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Dez reedundas do Centro de Detenção Provisória Feminino (CDPF) participaram nos dias 7, 21 e 28 de junho, de aulas de violão dentro do Projeto Harmonizar. O projeto acontece por meio de uma parceria entre a Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) e a Umanizzare Gestão Prisional.

Nos cursos de canto coral e violão em grupo, foram desenvolvidas aulas teóricas e práticas com o tema “Conjunto de Notas Musicais”.

De acordo com o professor Miquéias da Silva Fernandes, nas aulas teóricas, as reeducandas conheceram que os sons formam as notas, que geram os acordes e produzem as composições musicais. O objetivo é mostrar o caminho percorrido pelo músico quando é feito a execução musical no violão, de modo que o conhecimento musical tem que estar muito bem consolidado na cabeça do músico para que o mesmo possa ter uma boa performance na hora de fazer uma apresentação.

Miquéias Fernandes disse que nas aulas práticas foram ensaiadas as combinações de notas e a composição dos acordes, onde as reeducandas pegaram o violão e começaram a tocar o instrumento, com o objetivo de extrair uma melhor sonorização ao executar uma peça musical no instrumento.

O professor disse que as reeducandas conseguiram executar os exercícios apresentados nas aulas, de modo que conseguiram tocar, musicas fáceis com notas simplificadas. Houve também o momento de cantar várias canções ao final de cada aula.

A Unidade Penal de Itacoatiara (UPI) realizou uma palestra sobre a “Importância da Imunização” para os reeducandos. O evento tem o objetivo de ajudar toda a comunidade carcerária a diminuir os casos de doenças. Participaram os internos do Pavilhão A, Triagem e enfermaria, no total 52 presos. A palestra aconteceu no dia 14 de junho.

Durante a palestra os internos foram orientados pela enfermeira Graciane Fábio, que falou sobre os riscos caso não haja a vacinação. A enfermeira ressaltou, ainda, que tomar vacinas é a melhor maneira de se proteger de uma variedade de doenças graves e complicações, que podem até levar à morte.

“Embora as doenças que possam ser prevenidas pela vacinação se tenham tornado raras, os agentes virais ainda estão em circulação, por este motivo, é importante estarmos sempre vacinados, principalmente em lugares vulneráveis, como os presídios”, explica Graciane Fábio.

Para o reeducando Pedro Iris, graças a vacinação, ele pode ficar livre de doenças que antes na infância levava à morte, pois não tinha a alternativa de proteção.

A enfermeira da unidade, Graciane Fábio, disse que as vacinas são substâncias que possuem função de estimular nosso corpo a produzir respostas imunológicas a fim de nos proteger contra determinada doença. “Elas são produzidas a partir do próprio agente causador da doença, que é colocado em nosso corpo de forma enfraquecida ou inativada. Apesar de não causar a doença, as formas atenuadas e inativadas do antígeno são capazes de estimular nosso sistema imunológico”, disse a enfermeira.

Internas do Centro de Detenção Provisória Feminino (CDPF) receberam, nesta semana, novas orientações sobre as atribuições dos profissionais de enfermagem que trabalham na unidade.

Durante palestra, as reeducandas receberam esclarecimentos sobre: medicação, prescrições médicas, o respeito da hierarquia da saúde: médico, enfermeiro e auxiliares.

“Nosso contato com as presas é frequente, porém muitas vezes elas não entendem que não somos autorizados a dar medicamentos, principalmente antibióticos, não podemos prescrever, salvo exceção quando a paciente é gestante, pois existe um protocolo de liberação que autoriza tal procedimento, diz o enfermeiro da unidade, Anderson Pompeu, ressaltando que as presas fazem essa solicitação.

Uma das participantes disse que achava que os enfermeiros podiam dar medicamentos sem ter de pedir ou comunicar os médicos e que agora ela entende quando o profissional diz que vai falar com o médio, ou a orienta a marcar consulta.

“Além disso, quando temos de ir ao médico, mesmo que só pra pedir medicamento, já saímos de lá com a realização de uma consulta, o doutor sabe identificar sintomas e a necessidade da gente”, afirmou a participante da palestra.

Uma mãe divorciada, aposentada e superprotetora que precisa lidar com o fato de que os filhos cresceram e começam a achá-la inconveniente. Este é o enredo da comédia que tem Paulo Gustavo (Dona Hermínia) como personagem principal do filme “Minha mãe é uma peça”, que será exibido nesta quarta-feira (05) na  programação do Projeto Cine Cultura, para as internas do Centro de Detenção Provisória Feminina (CDPF).

O Projeto Cine Cultura é uma atividade desenvolvida pela Umanizzare Gestão Prisional, empresa que faz cogestão em seis unidades da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), para promover momentos de lazer e de reinserção as internas.

As atrações são selecionadas por uma equipe técnica formada por psicólogas da Umanizzare, de acordo com o tema a ser abordado e buscam trabalhar os conflitos, educar e orientar ludicamente os presos.  Após o filme, é aberto um espaço para debates onde os reeducandos expressam opiniões sobre o filme e a experiência adquirida.

Uma das reeducandas que participou da atividade, disse que de forma bem humorada, o filme trouxe boas lembranças dela com as filhas. “Muito idêntico ao que vivia com minhas filhas – o convívio, os dilemas, as implicâncias e o amor maior que o mundo. Eu tenho tido muita saudade desses e outros momentos com minhas filhas.”

As internas do Centro de Detenção Provisória Feminino (CDPF) estão recebendo qualificação profissional na área de estética. O curso de maquiagem teve início em maio (21) e deve ser concluído na segunda quinzena do mês de junho.

A capacitação profissional faz parte do “Projeto Lisbela”, desenvolvido pela Umanizzare Gestão Prisional, empresa que faz a cogestão de seis unidades prisionais no Amazonas em parceria com o Centro de Educação Tecnológica do Amazonas (Cetam).

As aulas práticas foram realizadas de forma dinâmica, entre as internas, com embasamentos teóricos e abordando técnicas de preparação de pele, antes e depois da maquiagem, limpeza facial, correção de sobrancelhas, aplicação de cílios postiços, maquiagem para uso diário, maquiagem para noite, além de maquiagens temáticas, como de festa junina.

Segundo a gerente técnica da Umanizzare, Sheryde karoline, o estímulo a cursos profissionalizantes e noções de empreendedorismo estão sendo intensificados nas unidades prisionais. “Estamos promovendo, a inclusão de novos cursos e também o reforço das modalidades já existentes no sistema prisional. As atividades são essenciais para despertar interesses profissionais nas pessoas que estão custodiadas e para tirar o tempo ocioso”.

Além dos certificados de conclusão do curso, previsto para serem entregues no final do mês de junho, as alunas que participam do “Projeto Lisbela” também são beneficiadas com a redução da pena.

A gerente de operações, Maria Domingas Printes, ressalta que os cursos são focados em habilidades que possam promover autonomia e geração de renda. “Por meio dos cursos e atividades na unidade, as detentas acabam tendo uma chance de evitar o retorno ao sistema prisional. O objetivo maior é apresentar opções para elas terem sucesso e respeito produzindo produtos e serviços pelos seus esforços”, afirma a gerente.

Projeto Lisbela – O Projeto Lisbela foi criado em agosto de 2015 e consiste em um salão de beleza implantado na unidade prisional que tem o objetivo de profissionalizar as detentas e ajudar na recuperação da auto-estima de muitas outras. Hoje, estão instalados no local cadeira lavatório, espelheira, poltronas de cabeleireira, cadeiras para manicure, refrigeração, insumos, secador, chapinha, máquina de cortar cabelo, dentre outros equipamentos necessários.

As modalidades que são promovidas para as internas consistem em várias áreas da estética como corte e escova de cabelo, colorimetria, manicure e pedicure, depilação, cuidado com as sobrancelhas, maquiagem e penteados.

O Núcleo de Aprendizagem Profissional (NAP) realizou a 4ª Edição do projeto Remição Pela Leitura no Centro de Detenção Provisória Feminino (CDPF). O projeto foi orientado de acordo com a recomendação nº 44, de 26 de novembro de 2013 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que dispõe sobre atividades educacionais complementares para fins de remição de pena pelo estudo.

O projeto acontece por meio de uma parceria entre a Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) e a Umanizzare Gestão Prisional. O objetivo do projeto é dar continuidade como parte da dinâmica prisional, incentivando o hábito da leitura como forma de conhecimento, favorecendo a mudança de comportamento à medida que ocupará seu tempo com uma atividade educacional, assumindo responsabilidade com prazos e com a qualidade de sua produção.

As atividades da “Remição Pela Leitura” foram divididas em duas etapas, a distribuição das obras a serem lidas no começo do mês e prova escrita e oral ao final do mês.

No total, oito reeducandas participaram da ação. O movimento foi desenvolvido pelo setor de psicologia, representado pelo psicólogo da unidade Igo Felipe Almeida da Silva, com o apoio de projetos, Luciane Lopes.

O psicólogo destaca a importância de o projeto verbalizar a aceitação das reeducandas, o hábito da leitura na rotina dentro da unidade prisional, o estímulo a novos hábitos e outras possibilidades de vida. “O retorno é muito gratificante, uma vez que a leitura possibilita um melhor aprendizado e desenvolve o raciocínio da reeducanda”, explica.

As avaliações foram realizadas sob orientação do enfermeiro da unidade Anderson Viana e o educador físico Lemichel Hayden de Araújo, responsáveis em avaliar o desempenho de cada reeducanda.

Na conclusão do projeto as reeducandas apresentaram o teor da obra literária, se identificaram com a atividade e foram aprovadas com ressalvas e observações. “Elas apresentaram comportamento adequado, discurso coerente com a situação, todas aprovadas e indicadas dar continuidade na atividade na próxima edição”, ressaltou psicólogo da unidade Igo Felipe Almeida da Silva.

A reeducanda Vera Marinho leu o livro “Auto da Compadecida” de Ariano Suassuna, após a leitura, ressaltou a importância do projeto dentro da unidade prisional e como tem mudado a rotina das colegas. “Esse projeto mudou nossa rotina, temos algo pra fazer dentro das celas”, declara Vera.

Internas do Centro de Detenção Provisória Feminino (CDPF) estão recebendo aulas de musicalização, por meio do “Projeto Harmonizar” – desenvolvido pela Umanizzare Gestão Prisional, empresa que faz cogestão em seis unidades da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap).

O curso de música, nas modalidades – canto coral e violão em grupo, está avançado na unidade, as aulas começaram em abril e as reeducandas já escolhem os repertórios que serão apresentados nas festividades natalinas e de virada do ano.

Ao final deste mês, as internas devem receber os certificados de educação musical e uma nova turma já foi selecionada para iniciar a atividade.

As atividades do “Harmonizar” são desenvolvidas uma vez por semana, quando o professor vem até a unidade e se reúne com as alunas em um espaço destinado a atividade. Em um período de três meses em um total de 12 aulas, com turmas de 6 a 12 detentas.


Projeto de música “Harmonizar” foi criado exclusivamente para os reeducandos (as) do sistema prisional do Estado, estimula a criatividade dos presos (as) por meio de uma linguagem artístico-musical.

O objetivo do projeto é promover a ressocialização e a consequente reinserção das internas ao convívio social, através do aprendizado e de atividades musicais desenvolvidas nos presídios, com noções para flauta doce, violão em grupo, canto e coral.

De acordo com a gerente de projetos da Umanizzare, Maria Domingas Printes, as reeducandas são bem receptivas ao projeto.  “A ideia é oferecer as internas uma atividade que promova, o resgate da autoestima e a dignidade humana, aproveitando-se o tempo ocioso das apenadas para cantar, fazer música e ressocializar”, explicou Domingas.

O professor de música, Miquéias Fernandes, ressalta que o projeto é realizado desde 2018 nas unidades prisionais cogeridas pela Umanizzare. “Como experiência pessoal, as aulas estão sendo bem gratificantes, porque tenho visto o retorno de todo o trabalho. A música tem a função de transmitir algumas mensagens que algumas vezes somente a palavra falada não consegue. A música envolve sentimento, sonorização e mudança de sentimentos”.

Projeto Harmonizzar – O projeto foi criado exclusivamente para os reeducando do sistema prisional do Amazonas e tem como principal finalidade o resgate da autoestima e a dignidade humana, aproveitando-se o tempo ocioso dos(as) apenados(as) para cantar, fazer música e ressocializar.

Sobre a decisão do Governo do Amazonas de não renovar o contrato de cogestão do Complexo Penitenciário Anísio Jobim (COMPAJ), a Umanizzare Gestão Prisional Privada esclarece:

  1. Assim que for comunicada oficialmente, cumprirá fielmente o cronograma de transição, auxiliando o Governo do Estado na garantia da estabilidade do sistema.
  2. A empresa permanece atuando em conjunto com a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária – SEAP nas atividades-meio, como limpeza, alimentação, assistência material, cursos profissionalizantes, suporte psicológico, social, ocupacional, atendimento médico, odontológico, farmacêutico e ambulatorial.
  3. A Umanizzare está habilitada a prestar os serviços de cogestão e vai avaliar a sua participação em uma possível nova licitação.

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A Umanizzare lamenta a morte de 55 reeducandos em quatro unidades prisionais do Estado do Amazonas. A empresa já criou uma força-tarefa de apoio psicossocial aos familiares.

A Umanizzare trabalha em conjunto com a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária – SEAP no apoio necessário à retomada da normalidade dentro das unidades, no escopo restrito de suas atividades que complementam a atuação do poder público.

A empresa reafirma seu papel de cumprimento das atividades-meio dentro dos presídios, como limpeza, alimentação, assistência material, cursos profissionalizantes, suporte psicológico, social, ocupacional e religioso e atendimento médico, farmacêutico e ambulatorial.

As internas do Centro de Detenção Provisória Feminina (CDPF) assistiram a produção, que é uma história de amor, esperança e determinação.

Ally (Lady Gaga) era uma cantora amadora, pouco conhecida, que costumava se apresentar por prazer em um bar de travestis e tinha o trabalho de garçonete para pagar as contas.

Um dia, durante uma das apresentações, é vista pelo famoso cantor de country Jackson Maine (Bradley Cooper), que imediatamente se encanta com a voz da garota. A vida de Ally vira de cabeça para baixo quando Jack percebe o talento da moça e se apaixona por ela.

Seria Ally capaz de suportar os problemas com a bebida, com a cocaína e com as pílulas do amado? Este é o enredo da trama exibida na programação do Projeto Cine Cultura, para as internas do Centro de Detenção Provisória Feminina (CDPF).

As atrações são selecionadas por uma equipe técnica formada por psicólogas da Umanizzare, de acordo com o tema a ser abordado, e buscam trabalhar os conflitos, educar e orientar ludicamente os presos.  Após o filme, é aberto um espaço para debates onde os reeducandos expressam opiniões sobre o filme e a experiência adquirida.

Segundo o psicólogo da unidade, Igo Felipe Almeida,  a sétima arte levada para dentro dos presídios tem ajudado na socialização do interno.

              “Todos os filmes selecionados têm situações que, de uma forma ou de outra, podem ser usadas para trabalhar mudanças de atitudes e de comportamento que venham a beneficiar as relações interpessoais, bem como despertar em cada reeducando motivações que possam cultivar mudanças em sua vida”, afirma o profissional.

A reeducanda, Gabriella Mendes, disse que achou “ótimo para a nossa evolução social com as demais, algo que sai do nosso cotidiano e faz esquecer dos problemas diários que temos dentro da unidade.”

A atividade é semanal e tem o caráter de ressocialização.