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As reeducandas do Centro de Detenção Provisória Feminino (CDPF) participaram da 8ª edição do projeto de Remição pela Leitura. O projeto acontece por meio de uma parceria entre a Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) e a Umanizzare Gestão Prisional.

O projeto segue a recomendação nº 44, de 26 de novembro de 2013, do Conselho Nacional de Justiça e dispõe sobre atividades educacionais complementares para fins de remição de pena pelo estudo e estabelece critérios para a admissão pela leitura.

O psicólogo a unidade, Igo Felipe Almeida da Silva, disse que a metodologia aplicada é dividida em duas etapas: distribuição das obras a serem lidas no começo do mês, para as reeducandas residentes do Pavilhão 1, 2 e 3, e prova escrita e oral ao final do mês.

“A princípio foram selecionadas 35 reeducandas, porém participaram da prova escrita/oral somente 32 reeducandas”, disse o psicólogo.

Igo Silva disse que a atividade é realizada no Núcleo de Aprendizagem Profissional (Nap), no dia 30 de setembro. O psicólogo disse que objetivo da atividade é dar continuidade na dinâmica prisional, incentivando o hábito da leitura como forma de conhecimento e favorecendo a mudança de comportamento.

A atividade foi desenvolvida pelo setor de psicologia, representado pelo psicólogo da unidade Igo Felipe Almeida da Silva. A avaliação escrita/oral foi realizada com apoio do educador físico Rosinaldo Gomes e advogado Jerônimo Pereira da Silva Neto, que formaram a comissão avaliadora, responsável em avaliar o desempenho de cada reeducanda.

A reeducanda Adelia Frota Dias leu o livro “Pelas Portas do Coração”, da autora Zibia Gasparetto e ressaltou a importância da leitura dentro da unidade prisional e como o projeto tem mudado a rotina das colegas reeducandas.

“Já gostava de ler fora da unidade e aqui podemos ocupar o tempo com algo produtivo e para nosso conhecimento”, disse a reeducanda.

“Já tenho uma profissão, sou pedreiro.  E minha qualificação profissional veio de onde nunca imaginei, de um presídio. Preciso agradecer e dizer que posso sonhar com um futuro digno, melhor em sociedade”. As palavras são do reeducando Alexandre Silva e Silva, que participou do curso de pedreiro, promovido no Instituto Penal Antônio Trindade (Ipat), no km 8 da BR-174 (Manaus-Boa Vista) – pela Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) e a cogestora Umanizzare Gestão Prisional, através do programa Núcleo de Aprendizagem Profissionalizante (NAP). 

Além de Alexandre, outros 14 internos estão aptos a exercerem a profissão – seja por conta própria, empreendendo ou por contratação.  

O curso foi ministrado pela professora Sônia Reis, de segunda a sexta-feira, com carga horária de 100h –  distribuído entre a parte teórica, em que receberam conhecimento sobre os materiais de construções, entre eles:  aglomerantes, blocos e tijolos, as ferramentas, locação da obra, escavação da obra, fundação, viga baldrame, concreto, sapata corrida, alvenaria, revestimento, piso e contra piso e a prática,  quando colocaram a mão na massa e realizaram serviços de reforma nas paredes e no piso com a remoção e troca de azulejos e dos vasos sanitários da unidade. 

“Quando resolvemos ofertar o curso pensamos em duas situações, a primeira nosso trabalho de ressocializar, oferecer oportunidade para que fora daqui o reeducando ande sem precisar cometer mais crimes, e além disso, no segundo momento, no projeto de remição pelo trabalho, em que todos os participantes usaram o que aprenderam, na própria unidade, deixando a ociosidade, praticando e ganhando menos dias aqui dentro.  Então é muito gratificante participar deste encerramento, em que não houve desistentes, em que a dedicação era sentida por todos”, parabenizou o diretor do Ipat, Erivan Miller da Silva. 

Outras unidades: No próximo dia 15 de outubro será a vez dos reeducandos do Centro de Detenção Provisória receberem a capacitação de Pedreiro.  “Assim que certificarmos estes internos já queremos começar no CDPM, eles, inclusive, estão bastante empolgados com a ideia do curso que foi implantado este ano. É uma novidade da Umanizzare”, acrescentou Maria Domingas Printes, gerente de projetos da empresa. 

Até o mês de dezembro deste ano, a Unidade Prisional do Puraquequara também receberá o curso.

 “Queremos dar condições ao reeducando para trabalhar por conta própria. Capacitado na profissão, ele poderá atuar na área como pedreiro ou assistente. Um curso desse porte torna-se atrativo aos reclusos de liberdade, por possuir uma carga horária extensa e por se tratar de uma profissão que tem bastante oferta no mercado de trabalho, aliás esta é uma das preocupações da empresa ao oferecer uma qualificação”, acrescentou a gerente Técnica da Umanizzzare, Sheryde Caroline, ressaltando os princípios norteadores da Umanizzare – profissão, trabalho e família.

No dia Mundial do Coração, reeducandos da Unidade Prisional de Puraquequara (UPP), receberam uma palestra que abordou ações de prevenção de doenças do coração. A palestra aconteceu por meio de uma parceria entre a Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) e a Umanizzare Gestão Prisional.

A gerente de projetos da Umanizzare, Domingas Printes disse que a palestra teve como público-alvo reeducandos com diagnósticos de hipertensão arterial e diabetes mellitus.

“O objetivo da palestra é de alertar os reeducandos sobre a importância de manter uma boa saúde do coração”, disse Domingas Printes.

De acordo com a gerente de projetos, participaram da palestra 20 reeducandos com diagnósticos de hipertensão arterial e diabetes mellitus, onde foram realizados aferições de pressão arterial.

De acordo com a gerente de projetos, no Brasil, segundo o Ministério da Saúde, cerca de 300 mil indivíduos por ano sofrem infarto agudo do miocárdio, que acaba sendo fatal para 30% deles e os principais fatores de risco para eventos cardiovasculares são: hipertensão, diabetes, dislipidemia (níveis elevados de gordura no sangue), histórico familiar, estresse, tabagismo, obesidade, sedentarismo e doença da tireoide.

“O uso de drogas ilícitas, como uso de cocaína também pode levar ao infarto agudo do miocárdio”, ressaltou.

No dia 28 e 29 de setembro de 2019, doze crianças participaram das atividades do Projeto “O Pequenino”. O projeto acontece por meio de uma parceria entre a Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) e a Umanizzare Gestão Prisional.

De acordo com a assistente social Ana Maria Bezzera, o objetivo do projeto é ocupar o tempo das crianças que comparecem na unidade prisional, no dia da visita, no fim de semana.

“Utilizamos as atividades lúdicas para que as crianças tenham a oportunidade de aprender brincando, se distrair e amenizar as tensões geradas no ambiente carcerário”, disse a assistente social.  

Ana Maria Bezerra acompanhou os reeducandos Elijonison da Mota Torres e Rosimar Moraes Barros que receberam orientações de como desenvolver as atividades lúdicas com as crianças.

“Foi disponibilizado, pela Umanizzare e Seap, livros infantis, lápis de cor, tintas guache, palitos de picolé, desenhos para colorir e brinquedos fabricados pelos próprios reeducandos”, disse colaboradora.

O reeducando Elijonison da Mota Torres, que iniciou o acompanhamento no Projeto, relatou que gostou bastante de fazer as atividades com as crianças. Os dois filhos de Elijonison puderam brincar com outras crianças.

Para a assistente social Ana Maria Lima Bezerra, sempre que acontece o espaço do projeto O Pequenino, as crianças têm a oportunidade fazer várias atividades lúdicas. “As crianças brincam, correm, brincam com massinhas, jogam com bolinhas e de brincam com os brinquedos confeccionados pelos próprios reeducandos”, ressaltou.

Após passarem pelo Projeto Bambu – cuja finalidade é propiciar um ambiente adequado para a prática de estudos, preparando o reeducando para as provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja), chegou a vez dos população carcerária amazonense testar os conhecimentos que ganharam. 

A partir desta terça-feira (8), 38 reeducandos do Instituto Penal Antônio Trindade (Ipat) serão avaliados em novas provas da Certificação de Competências de Jovens e Adultos ( Encceja – PPL), para os ensinos fundamental e médio.  As provas fazem parte do calendário de avaliações da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) e Umanizzare Gestão Prisional, empresa que faz cogestão em cinco presídios do Amazonas. 

O Encceja-PPL é direcionado às pessoas que não tiveram a oportunidade de concluir os estudos na idade apropriada. As provas têm ainda o objetivo de avaliar o desempenho do interno para acesso ao ensino e a educação superior, por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e Programa Universidade Para Todos (Prouni).

Segundo a gerente de projetos da Umanizzare, Maria Domingas Printes, o projeto é uma possibilidade dos internos se reconhecerem como cidadãos através da educação.

 “O Encceja se destina às pessoas que não tiveram a oportunidade de concluir seus estudos na idade apropriada e atualmente estão detidas em unidades prisionais ou socioeducativas. É uma porta para a liberdade deles, assim como para a cidadania e a cada ano que passa os reeducandos estão tendo mais consciência da importância desse exame”, afirmou a gerente. 

Unidades:   Todas as outras quatro unidades cogeridas pela Umanizzare: Unidade Prisional do Puraquequara (UPP); Centro de Detenção Provisório Masculino (CDPM); Unidade Prisional de Itacoatira (UPI) e o Centro de Detenção Provisório Feminino (CDPF) passaram pela avaliação no decorrer do mês de outubro.   

Se aprovado, o detento (a) passa direto para o ensino médio. O apenado que obtiver aprovação no Encceja terá também 1.600 horas de remição da pena, conforme os artigos 126 a 129 da Lei de Execução Penal (Lep), considerando a recomendação nº 44 de 26 de novembro de 2013, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Como funciona o Encceja –  As provas do Encceja tem 30 questões de múltipla escolha cada uma. Também é preciso fazer uma redação. O horário do exame se dá entre as 7h às 12h e das 14h às 19h.  O reeducando será considerado habilitado a receber a certificação do ensino fundamental ou médio se atingir o mínimo de 100 pontos em cada uma das áreas de conhecimento: Ciências Naturais; História; Geografia; língua Portuguesa; Redação e Matemática.“A educação constitui um meio para a redução da exclusão social e a aplicação deste exame para pessoas privadas de liberdade é um gesto de cidadania e boa vontade. Todos os nossos agentes estão empenhados em deixar os reeducandos o mais à vontade possível, para que alcancem a nota necessária para o certificado”, acrescenta Domingas.

As reeducandas do Centro de Detenção Provisório Feminino (CDPF) participaram durante esta semana de uma palestra sobre o “Dia Nacional de Combate ao Colesterol. A atividade foi promovida pela Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) e a Umanizzare Gestão Prisional, cogestora de cinco presídios do Amazonas. 

Dezesseis internas compartilharam dos conhecimentos aprendendo sobre os fatores que contribuem para a elevação dos índices do colesterol.

Durante a atividade o professor de educação física da unidade, Rosinaldo Gomes de Sá Júnior, alertou as reeducadas sobre a necessidade de exercícios físicos e de manter uma boa alimentação, seja para prevenir ou para o tratamento do colesterol. 

“Não trata-se de uma busca a cura e sim um controle que pode ser feito por medidas de estilo de vida ou por medicamentos. Embora muitas pessoas achem o colesterol uma substância maléfica, ele é primordial para o funcionamento do corpo humano. Para isso, no entanto, seus níveis devem estar sempre controlados” disse o professor de educação física da unidade, Rosinaldo Gomes.

Os reeducandos da Unidade Prisional de Itacoatiara (UPI) participaram durante esta semana de uma palestras sobre o “Dia Nacional de Combate ao Colesterol. A atividade foi promovida pela Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) e a Umanizzare Gestão Prisional, cogestora de cinco presídios do Amazonas. 

Sessenta e cinco internos do Pavilhão A, Triagem e enfermaria compartilharam dos conhecimentos, aprendendo sobre os fatores que contribuem para a elevação dos índices do colesterol. Com o tema: “Fatores que contribuem para a elevação dos índices do colesterol”, a enfermeira, Graciane Fábio, falou dos tipos de colesterol existentes, complicações e como identificar. Foi realizado uma dinâmica de perguntas e respostas, o que tornou a atividade mais divertida e de fácil compreensão.

“Não trata-se de uma busca da cura e sim um controle que pode ser feito por medidas de estilo de vida ou por medicamentos. Embora muitas pessoas achem o colesterol uma substância maléfica, ele é primordial para o funcionamento do corpo humano. Para isso, no entanto, seus níveis devem estar sempre controlados” disse a enfermeira. 

O encerramento foi com uma dinâmica em grupos, onde os participantes tinham que escrever na cartolina respostas corretas conforme o tema. 

Os reeducandos da Enfermaria Psiquiátrica, do anexo do Centro de Detenção Provisória de Manaus (CDPM) receberam no último dia 25, atividades relacionadas ao Setembro Amarelo – campanha de prevenção ao suicídio. 

Cerca de 23 internos assistiram a uma palestra sobre o que pode levar uma pessoa a pensar em abreviar a vida. 

 “Falamos sobre depressão, sobre o uso de drogas e por consequência os efeitos que ela traz para o psicológico do usuários. Também ressaltamos junto aos reeducandos a importância de um prestar atenção no outro, ficar alerta as a atitudes, seja nas falas que podem estar carregadas de ódio ou tristeza, a ficar mais introspectivo”, disse a psicóloga Neiva de Souza Mar. 

Além da palestra, os profissionais do setor de psicologia da Umanizzare Gestão Prisional, empresa que faz cogestão em cinco presídios do Amazonas, também participaram de uma dinâmica teatral, em que um interno se passava por uma pessoa em sofrimento com ideias suicidas e um outro que atuava como conselheiro – mostrando os caminhos que poderiam conversar o amigo a mudar e desejar viver. 

Ao final da atividade houve uma confraternização com sucos e pipocas para animar a conversa.

Os reeducandos do Centro de Detenção Provisória Masculino (CDPM) receberam a 16ª Edição do Projeto Remição pela Leitura de 2019, com livros que abordam temas nas áreas de superação pessoal, laços familiares, romance, ficção e literatura brasileira. O projeto acontece por meio de uma parceria entre a Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) e Umanizzare Gestão Prisional.

O Projeto de Remição de Pena pela Leitura na unidade CDPM atende a recomendação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), da resolução n° 44, de 26 de novembro de 2013, com reeducandos sentenciados.

O projeto tem como objetivo estimular o empoderamento, desenvolver as potencialidades de crescimento pessoal e intelectual na reinserção social, minimizando pensamentos de negatividade gerada pela situação de cárcere.

Com o início do projeto, a psicóloga da unidade, Pâmela do Amarante disse que foram entregues as obras literárias aos reeducandos que têm de 20 a 30 dias para ler a obra escolhida, para então, passar pela avaliação escrita e oral ao final do prazo estabelecido.

“Desta forma, obedecendo o cronograma das atividades, foram realizadas avaliações escrita e oral, aproveitando o ensejo da ocasião, foram entregues ainda as obras literárias da 17ª edição da remição pela leitura”, disse a psicóloga.

A psicóloga explicou que a defesa da obra lida pelos reeducandos contou com a participação de uma banca examinadora composta pelos membros do corpo técnico da própria unidade, além da psicóloga Pâmela, a advogada Érica Costa e a assistente social Gecilene Silva.

A psicóloga informou que durante a defesa da obra, os reeducandos puderam expressar suas emoções, identificação com a história do livro e os personagens. “Todos os participantes tiveram um bom desempenho de interação social e intelectual no decorrer da atividade”, disse Pâmela.

Cerca de 16 reeducandas do Centro de Detenção Provisória Feminino (CDPF) participaram no dia 30 de setembro, às 11h, da palestra “Direitos, Deveres e Cidadania”. O projeto aconteceu por meio de uma parceria entre a Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) e a Umanizzare Gestão Prisional.

A palestra foi ministrada pela advogada Joelma Takeda de Moraes e o advogado Jerônimo Pereira da Silva Neto. De acordo com a advogada Joelma Takeda, a palestra iniciou abordando os principais aspectos da prisão domiciliar.

“A palestra teve o objetivo de esclarecer o instrumento processual, para que os apenados possam conhecer os seus direitos e garantias”, esclareceu a advogada.

Após a conclusão da palestra, a advogada disse que foi dado espaço para que as internas participassem do momento, perguntando, tirando dúvidas e fazendo questionamentos.