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Os internos do Instituto Penal Antônio Trindade (Ipat), localizado no km 08 da BR-174 (Manaus-Boa Vista), começaram a receber nesta quinta-feira (17), atendimento médico por meio de mais um mutirão de saúde. A ação pretende atender, individualmente, todos os 600 internos que hoje cumprem pena na unidade.  A previsão de término do mutirão, que é promovido pela Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) e a Umanizzare Gestão Prisional é para esta sexta-feira (18).

Os atendimentos são realizados por uma equipe de saúde da unidade, composta por um médico, enfermeiro e um técnico de enfermagem. O objetivo da ação e maximizar o atendimento aos internos e identificar a necessidade de saúde de cada um – principalmente de pele. 

Além de orientar os reeducandos sobre a importância do diagnóstico e tratamento de doenças infecciosas, os profissionais também medicaram os internos com remédios contra vermes e fungos.

“O principal foco deste mutirão é identificar, combater e de explicar o que eles precisam fazer para não ter doenças de pele, como micose por exemplo.  Além disso, é uma grande oportunidade para realizar atendimento medicamentoso de maneira assistida aos reeducandos”, enfatizou a médica responsável pela ação, Lívia Medeiro Serafim.

Desta vez foram usados no mutirão remédios como anbendazol, para tratar e até proteger o interno de vermes e parasitas como Ascaris lumbricoides, popularmente conhecido como lombriga e o fluconazol que tem como ação impedir o crescimento de fungos, como amebíase, giardíase e/ou tricomoníase, além de e micose.  Outro medicamento usado na campanha foi o nitrato de miconazol, loção cremosa, a qual que tem ação antibiótica, indicado no tratamento das micoses e candidíase cutânea generalizada, candidíase intertriginosa (frieira), micoses superficiais saprofitárias (Pitiríase versicolor e eritrasma).

Antes de iniciar o procedimento, os enfermeiros falaram sobre a importância da higiene pessoal e do ambiente. “Ações simples como a troca frequente das roupas, lençóis e fronhas nas celas, fazem toda a diferença para evitar a reinfecção”, disse a médica.