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Os ensinamentos fazem parte do projeto “Prevenir para Sorrir”, criado para evitar doenças na boca.

Com o objetivo de orientar as reeducandas do Centro de Detenção Provisório Feminino (CDPF), sobre a necessidade da higiene bucal e a importância para a saúde dos dentes, a Umanizzare Gestão Prisional – empresa que faz cogestão em cinco unidades da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) – realizou mais uma atividade do projeto “Prevenir para Sorrir” –  criado para dar assistência odontológica aos custodiados em caráter curativo e preventivo. 

Desta vez as 14 reeducandas do pavilhão 3 da unidade, receberam informações sobre uma doença bucal que precisa de atenção e de um diagnóstico profissional para ser confirmado – a retração gengival. 

A odontóloga Simone Negreiros, explicou que a doença é a diminuição da porção da gengiva que recobre o dente, ocasionada na maioria das vezes pela força usada na escovação, bem como pelo uso de escovas de dentes de cerdas duras que com o tempo desgastam a gengiva, causando diversos problemas, entre eles a hipersensibilidade. 

“É importante que as reeducandas aprendam a observar as condições das gengivas e os sintomas que pode causar uma retração gengival, embora pareça simples de identificar, apenas o profissional deve fazer o diagnóstico através do exame clínico, por isso ao fim da palestra, reforçamos a necessidade de manter as consultas periodicamente”, acrescentou Simone.  

As participantes receberam também kits de higiene bucal. 

Umanizzare elaborou um calendário para que o “Projeto Harmonizar” contemple todas as unidades.

Os reeducandos da Enfermaria Psiquiátrica do anexo do Centro de Detenção Provisória de Manaus (CDPM) estão recebendo aulas de violão, por meio do “Projeto Harmonizar”. 

A atividade é desenvolvida pela Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) e a Umanizzare Gestão Prisional, empresa que faz cogestão em cinco presídios do Amazonas. O “Harmonizar” tem como finalidade levar momentos lúdicos, bem como de promover a ressocialização por meio de cursos musicais nas modalidades de canto coral e violão em grupo. 

De acordo o professor de música, Miquéias Fernandes, os reeducandos são bem receptivos ao projeto.  “A ideia é oferecer aos internos uma atividade que promova o resgate da autoestima e a dignidade humana, aproveitando-se o tempo ocioso das apenados para cantar, fazer música e ressocializar”, explicou Miquéias. 

Ainda, segundo ele, foi escolhido para as aulas canções folclóricas e sertanejas, visto que são músicas com acordes simplificados, ritmos regionais e sem tanta dificuldade de serem executadas, além de possuírem letras que transmitem mensagens de reflexão. 

Cronograma de aulas

A Umanizzare elaborou um calendário para que o “Projeto Harmonizar” contemple todas as unidades. 

Atualmente, cinco internos da Enfermaria Psiquiátrica do anexo do Centro de Detenção Provisória de Manaus (CDPM) recebem semanalmente as aulas de musicalização.  

“As aulas são uma ruptura com a rotina de reclusão que eles vivem, pois há a necessidade de se expor socialmente, trocar impressões, atuar em grupo. Além de aprenderem a tocar instrumentos e a usarem a própria voz como meio de expressão, os reeducandos conhecem os diversos ritmos musicais de diferentes épocas”, disse a coordenadora de projetos da Umanizzare, Maria Domingas Printes. 

As reeducandas do Centro de Detenção Provisória Feminino (CDPF) receberam nos dias 14, 21 e 28 de agosto mais um evento do Cine Cultura. O momento lúdico acontece por meio de uma parceria entre a Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) e a Umanizzare Gestão Prisional.

A atividade tem o objetivo de promover a reeducanda momentos de lazer e conhecimento através do cinema, da arte. A atividade Cine Cultura foi realizada na vivência dos Pavilhões 1, 2 e 3 e contou com a participação de 68 reeducandas.

Os filmes selecionados foram “Nada a Perder 2” e “Como eu era Antes de Você”. O Cine Cultura foi realizada pelo psicólogo Igo Felipe Almeida da Silva e pelo educador físico Cleverson Guimarães.

O filme “Como eu era antes de você” conta a história de um homem rico e bem sucedido, Will (Sam Claflin) que leva uma vida repleta de conquistas, viagens e esportes radicais até ser atingido por uma moto, ao atravessar a rua em um dia chuvoso.

O acidente o torna tetraplégico, obrigando-o a permanecer em uma cadeira de rodas. A situação o torna depressivo e extremamente cínico, para a preocupação de seus pais (Janet McTeer e Charles Dance).

“É neste contexto que Louisa Clark (Emilia Clarke) é contratada para cuidar de Will. De origem modesta, com dificuldades financeiras e sem grandes aspirações na vida, ela faz o possível para melhorar o estado de espírito de Will e, aos poucos, acaba se envolvendo com ele. Um romance conhecido mundialmente”, contou o psicólogo.

De acordo com o psicólogo, o segundo filme foi em parceria com a Igreja Universal, “Nada a Perder 2” é o segundo e último filme baseado na série de livros escrita pelo jornalista Douglas Tavolaro sobre a vida de Edir Macedo.

O serviço de psicologia da unidade prisional do Centro de Detenção Provisória Masculino (CDPM) promoveu no dia 27 de agosto de 2019, uma palestra em alusão ao dia da psicologia. A palestra aconteceu por meio de uma parceria entre a Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) e a Umanizzare Gestão Prisional.

A palestra aconteceu com o objetivo de explanar sobre o serviço do profissional ofertado dentro da unidade prisional. O evento ocorreu na escola Giovanni Figliuolo com cerca de vinte reeducandos.

A equipe técnica foi composta pelos colaboradores: Pâmela do Amarante (psicóloga) e Lilian Batista (psicóloga). Na ocasião da palestra, abordou-se o tema “O serviço do psicólogo dentro da Unidade Prisional”.

Na palestra, foi explanado sobre o papel do psicólogo no acompanhamento dos reeducandos, sempre abordando sobre a importância de evitar o surgimento de qualquer quadro clínico de ordem psíquica, tornando a vida dos detentos o mais normal possível, para que a tentativa de ressocialização se efetive da forma mais natural que possa ser.

De acordo com a psicóloga, espera-se que com esta ação os reeducandos do sistema prisional reconheçam a importância do serviço psicológico dentro da unidade. “A finalidade desta palestra foi a promoção da saúde mental dos que se encontram privados de liberdade”, disse.

A semana do reeducando, realizada por meio de uma parceria entre a Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) e a Umanizzare Gestão Prisional, foi marcada por atividades em grupo no Centro de Detenção Provisória Feminino (CDPF)

A atividade buscou o bem estar físico, psíquico, trabalhando com temas que abordam a saúde mental das Pessoas Privadas de Liberdade (PPL), enfatizando os hábitos saudáveis como estratégia de vida em maior harmonia com o ambiente, bem como a importância do exercício da auto-estima, superação e buscando a regulação emocional, preparando-as para a liberdade.  

A atividade é baseada na Lei de Execução Penal Nº 7.210, de 11 de julho de 1984, que constituem direitos do reeducando.

 A abertura da semana do reeducando no Centro de Detenção Provisório Feminino ocorreu no dia 5 de agosto, com atividades desenvolvidas pelo terapeuta educacional Cleverson Guimarães.

Foi realizado um torneio de futsal com três times. A ação teve a participação de 25 reeducandas e o torneio teve sua final no dia 7 de agosto. No dia 6 de agosto, foi realizado o dia da Beleza com as reeducandas da unidade Centro de Detenção Provisório Feminino.

“O momento teve o objetivo de resgatar o autoestima das reeducandas, tendo em vista que cuidar da aparência eleva a autoestima, humor e a disposição. A ação ocorreu no salão Lisbela com a Cabeleireira Karla Alexandra e o apoio da assistente social da unidade Patrícia Silva.

A ação teve um total de sete atendimentos, selecionadas pela direção e pelo Serviço Social. Foram realizados serviços de corte, escova, hidratação, coloração, reconstrução capilar e design de sobrancelha.

O Centro de Detenção Provisório Feminino (CDPF) promoveu nesta quinta-feira, (29), palestras educativas alusivas ao Dia Mundial do Combate ao Tabagismo, para as reeducandas.  A temática tem como finalidade conscientizar as internas sobre os malefícios causados pelo cigarro. 

A atividade contou com a presença de 14 internas, residentes do Pavilhão 3, da unidade. As ações de conscientização foram realizadas pela Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) e pela Umanizzare Gestão Prisional, empresa que faz cogestão em cinco presídios do Estado. 

O psicólogo do CDPF, Igo Felipe, começou a palestra abordando os motivos que levam as pessoas ao fumo, acrescentando que muitas começam a fumar porque vêem as colegas de confinamento fazendo.  

“Se não for possível evitar este envolvimento direto com pessoas que fumam, uma boa dica é praticar atividades físicas com frequência, uma vez que os exércitos trazem a sensação de prazer”, recomendou o psicólogo as internas.  

Em seguida, o psicólogo falou sobre as formas de apresentação do tabaco e as doenças que podem ser causadas pelo cigarro.   “A nicotina atinge o cérebro em apenas 10 segundos e muito rapidamente provoca dependência química. E, além disso, pode causar várias doenças como inflamações nos brônquios e vários tipos de câncer. Além disso, pode causar envelhecimento precoce e vários outros problemas, como ansiedade”, concluiu Igo Felipe Almeida.  

Para fechar a palestra foi passado um vídeo educativo às reeducandas e ao final foram sorteados kits de higiene pessoal às assistidas e entregue uma cartilha de orientação sobre tabagismo.

Tratar a dependência emocional é caminho mais eficaz para largar o cigarro, dizem especialistas 

Em 29 de agosto é celebrado anualmente o Dia Nacional de Combate ao Fumo, a fim de reforçar ações nacionais que sensibilizem a população carcerária do Amazonas sobre os prejuízos que o tabaco acarreta, seja economicamente, ambientalmente e, principalmente, na saúde das pessoas, a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) e a Umanizzare Gestão Prisional, empresa que faz cogestão em cinco unidades do Estado, promovem uma série de atividades nesta semana para  conscientizar os custodiados sobre as consequências do cigarro para o corpo humano. 

 Segundo especialistas o tabagismo é uma das principais causas de mortes evitáveis em todo o mundo. Os dados são da Organização Mundial da Saúde (OMS).

O tabagismo é uma doença crônica, que atinge milhões de pessoas ao redor do mundo e também é responsável por ocasionar diversas doenças, que vai desde o câncer de pulmão a doenças que atingem diversos órgãos. “Além do câncer o hábito de fumar pode causar diversas enfermidades, como, por exemplo, infarto agudo do miocárdio, enfisema pulmonar, trombose arterial e venosa, acidente vascular cerebral (AVC)”, explica o médico da Umanizzare, Elivaldo de Melo. 

 Falso prazer – Durante as atividades junto aos presos, os profissionais da saúde querem desmistificar que fumar traz prazer e tranquilidade – e que nesse sentido fumar seria uma resposta à frustração, sem, entretanto, obter sucesso.

De acordo com a coordenadora de projeto da Umanizzare, Maria Domingas Printes, as palestras sobre o tema são trabalhadas o ano inteiro, porém em datas significativas como o Dia de Combate ao Tabagismo as atividades são reforçadas, para alertar os fumantes sobre os perigos do tabagismo, bem como de encorajar os internos a largar o fumo, pelos efeitos negativos que ele traz para a saúde”, disse a coordenadora.

“Percebemos que os internos acabam criando esse hábito do uso de tabaco no presídio, por questões de tensão, estresse. Durante as palestras, além de alertar para os malefícios que o cigarro causa, lembramos os internos da importância de participar dos projetos desenvolvidos especialmente para eles, nas áreas de esporte, educação e que fazem toda a diferença para a saúde física e mental deles”, acrescenta Domingas. 

Unidades – Todas as unidades cogeridas pela Umanizzare Gestão Prisional no Amazonas terão atividades voltadas para do combate ao tabagismo e ao câncer bucal, conforme calendário criado pelos gestores de cada presídio.

Sobre a data – O Dia Nacional de Combate ao Fumo foi criado através da Lei Federal nº 7.488, de 11 de junho de 1986, que tem como proposta alertar a população sobre os malefícios advindos do uso do fumo (cigarros, charutos, etc).

Nove em cada dez mortes por suicídio podem ser evitadas. O dado, da Organização Mundial da Saúde (OMS), indica que a prevenção é fundamental para reverter essa situação, garantindo ajuda e atenção adequadas. A primeira medida preventiva é a educação.

O mês de setembro é voltado para a prevenção do suicídio, mas nas unidades prisionais do Amazonas as ações começam nesta segunda-feira, (26), e se intensificarão no mês alusivo a efeméride.

A programação do “Setembro Amarelo” da Secretaria da Administração Penitenciária (Seap) e da Umanizzare Gestão Prisional Privada, empresa que faz cogestão em cinco unidades do Estado – terá palestra, terapias ocupacionais, roda de conversa, distribuição de folders e filmes sobre a temática para os reeducandos.

O objetivo é de orientar e prevenir situações de suicídio estimulando a valorização pela vida nos presídios.

De acordo com a gerente técnica da Umanizzare, Sheryde Karoline, suicídio é um ato de comunicação. As atividades propostas ainda segundo ela, vem de encontro a necessidade de perder o medo de se falar sobre o assunto. “O caminho é quebrar tabus e compartilhar informações. Esclarecer, conscientizar, estimular o diálogo e abrir espaço para campanhas contribuem para tirar o assunto da invisibilidade e, assim, mudar essa realidade. Quem se mata, na realidade tenta se livrar da dor, do sofrimento, que de tão imenso, parece insuportável e que o a campanha, “Setembro Amarelo” realizada todos os anos dentro dos presídios acontece justamente para reforçar o amor próprio entre os custodiados”, enfatizou a gerente.

 A coordenadora de projeto da Umanizzare, Maria Domingas Printes, ressalta que o  sofrimento, o arrependimento, a própria situação de cárcere, o abandono familiar são fatores que influenciam para o surgimento de pensamentos suicidas e até atentados contra a própria vida no ambiente prisional.

“Por esses motivos, nossos assistente sócias também estarão focados em ouvir os familiares, queremos dar a oportunidade para que falem sobre sua dor e possíveis situações que revele a dor do parente encarcerado”, pontua a coordenadora.

Números – O fato é que o suicídio é um fenômeno complexo, de múltiplas determinações, mas saber reconhecer os sinais de alerta pode ser o primeiro e mais importante passo.  Hoje, 32 brasileiros se suicidam diariamente. No mundo, ocorre uma abreviação da vida a cada 40 segundos.

O médico clínico geral Elivaldo de Melo, reforça que o que torna essa ação importante é mostrar os sinais de um possível suicídio. Saber a diferença de tristeza para a depressão, ajudá-los a preencher o vazio, o abandono familiar e também aceitação do momento que eles estão vivendo no cárcere”, afirma o médico.

No final de setembro, cada as cinco unidade prisionais amazonense deverão apresentar o resultado dos encontros que foram realizados durante essas semanas com os profissionais e os detentos. “Como cada unidade tem a própria realidade as atividades são diferentes, mas no fim o resultado é sempre de tentar ajudá-los a cuidar da saúde mental”, finalizou Sheryde.

A experiência de levar capacitação e estimular o empreendedorismo entre as mulheres do Centro de Detenção Provisória Feminino (CDPF), localizada no km 08 da BR-174 (Manaus-Boa Vista), está aumentando a procura das internas pelo projeto Lisbela. A partir desta quinta-feira, (21/08), uma nova turma começa a receber o curso profissionalizante de manicure e pedicure dentro da unidade. A capacitação é promovida pela Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) e a Umanizzare Gestão Prisional, empresa que faz cogestão em outras cinco penitenciárias do Amazonas. 

Serão 60 horas de aula, sendo seis horas por dia com instruções teórica e prática para 12 reeducandas inscritas nesta edição. De acordo com a professora contratada pela Umanizzare, Arlene Araújo da Silva, mais do que a beleza, a manicure deve se preocupar com a saúde da clientela, além da sua própria. 

Durante o curso, serão repassadas informações para que a profissional não entre na mira da Vigilância Sanitária, quando se tornarem empreendedoras: lavar as mãos antes de atender cada pessoa; abrir a embalagem dos alicates, espátulas e outros instrumentos de metal na frente do cliente; perguntar ao cliente se possui alguma alergia a esmalte ou outro produto a ser utilizado; colocar luvas descartáveis e só retirá-las quando concluir o serviço, serão assuntos tratados neste curso.

 “Além de evitar a contaminação de doenças, (aids, hepatite B e C), fungos (micoses), com esses cuidados, irá garantir o retorno da cliente.  É o diferencial de uma boa profissional das mãos e pés”, ressalta a professora. 

Identificando e tratando doenças – Outro diferencial do curso será a identificação de possíveis doenças de unhas, tais como: descamação; ondulação e quebra, para poder dar aquele toque importante para a cliente de que é hora de procurar um profissional da saúde. 

“É sempre um desafio levarmos atividades e capacitação que incentivem a autonomia das internas para que, quando elas deixem a unidade prisional, já possam ter uma alternativa imediata de trabalho”, destaca a coordenadora técnica da Umanizzare, Sheryde Karoline. 

Para a diretora do CDPF, tenente Socorro Freitas, o esforço de humanizar o sistema penitenciário passa obrigatoriamente pela oferta de oportunidades de trabalho e capacitação. “Nosso intuito é ofertar o maior número de cursos de capacitação visando o retorno das presas à sociedade”, afirma Socorro. O projeto Lisbela também garante a redução da pena.

No local há lavatórios, cadeira, espelheira, poltronas de cabeleireira, cadeiras para manicure, refrigeração, insumos, secador, chapinha, máquina de cortar cabelo, dentre outros equipamentos necessários à consolidação do projeto, que prima pela ressocialização por meio do empreendedorismo.

Com o objetivo de orientar os reeducandos sobre a necessidade da higiene bucal e a importância do flúor para a saúde dos dentes, a Umanizzare Gestão Prisional – empresa que faz cogestão em cinco unidades da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) – realizou ação do projeto “Prevenir para Sorrir”, criado para evitar doenças na boca.

Em Itacoatiara, município localizado a 269 km em linha reta de Manaus, 56 internos da Unidade Prisional de Itacoatiara (UPI), dos pavilhões A, B e Triagem e enfermaria receberam uma palestra educativa sobre escovação dental e a importância do uso do flúor. 

 “Nosso objetivo é orientar os reeducandos a assumirem a responsabilidade por sua própria saúde bucal, evitando algumas doenças comuns entre os presos, como gengivite (inflamação da gengiva), periodontite e câncer bucal”, enfatizou Jucenilda Costa de Oliveira, dentista da unidade. 

Para a atividade a profissional contou com a contribuição dos Agentes Promotores de Saúde, Rodrigo Amazonas Rolim no Pavilhão A e Mebeson Bessa Prado, no Pavilhão B.

Reeducandos: Para o reeducando Samuel Correa Tavares o projeto é muito importante pois pode evitar uma série de problemas, inclusive perda dos dentes por falta de escovação.   “Faço questão de ouvir e executar o que foi ensinado”, disse Samuel.  

Prevenir para Sorrir – O projeto de saúde bucal “Prevenir Para Sorrir”, foi lançado em 2016 pela Umanizzare Gestão Prisional Privada, e é realizado em todas as unidades do sistema prisional cogeridas pela empresa no Estado.

 Ao final da ação, são entregues kits de higiene, com antisséptico bucal, escova, creme e fio dental, toalha de mão e sabonete, a todos os reeducandos.