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Umanizzare Brasil

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Internos dos pavilhão D, do Instituto Antônio Trindade (Ipat), estão participando de um torneio de futsal. O evento esportivo está movimentando mais de 30 detentos divididos em 16 times e vem sendo realizado pela Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), e a Umanizzare Gestão Prisional, empresa que faz a cogestão em seis unidades prisionais do estado.

Segundo o professor de educação física, Elres Alves Barbosa,  o torneio é dividido por chaves e classificatório, quem perder está fora.  O time vencedor receberá troféu e medalhas.

 “O esporte, por meio do torneio de futsal, promove saúde e solidariedade aos participantes, pois melhora a circulação do sangue, ajuda na queima de calorias e na liberação de suor e ainda conseguimos trabalhar o autocontrole e o respeito entre os reeducandos”, afirma o professor.

 Para o reeducando Luciano Barbosa da Silva, a prática desportiva ocupa a mente, faz passar o tempo e proporciona um bem estar para o corpo e qualidade de vida quebrando a ociosidade. “Me diverte, é uma interação super positiva” disse.

A gerente técnica da Umanizzare, Sheryde Karoline, destaca a importância da inclusão esportiva nas unidades, ressaltando que dentro ou fora das prisões o esporte socializa e cria espaços de convivência.

 “Com o torneio alcançamos vários objetivos:  prevenção de doenças, controle de peso,  prazer e bem estar, até mesmo porque tem relação direta com questões como saúde física e mental”, reforça a gerente.

 Os torneios irão acontecer em todas as unidades prisionais do Amazonas sob a cogestão da Umanizzare, gradativamente. Os internos do Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj)  e da Unidade Prisional de Itacoatiara (UPI) já estão em processo de seleção de jogadores e as competições devem começar no próximo mês.

Um aplicativo para Android e Iphone vai disponibilizar todas as informações de gestão e ações promovidas pela Umanizzare Gestão Prisional dentro das unidades prisionais onde a empresa faz a cogestão. Nesse novo formato, também será possível criar uma biblioteca digital de conteúdo sobre gestão.

O aplicativo terá como principal objetivo divulgar o book de resultados da Umanizzare, das principais ações da empresas e números alcançados, mas, também, vai proporcionar maior acessibilidade de informações e disponibilizar para o público interno e externo serviços diversos da empresa, além de realizar uma prestação de contas dos serviços.

O aplicativo vai oferecer, de forma gratuita, publicações da Umanizzare Gestão Prisional, reunindo temas variados, serviços e realizações da empresa, com objetivo de construir um relacionamento de confiança e credibilidade entre a empresa e pessoas físicas e jurídicas.

A proposta é apresentar o formato do book, que a Umanizzare faz no modelo impresso, em uma ferramenta totalmente digital e de fácil acesso para todos, com resultados das ações jurídicas, de assistência social, odontológica, médica, psiquiátrica, psicológica e de enfermagem.

No aplicativo, também estarão reunidos dados e números do projeto Bambu, do programa de Remição pela Leitura, do Núcleo de Aprendizagem profissional, do projeto Plantando a Liberdade, Mãos Livres, do projeto Lisbela: Empreendedorismo e Autoestima, Espaço Terapêutico e Projeto Harmonizar.

Para o diretor jurídico e porta voz da Umanizzare, André Caires, o aplicativo dará mais visibilidade nas ações promovidas pela Umanizzare. “Temos vários projetos de grande importância que são realizados dentro das unidades. Posso destacar o projeto Remição Pela Leitura, que é executado em 100% de todas as unidades. Essas informações vão estar no aplicativo de fácil acesso para o público”, destacou André Caires.

O gestor da InforCensus, empresa que criou a ferramenta, Marcos Dollis, o aplicativo foi desenvolvido para que a Umanizzare tenha mais um canal de comunicação com a sociedade e através da ferramenta publicar no formato de revistas os resultados obtidos com os projetos realizados para a população carcerária no estado do Amazonas.

“A Umanizzare deverá continuar evoluindo a ferramenta, na medida em que perceber novas necessidades, ou seja, futuramente, o aplicativo poderá ter outros recursos de interação com a sociedade”, disse.

Detentos estão entre os mais vulneráveis a doenças sexualmente transmissíveis, como vírus da Hepatite, imunodeficiência humana (HIV), entre outras.

O teste rápido para a detecção de doenças como HIV; Hepatite B; e Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST) é um dos serviços realizados durante todo o ano pelas equipes de saúde da Umanizzare Gestão Prisional, empresa que faz a cogestão de seis presídios do Amazonas junto a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), dentro das unidades, por meio das triagens, além da distribuição de camisinhas aos detentos.

Nesta semana, 20 reeducandos da   ala da enfermaria Psiquiátrica – anexo ao Centro de Detenção Provisória Masculino (CDPM) estão passando por exames de testagem rápida para diagnosticar possíveis doenças infecciosas e sexualmente transmissíveis.

Enquanto os testes são aplicados, os internos participam simultaneamente do projeto “Cine Cultura”, como forma de entreter os custodiados e deixar o ambiente tranquilo, principalmente entre os presos que possuem aquele ‘medo’ da agulha.  

Os testes rápidos – são exames nos quais a execução, leitura e interpretação do resultado ocorrem em, no máximo, 20 minutos, sem a necessidade de estrutura laboratorial. Podem ser realizados com amostras de sangue total obtidas por punção digital ou punção venosa, e também com amostras de soro, plasma e fluido oral.

Projeto – O “Cine Cultura foi idealizado pela Umanizzare e é uma atividade realizada semanalmente, todas às sextas-feiras.  Os filmes são selecionados pela equipe técnica, de acordo com o tema a ser abordado, e buscam trabalhar os conflitos, ou educar e orientar ludicamente.  Após o filme, é aberto um espaço para que os reeducandos possam expressar o que sentiram e debaterem sobre o que aprenderam.

“O cinema, no âmbito educativo, proporciona um ambiente ideal para ajudar as pessoas privadas de liberdade a tomarem decisões conscientes e responsáveis. Além disso, o trabalho junto aos pacientes psiquiátricos se torna ainda mais humanizado, descontraído”, explica a coordenadora de projetos da Umanizzare, Maria Domingas Printes. 


Reeducandos da Unidade Prisional de Itacoatiara (UPI) e do Centro de Detenção Provisória Feminino (CDPM) estão recebendo, nesta semana, palestras com o tema:  Cometimentos de faltas graves e consequência na execução da pena.   Durante o curso, foram repassados aos internos(as) as principais normas, do código de postura do interno perante a Administração e o Estado, pressupondo formação ético-social.

As palestras são desenvolvidas por meio da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) e da Umanizzare Gestão Prisional, empresa responsável pela cogestão de seis presídios no Amazonas, com orientação direta dos advogados junto aos presos (as).

É importante que os internos conheçam não só seus direitos, mas também os deveres, afinal se uma parcela maior de internos obtivessem auxílio satisfatório no processo de reeducação durante a detenção, a sociedade seria beneficiada com a diminuição dos índices criminológicos e, ainda, os próprios internos achariam novamente seu espaço dentro do meio social”, disse um dos palestrantes e advogado dos custodiados da UPI, Fábio Alves Barbosa.

A advogada do CDPF, reforçou que a palestra é mais uma oportunidade para o diálogo em busca da ressocialização, “nosso trabalho é tornar o ser humano privado de liberdade novamente capaz de viver pacificamente no meio social, de forma que seu comportamento seja harmonioso. Esse curso é de muita importância para deixar as internas informadas acerca das consequências e medidas disciplinares que pode ocorrer em caso de faltas cometidas pelas mesmas. Assim como são munidas de direitos, também tem deveres, acrescentou a advogada da Umanizzare, Joelma Takeda.

O reeducando Patrick Pinto da Costa, que cumpre pena no pavilhão “B” da UPI aproveitou o momento para tirar dúvidas sobre remição de pena, perguntando quando começa a contar o tempo para efeito de benefício de progressão de regime. Em resposta, o advogado da Unidade informou que a data base, que seria o marco inicial para progressão de regime, se dá pela última prisão, ou seja, pode ser pela data da prisão em flagrante ou pela data da prisão após sentença condenatória ou preventiva.

Lei de Execuções Penais – Exemplares da “Cartilha de Direitos e Deveres dos Reeducandos”, elaborada para garantir às pessoas privadas de liberdade o acesso às informações básicas, como direitos e deveres, prevenção à saúde e rotinas de atendimento técnico, são distribuídas nos pavilhões e durante as palestras para as pessoas recolhidas atualmente e àquelas que estão chegando aos presídios.

“Nosso intuito é conscientizar os presos de que por mais longo que parece a sentença, eles vão sair e precisam entender o processo da ressocialização. Tudo na vida é um aprendizado, no caso deles, estão aprendendo da forma mais difícil, por estarem privados de liberdade”, ressaltou Joelma Takeda

Cerca de 10 reeducandas do Centro de Detenção Provisória Feminino (CDPF), participaram na manhã desta quinta-feira (16), do curso profissionalizante de maquiagem. O curso acontece por meio de uma parceria entre a Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) e a Umanizzare Gestão Prisional.

De acordo com Luciane Lopes, que atua como apoio de projeto da Umanizzare, o curso acontece no Núcleo de Aprendizado Profissional (NAP), e tem carga horária de 60h semanais, sendo obedecido 6h diárias de aula.

“No curso, as reeducandas saem do tempo ocioso, e encontram uma saída para vencer no dia-a-dia, em uma luta constante contra a tristeza e a depressão pelas condições do cárcere”, disse Luciane Lopes.

A instrutora do curso, Aline Jordão, explicou que as reeducandas tiveram uma boa aceitação com as aulas de maquiagem, que tem ajudado muito para quando estiverem fora do ambiente prisional.

“Elas aprendem uma profissão aqui na unidade que servirá como uma fonte de renda extra quando deixarem a prisão. As participantes do curso são bastante interessadas em aprender, elas interagem umas com as outras, são participativas, empolgadas e dedicadas”, disse a instrutora do curso.

A reeducanda Daiane Seixas, 27, disse que o curso serve como uma oportunidade para se profissionalizar e aprender algo novo que servirá para uma nova vida fora da prisão. “O curso é importante, também, para ocupar nossa mente, e termos uma alternativa de trabalho quando sair da prisão, além de termos a oportunidade de remir a pena pela participação do curso”, disse a reeducanda.

         

A 1ª Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho (Sipat) da Umanizzare Gestão Prisional foi aberta na manhã desta segunda-feira, na área externa do Instituto Penal Antônio Trindade (Ipat), no Km 8 da BR-174 (Manaus-Boa Vista), e vai até o próximo dia 27 em todas as seis unidades onde a empresa faz a cogestão prisional junto com a Secretaria Estadual de Administração Penitenciária (Seap). 

                A programação de abertura teve a participação de cerca de 400 colaboradores da empresa. O objetivo do evento é a conscientização e a sensibilização em relação à segurança e a saúde ocupacional dos participantes no ambiente de trabalho.

         “Durante a Sipat, vamos abordar ações, palestras e atividades que tenham o intuito de potencializar o tema, trabalhando a conscientização e sempre elevando a responsabilidade de prover um ambiente mais seguro para as pessoas que estão no dia-a-dia”, explicou a gerente de RH da Umanizzare, Érika Borges.

                Segundo Érika, o Sipat vai trazer, ainda, um viés motivacional, por meio das palestras de motivação, de relacionamento e de integração entre a equipe. “O evento é direcionado para o nosso público interno, mas, que tem sobre o ponto de vista de gestão e de prática, muito positiva”, disse.

                Ainda de acordo com a gerente de RH, cada unidade prisional vai ter uma programação de palestras. “Convidamos todos os departamentos da Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) e o intuito é que tenhamos 30 minutos de abertura do evento. Teremos ainda na abertura, a Banda Fanfarra da Polícia Militar do Amazonas (PM-AM)”, informou Erika Borges.

                Para o gerente regional da Umanizzare, Kleuton Silva, a semana do Sipat é muito importante para as unidades cogeridas pela empresa, pois leva o conhecimento e as boas práticas da prevenção e segurança no trabalho.

                “Como é o primeiro ano que estamos promovendo o evento, acredito que tenha um peso maior, tanto para a Seap, como também, para a Umanizzare, que se preocupa com o funcionário lá na ponta”, disse o gerente Regional.

                Kleuton Silva explicou que existe uma programação em todas as unidades prisionais, que vão participar intensamente das atividades que vai acontecer durante toda a semana, até a sexta-feira (24).

                 Já o diretor em exercício do Ipat, Miler da Silva, o evento é uma necessidade para todas as unidades prisionais do Amazonas. “A participação do próprio Estado, juntamente com a Umanizzare, vai ter um peso gigantesco durante o evento. A semana de prevenção contra acidentes de trabalho serve como qualificação desses profissionais que atuam dentro das unidades”, disse Miler Silva.

A Umanizzare Gestão Prisional contabilizou 204 mil atendimentos de serviços prestados nas áreas jurídicas, de assistência social, odontológica, médica, psiquiátrica, psicológica e de enfermagem. Os dados foram apresentados nesta terça-feira (14), durante  coletiva de imprensa que reuniu veículos de comunicação, no Nobile Suítes Manaus Airport, na Torquato Tapajós, na Zona Norte de Manaus.

                De acordo com o diretor jurídico e porta voz da Umanizzare, André Caires, foram 204.185 mil atendimentos, desse total, 24.419 mil foram atendimentos jurídicos, 31.378 mil assistência social, 9,055 assistência odontológica, 5.238 mil atividade jurídica, 114.176 de enfermagem, 10.630 assistência médica (Clínico Geral), 2.268 assistência psiquiátrica, além de 7.021 assistências psicológicas.

                Caíres apresentou, ainda, os resultados relacionados aos programas e projetos, acolhimentos e ações realizadas pela empresa nas unidades prisionais do Amazonas.

                “Outro dado importante, é total de dias remidos, que somaram 8.852 mil em 2018, desse total, 861 foram remição por trabalho, 1.288 por estudo e 6.703 por participação nos projetos”, detalhou o diretor jurídico.

                “O evento serviu para apresentar todos os esclarecimentos necessários da cogestão da Umanizzare nas unidades prisionais do Amazonas e as atividades que são promovidas para os reeducandos”, disse o porta-voz.

                Os projetos de resocialização também foram apresentados como o Bambu, do programa de Remição pela Leitura, do Núcleo de Aprendizagem profissional, do projeto Plantando a Liberdade, Mãos Livres, do projeto Lisbela: Empreendedorismo e Autoestima, Espaço Terapêutico e Projeto Harmonizar.

                “Temos vários projetos de grande importância, que são realizados dentro das unidades. Posso destacar o projeto Remição Pela Leitura, que é executado em 100% de todas as unidades”, destacou Caíres.

                Segundo o porta-voz, o Projeto Remição pela Leitura acontece por meio de uma parceria entre a Secretária de Educação e Qualidade de Ensino (Seduc), a Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) e a Umanizzare Gestão Prisional.

                “Esses projetos são previamente validados pelo diretor da unidade. Em cada unidade, tem o projeto de leitura, o projeto do Pequenino, Bambu, e nós dependemos do Estado para fazer a cogestão, para que possamos ter sucesso em todas as atividades realizadas”, disse André Caíres.

                O porta-voz disse que a empresa administra seis unidades prisionais no Amazonas através de um contrato de cogestão.  “Nós temos uma população carcerária em torno de 4,6 mil presos, reeducandos que são administrados pela Umanizzare”, informou.

Até agosto, os internos da enfermaria psiquiátrica, anexa ao Centro de Detenção Provisória de Manaus 1, estarão colhendo verduras e legumes produzidos na unidade. Oito canteiros começam a ganhar estrutura e vida pelas mãos dos presos por meio do projeto “Plantando a Liberdade”, desenvolvido pela Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), em parceria com a Umanizzare Gestão Prisional, empresa que faz cogestão em seis presídios do Amazonas.

Além do caráter terapêutico e profissionalizante, o projeto irá assegurar o fornecimento diário de verduras à população carcerária. As plantações são diversificadas e envolvem hortaliças e legumes, como alface, couve, rúcula, almeirão, cebolinha, salsa, coentro, pimenta, cenoura, abobrinha verde e quiabo.

O reeducando Fabrício (nome fictício) é um dos três presos que estão recebendo informações técnicas, com aulas teóricas e práticas sobre qualidade do solo, manuseio de adubos, sementes e a forma correta para a colheita das hortaliças. “Já acordo pensando em mexer na terra, em ver se a mudinha está crescendo. Além do conhecimento que estou ganhando e vou usar, minha casa fica na zona rural de Manaus, é como um sítio, o que me proporciona enxergar um recomeço, com renda lícita para manter minha família”, avalia.
UPP e Compaj – Nos próximos dias, o projeto “Plantando a Liberdade” beneficiará também os internos do Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj) e da Unidade Prisional do Puraquequara (UPP). No Compaj, serão criados 22 canteiros para iniciar as atividades de plantio. Na UPP, a área para a implantação já está em análise.

Em Itacoatiara o cultivo já acontece há cinco anos, agora o “Plantando a Liberdade” chega também ao Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj); Centro de Detenção Provisória de Manaus (CDPM) e a enfermaria psiquiátrica – anexo do CDPM.

“O trabalho nas hortas funciona como processo terapêutico e benéfico para a higienização mental da pessoa aprisionada, além de contribuir para reconstrução dos laços sociais do reeducando, na medida em que ele retoma uma função em sociedade”, afirma o coordenador, ressaltando que as aulas práticas já começaram no Compaj.

Compostagem – No Anísio Jobim, além das oficinas de horticultura, os internos irão aprender sobre compostagem orgânica, uma vez que será desenvolvido um local para a destinação correta dos resíduos orgânicos. A finalidade é fazer, das sobras dos alimentos, adubo para as hortas. As ações fazem parte do compromisso social em humanizar a rotina dos apenados e investir na capacitação deles, visando a sua reinserção no mercado e promovendo dignidade humana por meio de atividades produtivas.

Internos da Unidade Prisional de Puraquequara (UPP) participaram do encerramento do curso de Eletricista Predial, na tarde desta última quarta-feira (08/05). O curso profissionalizante faz parte dos projetos de ressocialização, que capacitam os internos para trabalharem após o cumprimento de suas penas. A atividade é incentivada pela Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) e a empresa cogestora da unidade, Umanizzare Gestão Prisional.

Ao todo, dez internos foram formados como eletricistas. Com direito a certificação, todos os internos se encontram aptos a cumprirem a função, recebendo ainda título de bom aproveitamento e êxito pelo instrutor do curso.

Segundo o diretor da unidade, Jean Carlo, o objetivo é o de qualificar os internos para o mercado de trabalho, devolvendo-os ressocializados para a sociedade. “Damos a eles a opção de trabalhar em uma profissão, podendo ser empregado ou autônomo. Dessa forma, começa uma nova etapa na vida desses internos. Uma oportunidade de ter um novo começo longe da vida do crime”, comentou.

Durante todo o período de realização o curso, foi trabalhado o conhecimento específico da área de instalação elétrica, de forma a consolidar esses saberes na vida dos Internos. O curso capacita para diversas atividades relacionadas a instalações residenciais e comerciais, como fiação, cabeamento, instalação de quadros elétricos ou caixa de energia e iluminação, entre outros.

Reeducandos do Instituto Penal Antônio Trindade (Ipat) receberam uma palestra sobre Higiene Bucal, com o tema ‘Câncer Bucal’. O cirurgião dentista Mauro Medeiros de Oliveira e a assistente de saúde bucal, Rejane Marques do Nascimento, ministraram a palestra.

A palestra acontece por meio de uma parceria entre a Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) e a Umanizzare Gestão Prisional. No total, 20 reeducandos do pavilhão B participaram.

Durante a palestra, os reeducandos mostraram interesse no assunto, relataram que irão ter mais cuidado com a higiene bucal deles e ficarão atentos a qualquer anormalidade na cavidade oral.

Após a palestra, houve um sorteio de 10 kits odontológicos (creme e escova dental) e foram entregues folders demonstrativos. A distribuição dos materiais teve o apoio de Francisca Kelly Freitas, que é do corpo técnico da Umanizzare.

Cuidados

O câncer bucal é uma doença grave que ocorre na região da boca, se descoberto na fase inicial e tratado, as chances de cura chegam a 80%, confirmando que sua detecção precoce é importante para o sucesso do tratamento.