulmão e boca, acidente vascular cerebral, entre outros tipos de enfermidades. 

Com o objetivo de esclarecer sobre o perigo do tabaco para a população carcerária da Unidade Prisional do Puraquequara, uma palestra foi desenvolvida e apresentada pela Umanizzare Gestão Prisional, empresa que faz a cogestão de cinco unidades prisionais da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), aos reeducandos. 

“Percebemos que os internos acabam criando esse hábito do uso de tabaco no presídio, por questões de tensão, estresse, durante as palestras, além de alertar para os malefícios que o cigarro causa, lembramos os internos da importância de participar dos projetos desenvolvidos especialmente para eles, nas áreas de esporte, educação e que fazem toda a diferença para a saúde física e mental deles”, disse a psicóloga da unidade, Alessandra Cabral. 

Ainda segundo ela, quanto mais tempo a pessoa fuma, mais difícil é largar o vício e maiores são as chances de desenvolver algum tipo de doença relacionada ao tabaco. 

Os efeitos da abstinência também juntamente com as consequências psicológicas foram repassados a eles, por exemplo:  depressão, tontura, irritabilidade, ansiedade, dores de cabeça, alteração no sono, concentração e no comportamento alimentar. 

“Parar não é tarefa fácil. O cigarro provoca uma crise de abstinência insuportável. Sem fumar, o dependente entra em um quadro de ansiedade crescente, que só passa com uma tragada. É preciso orientar o fumante, porém não é possível obrigar ninguém a parar de fumar, mesmo porque o primeiro passo para o sucesso do tratamento é a força de vontade”, esclareceu a psicóloga ao finalizar a palestra. 

A atividade teve a participação de 15 reeducandos da galeria 6. No início foi realizada a dinâmica quebra gelo para que os reeducandos se soltassem mais e participassem da palestra de forma ativa. 

Houve reflexão sobre o uso do cigarro ser uma forma de se fazer pertencer a um grupo social e as influências de amigos e da mídia, já que de acordo com a Associação Médica Brasileira- AMB os fumante começam a usar o tabaco antes dos 15 anos, sem contar que é o causador de mais de 150.000 mortes anualmente, sendo considerada a terceira causa de morte no mundo.

A Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) iniciou nesta semana o curso de eletricista predial para os internos do Instituto Penal Antônio Trindade (Ipat), localizado no Km 08 da BR-174 (Manaus-Boa Vista). O projeto é uma parceria com a Umanizzare Gestão Prisional, por meio do projeto do Núcleo de Aprendizado Profissional (NAP).

O curso tem a carga horária de 160 horas e, ao todo, 15 reeducandos participam das aulas. Ao final, os reeducandos terão conhecimentos de instalações elétricas prediais, residenciais e comerciais de baixa tensão, compreensão de projetos elétricos de uma obra, obedecendo às normas técnicas regulamentadoras e ambientais e outros. A prática será posta dentro da própria unidade.

Para o diretor da unidade, Erivan Miller, o objetivo do projeto é qualificar o reeducando para ser reinserido na sociedade com uma nova perspectiva de vida.

“Os cursos apresentam uma proposta não somente de aprendizado profissional, mas também de mudança de vida pois, ao término, eles têm a oportunidade de ingressar no projeto de remição pelo trabalho e assim contribuir com reformas e manutenção de unidades prisionais, vias e prédios públicos, além de remir sua pena”, analisou.

Após o curso, os internos terão a chance de colocar em prática os conhecimentos adquiridos. “Valorizando assim a ação do Estado em proporcionar um recomeço digno para sua vida por meio da ressocialização, quando de seu retorno à família e sociedade”, afirmou o diretor.

Remição por trabalho – A remição por meio do trabalho está prevista na Lei de Execução Penal (LEP), Lei 7.210/1984, garantindo um dia de pena a menos a cada três dias de trabalho. A remição pelo trabalho é um direito de quem cumpre a pena em regime fechado ou semiaberto.

Devido à grande rotatividade de presos no sistema prisional amazonense, a Secretaria de Administração Penitenciária do Amazonas (Seap) e a empresa Umanizzare Gestão Prisional, empresa que faz a cogestão de cinco presídios do Estado, realiza exames preventivos periódicos de saúde nos custodiados.

Nesta semana internos da Unidade Prisional de Itacoatiara (UPI) passaram por exames de coleta de sangue (Hemograma, Triglicérides, Colesterol, Ácido Úrico, Glicemia, VDRL) Unira (EAS) e Fezes (EPF). 

A atividade contou com a colaboração da Unidade Básica de Saúde José Resk, junto com o Laboratório Central(LACEN), disponibilizando o material para a coleta e análise.

 “É por meio dessas avaliações rotineiras que se pode identificar condições que se instalam de forma silenciosa, como o diabetes, a hipertensão, o colesterol alto e alguns tipos de câncer. É muito importante que os reeducandos participem da ação de saúde”, disse a enfermeira da unidade, Graciane Fábio. 

Os resultados chegam em torno de cinco dias.

Vinte reeducandos da Unidade Prisional de Itacoatiara (UPI) participaram do Projeto Bambu, cuja finalidade é propiciar um ambiente adequado para a prática de estudos, preparando o reeducando para as provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja), no mês de outubro. 

As aulas acontecem conforme calendário de estudo desenvolvido pela Umanizzare Gestão Prisional, empresa que faz a cogestão de cinco presídios da Secretaria de Administração Penitenciária (Seap). 

As aulas foram ministradas pela professora Gracimar de Souza, e ocorreram de segunda a quinta-feira nos períodos matutino e vespertino, buscando sempre estimular o estudo e mudança de comportamento já que a informação permite ao cidadão crescer de forma positiva.

Para os cursos do período da tarde, os internos contaram com a ajuda do reeducando Rondinele Abreu Cavalcante, que é professor.

“Essas aulas são importantes para que os custodiados possam voltar a estudar, uma vez que perderam a oportunidade quando estavam em liberdade. Assim, conseguimos uma mudança de comportamento e de pensamento entre os participantes, de que poderão ser cidadãos melhores quando voltarem para a sociedade”, disse a assistente social da Umanizzare, Ana Maria Bezerra, ressaltando também que o Projeto Bambu tem despertado o interesse dos reeducandos para participarem do Encceja/PPL e Enem/PPL.

Provas –  Após passarem pelo projeto Bambu, os reeducandos foram avaliados em prova escrita do Encceja/PPL que ocorreu na própria UPI no  do mês do outubro. 

Os responsáveis pedagógicos também encaminham os candidatos ao Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e demais sistemas relacionados à educação superior. A depender da nota da prova, os internos podem solicitar certificação do Ensino Médio e também concorrer a vagas pelo Universidade Para Todos (Prouni).

Com objetivo de levar momentos lúdicos para dentro das unidades prisionais do Amazonas, os reeducandos do Centro de Detenção Provisória Masculino (CDPM 1), estão recebendo aulas de música, já focados nas apresentações do final de ano, principalmente no Natal. 

A atividade faz parte do projeto Harmonizzar, desenvolvido pela Umanizzare Gestão Prisional – empresa que faz a cogestão de cinco presídios da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap). 

As aulas de violão estão acontecendo na enfermaria psiquiátrica do CDPM. Na ocasião o professor de música, Miqueias Fernandes, trabalhou os acordes maiores e menores, as sequências musicais e as batidas rítmicas, sendo estes, assuntos de grande relevância no quesito aprendizado e desenvolvimento musical. 

Segundo o professor, o projeto de música dentro nas unidades prisionais tem o objetivo de estimular a memória, a concentração e a criatividade dos reeducandos por meio de uma linguagem artístico-musical. “O desafio dessa vez temos um desafio ainda maior, porque serão os internos que irão escolher o ritmo que querem aprender e apresentar no fim de ano, eles gostam muito de rock e sertanejo”, disse Miqueias.

Todos os reeducandos do Amazonas recebem alimentação, vestuários e produtos de higiene, mas para que o sistema apresente bons indicadores de saúde é preciso que haja a participação e o comprometimento de todos os envolvidos, principalmente os presos, no tocante às práticas de higiene que farão toda a diferença para o bem-estar do indivíduo recluso.

Com a finalidade de conscientizar os internos quanto as posturas de segurança e higiene frente às suas atribuições de manter a limpeza do local, bem como a sua pessoal –  a Umanizzare Gestão Prisional, empresa que faz a cogestão de cinco presídios da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), realizou no dia 31 de outubro junto aos reeducandos  do Instituto Penal Antônio Trindade (Ipat), localizado no km 08 da BR-174 (Manaus-Boa Vista), uma série de atividades voltadas para as boas práticas de higiene diária pessoal e do ambiente carcerário. 

Trinta internos participaram de palestras e ações que abordavam temas do tipo: auto higiene, asseio corporal e vestuário, uso de Equipamento de Proteção Individual ( EPI’S), organização e limpeza no setor de trabalho. 

“Na palestra, os internos aprenderam um pouco mais sobre a importância da escovação regular dos dentes, banho, a necessidade de manter suas celas, roupas e pano de cama sempre limpos e organizados, promovendo higiene corporal e mental, já que um ambiente limpo eleva a autoestima e combate agravos a saúde”, disse a coordenadora de projetos da Umanizzare, Maria Domingas Printes. 

Segundo ela, higiene é um conjunto de conhecimentos e técnicas para evitar doenças infecciosas usando desinfecção, esterilização e outros métodos de limpeza com o objetivo de conservar e fortificar a saúde. 

“É preciso que eles entendam o direito a um convívio saudável dentro da penitenciária, com respeito à higiene pessoal e coletiva, sagrando a individualidade de cada um. Também enfatizamos aos trabalhadores que lidam com os alimentos para que usem os epi’s , a necessidade do  manuseio das marmitas que se feitas de forma errada podem contaminar o alimento e provocar doenças”, disse a coordenadora.

Desde que foi inaugurada no dia 3 de outubro, a Fábrica de Chinelos do Instituto Penal Antônio Trindade (Ipat), localizado no km 08 da BR-174 (Manaus-Boa Vista), não parou de produzir. 

Só na última semana do mês de outubro, entre os dias 25 a 31, foram fabricados mais de 1000 pares de chinelos com numeração 41/ 42. 

Três reeducandos da unidade integram o projeto de ressocialização “Trabalhando a Liberdade”, desenvolvido pela Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) e a empresa Umanizzare Gestão Prisional, empresa cogestora de cinco presídios do Amazonas, que tem como objetivo capacitar os reeducandos na fabricação de chinelos para suprir a demanda contratual da empresa junto ao Estado.

“Além disso, através da realização dessa atividades os reeducandos ganham o direito à remição de pena pelo trabalho e uma qualificação profissional”, disse a coordenadora de projeto, Maria Domingas Printes.

Setenta e nove reeducandas do Centro de Detenção Provisória Feminino (CDPF), foram beneficiadas com um mutirão de atendimento à saúde. 

A ação foi promovida Umanizzare Gestão Prisional, empresa que faz a cogestão de cinco presídios da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), na quarta-feira (29), e teve como objetivo orientar e administrar medicamentos com a finalidade de prevenir e combater possíveis epidemias causadas por verminoses.

“Esse tipo de ação é muito importante para a manutenção e preservação da integridade da saúde de nossos internos”, destacou o enfermeiro da Umanizzare, Anderson Viana Pompeu de Campos que contou com o auxílio do técnico de enfermagem, Josias Bernadino Junior. 

Os profissionais da saúde explicaram às internas que as verminoses são normalmente transmitidas pela ingestão de alimentos ou água contaminada e também pelo contato desprotegido com solo que abriga parasitas.  A verminose pode provocar febre, diarreia, náusea, vômito, tosse seca, dores abdominais e dor de cabeça. 

Nas formas mais graves da doença, podem ocorrer complicações como insuficiência hepática, hemorragia digestiva, comprometimento do sistema nervoso central e glomerulonefrite.

“As verminoses podem ser facilmente prevenidas com hábitos simples de higiene, entre as medidas que podem ser tomadas individualmente, podemos citar:  lavar bem as mãos antes de se alimentar, ao manipular alimentos e após ir ao banheiro”, explicou o enfermeiro. 

A reeducanda, Ana Cassia da Silva Bente, disse que faz questão de participar das ações voltadas para a saúde, pois segundo ela, por estarem privadas de liberdade existe um alto índice de rotatividade dentro do sistema prisional e isso pode trazer doenças: “acho super importante esse tipo de campanha, para minimizar a possibilidade de contrair alguma verminose”, afirmou a interna.

A Umanizzare Gestão Prisional encerrou nesta quarta-feira (30) o Programa de Formação Continuada de 2019 para agentes de socialização que trabalham nas unidades do sistema penitenciário do Amazonas, onde a empresa atua em regime de cogestão com a Secretaria de Administração Penitenciária (Seap). 

A cerimônia de encerramento reuniu a última turma de agentes de socialização formada pelo programa em 2019. Os alunos receberam os certificados de conclusão pelo secretário executivo da Seap, André Gioia, a gerente técnica da Umanizzare, Sheryde Karoline, a diretora da Escola de Administração Penitenciária, Sônia Maria Bezzera Cabral, do gerente corporativo de operações, Rodrigo Geoffrey, e das instrutoras do curso.

De 13 de maio até outubro, 608 agentes de socialização participaram do programa de formação continuada com o objetivo de capacitação e qualificação dos profissionais. Nesse período, 19 turmas de alunos passaram por cursos com conteúdos programáticos elaborados pela área de Recursos Humanos da Umanizzare em parceria com a Escola de Administração Penitenciária (Esap).

O Programa de Formação Continuada visa a constante qualificação anual dos agentes de socialização atualizando seus conhecimentos iniciais sobre desenvolvimento comportamental, políticas públicas de ressocialização, projetos, português básico aplicado à rotina dos procedimentos operacionais, relações interpessoais, ética, tratamento penitenciário, gerenciamento de crise, primeiros-socorros, noções de prevenção e combate a incêndio, procedimentos operacionais padrão e monitoramento (POPM), defesa pessoal e desarmamento.

“O sacrifício é no treinamento, não na prática”, resumiu o Secretário Executivo Adjunto. André Gioia, em sua fala para os agentes. Segundo ele, a atualização, melhoria e aperfeiçoamento de todos os procedimentos são fundamentais para maior segurança. “Um procedimento errado pode custar uma vida”, disse. 

De acordo com a coordenadora de RH da Umanizzare, Barbara Fischer, a Formação Continuada atingiu 99% da população de agentes de socialização e agora terá uma segunda fase a partir de novembro destinada a supervisores e auxiliares. “Em 2020 teremos o aperfeiçoamento do programa de acordo com cada área específica da empresa”, informou. 

Um dos conteúdos repassados para os agentes é o da área de saúde, ministrado pela enfermeira Laize Souza Gonzales. Os participantes têm carga horária de quatro horas de aulas e um conteúdo voltado para prática em primeiros-socorros, mal estar, parada cárdio respiratória, convulsões e fraturas. “Eles não usam isso apenas no trabalho, mas na sua vida pessoal, na prática do seu dia a dia”, disse Laize.

Outro conteúdo do programa é ensinado por Samara Ribeiro. Ela trabalha com as relações interpessoais, desenvolvimento profissional no campo da ética e criando perspectivas de futuro, que vão além do trabalho. 

“Trabalhamos o crescimento, aprendizado, autoestima e motivação. Tudo na base de muito respeito”, explicou Samara.

Internos do Centro de Detenção Provisória de Manaus (CDPM 1), localizado no Km 08 da BR-174 (Manaus-Boa Vista), participaram do encerramento do curso de Eletricista Predial, nesta quarta-feira (23). Foram 15 dias de curso por meio do Núcleo de Aprendizado Profissionalizante, projeto criado pela Umanizzare Gestão Prisional, empresa que faz cogestão em cinco unidades da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap). 

Doze internos foram formados como eletricistas. O curso profissionalizante, que teve carga horária de 160 horas, com entrega de certificados, faz parte dos projetos de ressocialização que capacitam os internos para trabalharem após o cumprimento de suas penas. Com o curso, os reeducandos estão aptos a cumprirem a função dentro da unidade.

Segundo o diretor do CDPM 1, Marcio André Pinho, o conhecimento adquirido durante o curso abrirá muitas portas dentro e fora do sistema. “É um projeto em que todos ganham: vocês, a unidade, o Estado e a família. Os parentes ficam felizes ao chegarem aqui e verem que estão trabalhando com uma nova diretriz que os afasta do crime. Nós estamos dando oportunidade que muitos nunca tiveram. Com a base que adquiriram no curso, vocês já têm outra opção que vai ajudá-los a se sustentar e sustentar a família e se sentir útil. Sintam-se privilegiados”, comentou, falando aos reeducandos

O curso:  Durante o curso, os internos obtiveram conhecimentos de conceitos básicos de eletricidade; grandezas elétricas: tensão, corrente, resistência, potência e suas unidades de medidas; associação de resistores: tipos de resistores, código de cores,  circuitos elétricos: circuito série, circuito paralelo, circuito misto, curto circuito; Lei de ohms: cálculo de circuitos, resistor equivalente série e paralelo; conceitos básicos de eletricidade: corrente AC e DC; análise dos circuitos: comportamento da corrente em um circuito série e paralelo 8, entre tantos outros necessários para exercer a profissão. 

O instrutor Jones Barreto ressalta que os participantes terão a capacidade de atuar na área elétrica, além da chance de seguir com a profissão. “Qualquer um aqui, a partir de agora, pode trabalhar de forma autônoma. Com o conhecimento que foi adquirido, vocês podem ser donos da própria empresa, basta querer”, afirmou o professor. 

A coordenadora de projetos da Umanizzare, Maria Domingas Printes, destacou que o curso vai além do certificado que foi entregue a todos os reeducandos. “Vocês agora possuem o saber, usem para escolhas positivas e aproveitem essa chance de ter uma profissão”, ressaltou.

Para um dos internos, o curso é uma oportunidade para que possam trabalhar quando estiverem em liberdade. “Na minha vida ninguém nunca me deu uma oportunidade, mas vocês trouxeram isso para a gente para que possamos colocar em prática. Obrigado pelo voto de confiança”.

O curso capacita para diversas atividades relacionadas a instalações residenciais e comerciais, como fiação, cabeamento, instalação de quadros elétricos ou caixa de energia e iluminação, entre outros.

Remição – Os internos que passarem pelos cursos poderão exercer o ofício nos presídios por meio do “projeto de remição da pena pelo trabalho não remunerado”, conforme prevê a Lei de Execução Penal (LEP), com a utilização da mão de obra dos reeducandos para a reforma e manutenção da unidade.

Com a atividade laborativa, o preso resgata parte da condenação, diminuindo seu tempo de duração. Para cada três dias trabalhados, o preso tem direito à diminuição de um dia na pena.