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Com o intuito de diminuir possíveis contágios que causam infecção aguda no sistema respiratório, a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) em parceria com a Umanizzare promoveu, durante o mês de abril e a primeira quinzena de maio, campanha de vacinação em combate ao vírus influenza, do tipo A, e seus subtipos, como a H1N1 e H3N2. Nas seis unidades contempladas (CDPF, CDPM, IPAT, PFM, UPI e UPP), o volume de vacinação superou expectativas, chegando ao total de 2.810 internos e 663 profissionais imunizados.

Stephanie Cristine, enfermeira lotada na CDPM, explica que esta imunização se faz importante devido às possíveis complicações ocasionadas pelo vírus, como a pneumonia. “A proposta da campanha é evitar ou diminuir, de forma substancial, o número de internações e mortes”, conta. A profissional ainda lembra que a infecção primária pode desencadear outras contaminações.

A ação, realizada anualmente, se fez ainda mais importante neste momento em que se vive a pandemia da Covid-19. Desta forma, as instituições também contribuem para uma menor necessidade de hospitalização, ao proteger do influenza, colaboradores e reeducandos.

Sobre o vírus

Tornando-se conhecido mundialmente entre 2009 e 2010, o vírus influenza causa sintomas similares ao de uma gripe comum, como febre alta, mal-estar, dor de cabeça, espirros e tosse. Em alguns casos, ainda pode causar dificuldades de respiração ou falta de ar. Além disso, é altamente contagioso e pode viver de duas a oito horas em superfícies.

A vacinação é o melhor caminho para a prevenção. No entanto, algumas medidas diárias também podem ser feitas para evitar o contágio. Assim como para evitar a transmissão e contágio do Novo Coronavírus, lavar sempre as mãos e rosto, utilizar álcool em gel, não compartilhar utensílios de uso pessoal e evitar o contato com pessoas infectadas, são medidas a serem adotadas para se manter saudável.