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A comemoração do Natal já faz parte da realidade das unidades prisionais do Amazonas cogeridas pela Umanizzare Gestão Prisional. Na Unidade Prisional do Puraquequara, na Zona Leste de Manaus, os presos participaram de rodas de conversas com a finalidade de levar aos internos momentos de reflexão sobre o verdadeiro significado do Natal – O Nascimento de Jesus. 

“Eu entendi que Jesus nasce todos os dias, que só depende de cada um de nós enxergar isso, por meio das oportunidades que recebemos. Que se estamos aqui hoje não é por ele, mas que podemos sair daqui – com base em seus ensinamentos”, disse um dos internos participantes. 

Como forma de aflorar ainda mais o verdadeiro sentido natalino, os reeducandos também confeccionaram uma árvore de natal em EVA, com algumas palavras para enfeitá-la: fé, amor, sonhos, amizades, esperança foram algumas das escolhidas pelos presos. 

A decoração produzida pelos presos está exposta no pátio e na área administrativa da unidade prisional.  

Já a Unidade Prisional de Itacoatira (UPI), localizada a 177 quilômetros da capital amazonense, os familiares dos presos foram recepcionados pelos colaboradores da Umanizzare em um ambiente decorado pelos próprios internos, durante atividades promovidas pelo Espaço Terapêutico. 

“Ao acolher os familiares reforçamos junto a eles o quanto são importante neste processo de ressocialização e da necessidade de transmitir ao familiar que está privado de liberdade o quanto ele é amado e esperado – longe da marginalidade”, disse a psicóloga da UPI, Patrícia Mendes.

Trinta e três detentos da Unidade Prisional de Itacoatiara (UPI) e seus familiares participaram do Projeto de Planejamento Familiar para atualização do cadastro de visitas e para esclarecimento sobre Política do Planejamento Familiar – assegurada pela Constituição Federal e pela Lei N°9263 de 12 de janeiro de 1996. Parágrafo único.

A atividade foi realizada nesta semana pela Umanizzare Gestão Prisional – empresa que faz a cogestão de cinco presídios do Amazonas, com a Secretaria de Administração Penitenciária (Seap). 

O objetivo do planejamento familiar é assegurar que os reeducandos e suas esposas tenham acesso à informação, a métodos de contracepção eficazes e seguros, a serviços de saúde que contribuem para a vivência da sexualidade de forma segura e saudável.

Durante as atividades, reforçou-se o aconselhamento da importância de preservativos masculino e feminino para uso associado ao método, com vista à dupla proteção do indivíduo ou casal. Medida essa que reduz o risco de transmissão das IST (Infecções Sexualmente Transmissíveis).

O projeto também permite um momento de interação entre o casal, muito importante para os internos que vivem distante das mulheres e precisam ter acesso aos direitos e deveres perante a Lei do Planejamento Familiar, prevista na Constituição para orientar e conscientizar a respeito da gravidez e da instituição familiar.

Coordenada pela assistente social da UPI, Ana Maria de Lima Bezerra, foi repassado aos participantes que é preciso se educar para mudar. Ao final das atividades, a colaboradora entregou kits de higiene contendo:  três pacotes de preservativos masculino e feminino, um sabonete íntimo, uma toalha de rosto e fôlder explicativos de IST.

“Os seres humanos não foram criados para viver isolados, mas que constituíssem uma família, de cujo seio deveria surgir a paz, o amor e a união, como suprema virtude dos homens e como humana realização do princípio divino” (Carlos Pecotche, 1962). 

Foi com esta mensagem que a Umanizzare Gestão Prisional, empresa que faz cogestão em cinco unidades da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), promoveu nesta semana junto aos reeducandos da Unidade Prisional do Puraquequara (UPP) uma atividade psicossocial com o tema: Doce História – com objetivo de sensibilizar e fortalecer os laços domésticos para que se possa ter uma família estruturada.

Uma dinâmica foi usada pelo setor de psicologia da UPP para acessar a memória afetiva de doces histórias da família dos participantes: “Foi colocado em cada cadeira dos participantes um chocolate com um bilhete onde pedia que enquanto saboreava o chocolate contassem uma história de como se sentiram quando seu primeiro filho nasceu”, disse a gerente técnica da  Umanizzare, Sheryde Karoline.

Pela primeira vez neste ano, internas do Centro de Detenção Provisória Feminino (CDPF), localizado no km 08 da BR-174 (Manaus-Boa Vista), participam do Curso de Depilação e Design de Sobrancelha. A capacitação está sendo oferecida pela Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), por meio da empresa de cogestão Umanizzare Gestão Prisional.

O curso começou nesta quinta-feira (26) com a participação de dez reeducandas. Durante duas semanas, as aulas serão realizadas de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h, totalizando uma carga horária de 60 horas.

Segundo a instrutora Karla Alexandra Nogueira, o curso está dividido em duas etapas. Na primeira, serão abordadas as técnicas iniciais para sobrancelha simples, design e pigmentação com henna. No segundo momento, o grupo irá trabalhar com depilação básica para buço, perna inferior e superior. “É um curso profissionalizante voltado para o público iniciante”, disse ela.

Qualidade de vida – A diretora do CDPF, tenente Socorro Freitas, contou que o Curso de Depilação e Design de Sobrancelha é realizado desde 2017. “O objetivo é dar uma qualidade de vida melhor para elas para que busquem um novo caminho quando saírem da unidade”, comentou.

A interna Cristiane* (nome fictício) está há um ano e um mês no CDPF. Este é o terceiro curso de capacitação que participa dentro da unidade prisional. Ela faz planos de exercer a profissão quando deixar o cárcere. “Quero aprofundar o conhecimento nessa área, como design de sobrancelha, corte de cabelo, escova e maquiagem. É um ramo muito bom não só para fazermos em nós como nas outras pessoas”, afirmou.

Remição da pena – O curso profissionalizante conta como remição da pena pelo estudo, previsto na Lei de Execução Penal (LEP), que estabelece a redução de um dia da pena a cada 12 horas de estudo.

Local é esperança de renovação de vida para os reeducandos da Unidade Prisional de Itacoatiara (UPI) e referência em ressocialização

O Espaço Terapêutico da Unidade Prisional de Itacoatiara (UPI) tornou-se um local essencial no programa de ressocialização dos internos, tornando o ambiente carcerário mais humano, proporcionando aos participantes uma convivência mais agradável e fortalecendo os laços de amizade, afeto, confiança, empatia e respeito. 

Nesta semana, os reeducandos estão doando seu tempo na produção de arte natalina como forma de retribuir aos seus familiares o ano em que estiveram juntos na luta diária. A proposta, segundo a psicóloga da UPI Patrícia Mendes, é de propor uma atividade em que eles internos entendam a importância de doar sem esperar nada em troca. 

Dois internos ajudaram a profissional no exercício junto aos demais internos que conseguiram confeccionar o painel de natal e as lembranças que serão entregues aos familiares. Para o reeducando Wallas de Souza poder ajudar lembra o tempo em que trabalhou com arte e reflete que se tivesse continuado sua trajetória, não teria vindo parar na unidade prisional.

Com o objetivo de orientar os reeducandos da Unidade Prisional do Puraquequara (UPP) sobre a necessidade da higiene bucal, foi realizado nesta semana pela Umanizzare Gestão Prisional – empresa que faz cogestão em cinco unidades da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) mais uma ação do projeto “Prevenir para Sorrir”, criado para evitar doenças na boca.

A ação, alusiva ao encerramento das atividades do calendário anual, promoveu as palestras dirigida aos colaboradores e reeducandos do sistema penitenciário do Puraquequara. “É fundamental a conscientização e incentivo com relação a saúde bucal, até mesmo para que possamos evitar, prevenir os problemas bucais antes de instalados”, disse o cirurgião dentista Luis Fernando de Mello Chaves, responsável pela palestra. 

Os participantes assistiram a uma exposição educativa sobre escovação dental e a importância do uso do flúor.  As informações previnem cáries, perda de dentição e mau hálito, que podem acarretar baixa autoestima no interno. Outros temas abordados foram: consultas periódicas, técnicas de escovação, evolução da cárie dental e evolução da doença periodontal. A construção do conhecimento se deu em vários contextos, como espaços de debates. 

Unidades – O projeto de saúde bucal “Prevenir Para Sorrir”, foi lançado em 2016 pela Umanizzare Gestão Prisional Privada, e é realizado em todas as unidades do sistema prisional cogeridas pela empresa no Estado. Ainda, nesta semana, será a vez dos custodiados do Centro de Detenção Provisória de Manaus (CDPM 1) e assim por diante, até todas as cinco unidades da empresa receberem as orientações sobre a importância de uma boca saudável, dentro de nossas unidades. 

“Nosso objetivo é orientar os reeducandos a assumirem a responsabilidade por sua própria saúde bucal, evitando algumas doenças comuns entre os custodiados, como gengivite (inflamação da gengiva), periodontite e câncer bucal”, finaliza a gerente técnica da  Umanizzare, Sheryde Karoline.

Quarenta internos da Unidade Prisional de Itacoatiara (UPI), passaram por avaliação escrita do projeto Remição pela leitura, entre os dias 17 e 18 de dezembro.  A prova consistia em elaborar uma resenha crítica sobre a obra lida pelos internos, obedecendo os critérios do relatório de leitura (estrutura textual, limitação ao tema e fidedignidade da resenha).

O projeto tem como proposta tornar mais brando o processo penal, assegurando o direito ao conhecimento, à educação e à cultura. Além de buscar a potencialização dos valores humanos dos internos, a atividade é também uma forma de crescimento intelectual, gera a diminuição do sentimento de exclusão da sociedade e evita a ociosidade no ambiente penitenciário.

Além disso, o projeto visa diminuir a pena dos internos participantes através da leitura de obras, por isso as avaliações. A cada livro lido e avaliado, poderão ser diminuídos 4 dias da pena, limitando ao máximo a leitura de 12 livros ao ano, conforme a Recomendação nº 44, do CNJ.

Para o reeducando, Ivanildo Guimarães, a importância de participar é devido ao conhecimento e sabedoria, tendo a expectativa de cada vez mais superar os seus conhecimentos com histórias lindas e importantes.

Para a psicóloga, Patrícia Mendes, o projeto estimula novos conhecimentos e diferente formas de interagir. “Após cada leitura é feita a reflexão do que essa história lida traz para a vida de cada um e só depois é que os participantes passam pelo processo de avaliação”, explica a psicóloga.

 As resenhas serão avaliadas pelos acadêmicos do curso de direito da Universidade do Estado do Amazonas – UEA que irão atribuir a nota, juntamente com o Juiz Saulo Góes Pinto.

Realizado pela Umanizzare Gestão Prisional Privada, empresa que faz a cogestão de cinco presídios da Secretaria de Administração Penitenciária (Seap), o curso profissionalizante ensina aos presos da Unidade Prisional de Itacoatiara ( UPI),  a fabricar sabonetes artesanais, como parte do programa de ressocialização, terapêutico e social “Mãos Livres”, que possibilita, ainda, o acesso dos detentos ao empreendedorismo, planejamento de negócios, marketing e análise de mercado, preparando-os para quando forem postos em liberdade.

Inicialmente, o curso que começou no dia 22 de novembro, capacita para a produção de sabonetes em formatos diferenciados, que são itens fundamentais para a higiene pessoal diária dos internos. As aulas são ministradas pela psicóloga da Umanizzare, Patrícia Mendes, que ensina técnicas a serem utilizadas na fabricação dos produtos.

Sete reeducandos participação da atividade, entre eles Rondinele Abreu, que ressaltou que de todos as capacitações que recebeu, essa foi atividade que mais gostou. “Não vejo o tempo passar quando estou trabalhando na fabricação dos sabonetes. É bem prazeroso e será útil para começar algo – financeiramente falando, quando sair daqui”, disse Rondinele. 

O reeducando, José Alfaia, já pensa no empreendedorismo e pretende comercializar os sabonetes para alguma empresa. “Podemos também fazer parceria com os hotéis da cidade e assim ajudar no sustento de nossas famílias”, planeja o interno.

Internos do Instituto Penal Antônio Trindade (Ipat), localizado no Km 08 da BR-174 (Manaus-Boa Vista), nesta semana do encerramento do curso de Eletricista Predial nesta sexta-feira (20) e estão aptos para trabalharem na profissão, após o cumprimento da pena. A atividade é incentivada pela Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) e pela empresa cogestora da unidade, Umanizzare Gestão Prisional, por meio do projeto do Núcleo de Aprendizado Profissional (NAP).

Quinze internos foram formados como eletricistas. O curso profissionalizante, que teve carga horária de 160 horas com entrega de certificados, faz parte dos projetos de ressocialização que capacitam os internos para trabalharem após o cumprimento de suas penas. Após o curso, os reeducandos estão aptos a cumprir a função dentro da unidade.

Segundo o diretor do Ipat, Erivan Miller, “o curso é de grande importância não somente na aprendizagem, mas também como ferramenta de ressocialização, pois os reeducandos percebem que existe a real oportunidade de mudança de vida, com a possibilidade de entrar para o mercado de trabalho, em uma área que carece de mão de obra especializada, que é a construção civil”, comentou.

O curso habilita para diversas atividades relacionadas a instalações residenciais e comerciais, como fiação, cabeamento, instalação de quadros elétricos ou caixa de energia e iluminação, entre outras.Remição – Os internos que passarem pelos cursos poderão exercer o ofício nos presídios por meio do projeto de remição da pena pelo trabalho não remunerado, conforme a Lei de Execução Penal (LEP) prevê, utilizando da mão de obra dos reeducandos para a reforma e manutenção da unidade. Com a atividade laborativa, o preso resgata parte da condenação, diminuindo seu tempo de duração. Para cada três dias trabalhados, o preso tem direito à diminuição de um dia na pena.

A capacitação é oferecida pelo Projeto Mãos Livres e visa despertar o lado empreendedor das internas

Quinze internas do Centro de Detenção Provisória Feminino (CDPF), localizado no Km 08 da BR-174 (Manaus-Boa Vista), começaram nesta semana a participar do curso profissionalizante de crochê. Esta é a segunda turma a receber o curso na unidade este ano, que é promovido pela Umanizzare Gestão Prisional, empresa que faz a cogestão de seis presídios da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) – por meio do Projeto Mãos Livres, cuja finalidade é proporcionar as reeducandas um conjunto de trabalhos manuais de natureza terapêutica, com viés empreendedor.

Além de terem acesso a noções de técnicas modernas de arte, com foco em sustentabilidade e design, as reeducandas se familiarizaram com planos de negócios, proposta de valores, marketing e análise de mercado.

 “Dessa forma, além de terem acesso a um trabalho que auxilia na quebra da tensão do ambiente prisional, elas ganham remição de pena. A seleção das reeducandas é feita pelo serviço social, que identifica os que têm afinidade e interesse em participar dos projetos e cursos, inclusive com entrevistas”, acrescenta a gerente técnica da Umanizzare, Sheryde Karoline.

O curso de crochê teve a duração de 30 dias com carga horária de 60 horas. As internas voluntárias que participam da oficina também ganham remição de pena pelo estudo, previsto na Lei de Execução Penal (LEP), que prevê a redução de um dia da pena a cada 12 horas de estudo.

Novas empreendedoras –   Na última semana, 14 reeducandas do  Centro de Detenção Provisória Feminino (CDPF)  concluíram curso de crochê. Elas foram as primeiras internas a receberem a capacitação dentro da unidade.

 Para a cerimônia de entrega dos certificados, as reeducandas fizeram uma exposição para apresentar os trabalhos confeccionados pelo grupo. Roupas, panos de prato e toalhas foram os itens escolhidos para o uso do crochê.