Author

Umanizzare Brasil

Browsing

Reeducandos do Instituto Penal Antônio Trindade (IPAT) participaram na quarta-feira, 1 ° de agosto, do curso de música que é promovido no “Projeto Harmonizar”. O projeto é realizado pela Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) em parceria com a cogestora das unidades prisionais, a Umanizzare Gestão Prisional.

De acordo com o professor responsável pelas aulas de música, Miquéias Fernandes, o projeto foi criado exclusivamente para os reeducandos do sistema prisional do Amazonas e tem como principal objetivo o resgate da autoestima e a dignidade humana, aproveitando-se o tempo ocioso dos presos para cantar, fazer música e   ressocializar.

“A educação musical permite ao ser humano buscar um equilíbrio entre razão e a emoção, provocando reflexão.

Miquéias Fernandes explicou que com as aulas de música, os reeducandos desenvolvem a linguagem musical e oral, juntamente com habilidades rítmicas, visuais, motoras, físicas e psicológicas.

O professor Miquéias Fernandes afirmou que os reeducandos promovem várias apresentações, a partir dos propostas apresentadas dentro do projeto harmonizar.

“Entre as aulas oferecidas aos internos estão a de canto coral, flauta doce, oficina e de violão em grupo.  As aulas acontecem semanalmente em cada unidade, com apresentações internas a cada etapa concluída do curso”, disse Miquéias.

Na primeira semana do mês de agosto, reeducandas do Centro de Detenção Provisório Feminino (CDPF) participaram de curso de oficina em EVA no “Projeto Mãos Livres”. O projeto é desenvolvido mediante parceria entre a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) e a cogestora das unidades prisionais no Amazonas, a Umanizzare Gestão Prisional.

De acordo com a gerente técnica da Umanizzare, Sheryde Karoline, o projeto busca promover o processo de ressocialização da população carcerária, e, sua reinserção na família e na sociedade por meio das capacitações profissionais.

“O objetivo do projeto é elevar a autoestima, combater a ociosidade e promover uma alternativa de ganho de renda familiar extra às reeducandas, criando artesanatos por meio do Projeto Mãos Livres”, disse a gerente técnica.

 

 

Sheryde explicou que o Projeto tem um papel fundamental na rotina das internas, que podem transformar o tempo ocioso dentro da unidade em novos aprendizados.

Conforme a gerente, as reeducandas afirmam que ganham expectativa de vida após a participação no projeto que é realizado dentro da unidade prisional. Sheryde informa que o projeto de confecção de artesanatos em EVA é a atividade de maior interesse das reeducandas.

 

 

O motivo é o material de fácil acesso, barato e muito colorido. “ O projeto, além de proporcionar a confecção de uma enorme variedade de produtos, leva o incentivo ao empreendedorismo”, ressaltou a colaboradora.

 

 

 

 

 

 

Cerca de nove reeducandas do Centro de Detenção Provisório Feminino (CDPF) receberam certificação de qualificação profissional no curso de manicure e pedicure, que aconteceu nessa primeira semana do mês de agosto. Com a certificação, as detentas estão  aptas a trabalhar em salões de beleza ou abrir o próprio negócio.

A capacitação é promovida pela Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) em parceria com a cogestora das unidades prisionais, a Umanizzare Gestão Prisional, por meio do “Projeto Lisbela”, que reduz a pena mediante cursos profissionalizantes.

 

 

Segunda a gerente técnica da Umanizzare, Sheryde Karoline, a cadeia, muitas vezes, gera transtornos, como depressão e variações de humor que contribuem para problemas enfrentados pelas reeducandas dentro das unidades prisionais.

“As atividades desenvolvidas nas unidades prisionais são importantes na vida das reeducandas, pois ajuda na recuperação da autoestima”, afirma a gerente técnica.

Sheryde também comenta que uma das internas relatou que sempre teve o interesse de fazer o curso de manicure quando estava fora da unidade prisional, mas, não tinha oportunidade por ser muito concorrido. “Apesar de se encontrar nessa situação privada de liberdade, o curso serviu para que a reeducanda ganhasse o conhecimento e as práticas sobre manicure e pedicure”, ressaltou a gerente técnica.

Projeto Lisbela – é realizado em uma sala que segue o mesmo modelo padrão de um salão de beleza, com lavatórios, cadeira, espelhos, poltronas de cabeleireira, cadeiras para manicure, secador, chapinha, máquina de cortar cabelo, enfim, todos os equipamentos necessários para que as alunas do curso possam vivenciar as aulas práticas, dentro de um ambiente profissional de trabalho. O objetivo do projeto é a ressocialização das reeducandas, por meio do empreendedorismo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Com o objetivo de sair da ociosidade e garantir uma renda extra, presos do regime fechado do Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj Fechado), dão continuidade ao processo semanal de confecção de luminárias em PVC, no “Projeto Mãos Livres”. O projeto está inserido na política de qualificação profissional da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), realizado em parceria com a Umanizzare Gestão Prisional, nas prisões do Estado.

De acordo com a terapeuta ocupacional do Compaj, Nelcineide Silva de Lira, com o projeto, os reeducandos garantem uma renda extra no final de cada mês e passam a receber qualificação profissional na confecção das luminárias.

“O projeto está inserido na política de qualificação profissional da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), realizado em parceria com a Umanizzare Gestão Prisional, nas prisões do Estado”, disse a terapeuta ocupacional.

A terapeuta ocupacional explicou que o Projeto Mãos Livres está focado na ressocialização e as oficinas têm cumprido vários papéis nas unidades, desde a mudança de comportamento dos internos, até no interesse de participar das atividades

“No curso de confecção de luminárias é ensinado às técnicas que envolvem a criatividade, a coordenação motora, o uso de matérias primas e decoração para a confecção dos objetos em PVC”, disse  Nelcineide Silva de Lira.

A terapeuta ocupacional afirma que o objetivo do projeto é tirar os presos da ociosidade, promover um momento de conhecimento técnico, que servirá em um futuro fora da unidade prisional. A colaboradora explica que os reeducandos podem comercializar os artigos de luminárias para obter uma renda para o sustento da família.

“Os participantes também ganham remição de pena pelo trabalho, podendo reduzir o tempo de permanência na prisão”, disse a colaboradora.  

 

“Procedimentos Operacionais e Monitoramento” será debatido entre os mais de 60 participantes em disciplina da 18ª edição do curso de “Formação de Agentes de Socialização” que acontece na sexta-feira, (20). A disciplina tem carga horária de 12h. O curso é oferecido pela Umanizzare Gestão Prisional.

De acordo com a gerente de RH da Umanizzare, Erika Borges, a disciplina traz uma ementa com conteúdos que tratam sobre a rotina da entrada e saída nas unidades prisionais e procedimentos de revista.

“Os participantes também vão ter conhecimento sobre equipamentos utilizados nas revistas e toda sistemática do procedimentos de revistas”, disse Erika Borges.

Conforme a gerente de RH, a disciplina trará discussões sobre postura e compostura no posto de trabalho, percepção e sinais de anormalidade, utilização das áreas solários e de lazer, galerias e pátio de sol, manutenção nas celas, disciplina de eventos atípicos e ocorrências gerais envolvendo os presos.

“Nesse contexto, os participantes aprendem sobre a questão de apreensão de celulares, brigas, apreensão de drogas e substâncias ilícitas, lesões corporais, homicídios, além de terrorismo postal”, disse a gerente de RH.

Erika Borges explica que os participantes passam a aprender sobre sistema de CFTV-Monitoramento Eletrônico, tipos de câmera, locais de instalação em instalações prisionais, operacionalização de câmeras e a importância do monitoramento eletrônico na rotina penitenciária.

Metodologia

Erika Borges explica que a metodologia da disciplina será com aulas expositivas com utilização de mídia, apresentação (Data show/computador), além da discussão em grupo. A gerente de RH disse que a avaliação será feita por meio de frequência, participação, comportamento e teste escrito.

Produtos confeccionados por internos do Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj) e da Unidade Prisional de Itacoatiara (UPI) e artesanatos produzidos pela população carcerária feminina do Centro de Detenção Provisória Feminino (CDPF) fizeram parte de um “stand” na 2ª Mostra Laboral do Sistema Prisional Brasileiro. Os itens foram produzidos no “Projeto Mãos Livres”, desenvolvido por uma parceria entre a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) e a Umanizzare Gestão Prisional.

Conforme material publicado no site do Jornal À Crítica, o Estado do Amazonas está com um “stand” de produtos e artesanatos produzidos por detentos do sistema prisional amazonense na 2ª Mostra Laboral do Sistema Prisional Brasileiro. A exposição acontece desde terça-feira (24) e vai até quinta-feira (26) em Florianópolis (SC). A Secretaria de Estado de Administração Penitenciária enviou mais de 100 itens para compor o evento.

 

 Créditos: SEAP

Entre os projetos de maior destaque nas unidades prisionais da capital e interior, estão as oficinas do projeto “Mãos Livres”, que capacita e profissionaliza detentos em atividades artesanais e laborais. Todos os itens em amostra no evento em Santa Catarina são de módulos do projeto “Mãos Livres”, como a oficina de produção de luminárias, artesanato com biscuit e cestas de vime. Além dessas oficinas o projeto também capacita para produção de sabonetes artesanais, confecção de chinelos, artesanato com chocolate, dentre outros. O projeto é coordenado pela empresa Umanizzare, junto com a equipe técnica das unidades prisionais do Amazonas.

De acordo com o secretário de Estado de Administração Penitenciária, coronel da Polícia Militar, Cleitman Coelho, as atividades laborais dos detentos do Amazonas foram retomadas em 2018, após um ano de pausa por conta dos eventos no sistema prisional ocorridos em 2017.

“No início deste ano retomamos todas as atividades existentes e projetamos novos cursos para serem colocados em prática nas unidades prisionais. Ainda temos projetos de novas capacitações e ações laborais, que estamos desenvolvendo e tirando do papel para os próximos meses. A participação do Amazonas no evento em Santa Catarina mostra a capacidade do nosso Estado em recomeçar após as dificuldades que passamos. Nosso objetivo é tomar outros Estados como exemplo e nos próximos anos apresentar mais trabalhos produzidos pela nossa população carcerária”, disse o secretário.

A abertura do evento contou com palestra do renomado médico, Drauzio Varella, que realiza atendimento médico em penitenciárias do Estado de São Paulo há aproximadamente 30 anos. Nos demais dias os participantes da mostra irão ter mesas redondas e palestras com autoridades do sistema prisional brasileiro e da América Latina.

O stand do Amazonas contou com luminárias em PVC e latas de leite em vários modelos e cores, objetos com biscuit, cestas de vime, camisas e guardanapos com pintura em tecido e bordados, além de bijuterias com sementes. Os itens foram produzidos por internos do Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj) e Unidade Prisional de Itacoatiara (UPI), e também com artesanatos produzidos pela população carcerária feminina do Centro de Detenção Provisória Feminino (CDPF).

 

 Créditos: SEAP

O Amazonas foi representado no evento por servidoras da Seap envolvidas no trabalho laboral dos detentos  Estado, entre elas a chefe do Departamento de Reintegração Social e Capacitação, Zuleide Nogueira, a diretora da Escola de Administração Penitenciária (Esap), Sônia Cabral e a coordenadora da Central Integrada de Acompanhamento de Alternativas Penais do Amazonas (Ciapa), Diatai Anute.

 

Créditos: SEAP
Créditos: SEAP

Os mais de 60 participantes da 18ª edição do curso de “Formação de Agentes de Socialização” aprenderam na quarta-feira (18), sobre a disciplina de “Saúde e Segurança no Trabalho”. O curso tem carga horária de 8h e traz conceitos sobre saúde e qualidade de vida.

De acordo com a gerente de RH da Umanizzare, Erika Borges, a ementa do curso menciona, ainda, sobre os fatores físicos e ambientais que favorecem a boa saúde e segurança no trabalho.

“Os participantes aprendem ainda a relacionar as doenças geradas no ambiente organizacional e as formas de preveni-las”, disse a gerente de RH.

Segundo Erika Borges, os participantes passam a ter conhecimento sobre a prevenção de acidentes no trabalho e cumprimento das normas regulamentadoras do NR’s. A gerente de RH disse que a ementa traz abordagens sobre os fenômenos micros e macros organizacionais que influenciam a saúde e a qualidade de vida.

“A ementa traz outras discussões, como a relação do trabalho-família e a prevenção das doenças de disfunções geradas no ambiente prisional”, disse Erika Borges.

Metodologia

Erika Borges explica que a metodologia da disciplina será com aulas expositivas com utilização de mídia, apresentação (Data show/computador), além da discussão em grupo. A gerente de RH disse que a avaliação será feita por meio de frequência, participação, comportamento e teste escrito.

A disciplina de “Gerenciamento de Crise”, foi tema trabalhado pelos mais de 60 participantes da 18ª edição do curso de “Formação de Agentes de Socialização”, promovido pela Umanizzare Gestão Prisional. O curso teve carga horária de 8h e os participantes aprenderam sobre o conceito e o gerenciamento de crise.

De acordo com a gerente de RH da Umanizzare, Erika Borges, os participantes aprenderam, ainda, sobre exemplos de crise, características de crise, doutrina de gerenciamento de crise, critérios de ação, classificação dos graus de risco e critérios de ação.

“Os alunos participantes aprenderam, também, sobre o dimensionamento das crises, as fases de gerenciamento, resposta imediata, operação e organização de posto de comando, localização, além do acesso a distribuição de tarefas”, disse a gerente de RH.

Erika Borges explicou que os participantes aprendem ainda sobre os elementos operacionais essenciais, organização de posto de comando, planejamento e condução, o processo de negociação, condutas importantes, uso de técnicas letais, alternativas táticas, invasão tática e resolução do conflito.

Erika Borges explicou que o objetivo geral da disciplina foi oferecer aos participantes o conhecimento sobre os procedimentos de gerenciamento de crise, para atuar na prevenção de situações críticas no ambiente carcerário, além de capacitar tecnicamente os candidatos a agentes e gerenciar as ocorrências de alto risco, priorizando salvar vidas e aplicar a lei de estabelecer a ordem.

Metodologia

Erika Borges explica que a metodologia da disciplina foi com aulas expositivas com utilização de mídia, apresentação (Data show/computador), além da discussão em grupo. A gerente de RH disse que a avaliação foi feita por meio de frequência, participação, comportamento e teste escrito.

A disciplina de “Introdução à Saúde no Sistema Prisional” foi tema de debate para os mais de 60 participantes da 18ª edição do curso de “Formação de Agentes de Socialização”, que aconteceu na quinta-feira (12). o curso é promovido pela Umanizzare Gestão Prisional. A disciplina teve carga  horária de 8h, e abordou temas como: HIV, Tuberculose, DSTs, Hepatites e noções básicas do Plano Nacional de Saúde.

De acordo com a gerente de RH da Umanizzare, Erika Borges, a ementa trouxe discussões sobre os processos sistemáticos de doenças infectocontagiosas em ambiente de carcerário, prevenção, formas de contágio e tratamento.

“O objetivo geral da disciplina foi trazer um processo de reflexão das ações que ampliem a compreensão do processo saúde e doença”, disse a gerente de RH.

Erika Borges disse que outro debate importante foi levar aos participantes do curso de formação de agentes de socialização a compreensão sobre os diversos riscos de contágios de doenças, como a tuberculose e doenças de pele. A gerente de RH explicou, ainda, que os participantes do curso de formação passaram a conhecer as formas de contágio, prevenção e tratamento das doenças sexualmente transmissíveis.

“Eles estudaram sobre a AIDS, hepatites e tuberculose, além de receberem o conhecimento que possibilitará que eles identifiquem os processos sintomáticos das doenças infectocontagiosas”, disse Erika Borges.

Metodologia

Erika Borges explica que a metodologia da disciplina será com aulas expositivas com utilização de mídia, apresentação (Data show/computador), além da discussão em grupo. A gerente de RH disse que a avaliação será feita por meio de frequência, participação, comportamento e teste escrito.

 

Os mais de 60 participantes da 18ª edição do curso de “Formação de Agentes de Socialização”, aprenderam sobre “Tratamento Penitenciário”, em disciplina ministrada no curso. Os objetivos gerais da disciplina foram: oferecer o conhecimento dos tipos de tratamento do sistema prisional, descrição da importância do papel da família e da comunidade na execução penal e analisar a evolução do modelo ressocializador, descrevendo os paradigmas da reintegração penal.

De acordo com a gerente de RH da Umanizzare, Erika Borges, a ementa do curso trouxe a temática sobre o estudo da evolução do ressocializador e os paradigmas da reintegração social. Além da abordagem sobre o tratamento penitenciário como política de garantia de direitos humanos, fator de redução de danos e minimização de vulnerabilidade que os sistema punitivo produz.

“Existe, ainda, a ementa de equilíbrio, limites e possibilidades entre a segurança e o tratamento penitenciário, a integração e complementaridade das garantias assistenciais dos presos”, disse a gerente de RH.

Erika Borges explicou que os participantes estudaram sobre o protagonismo da pessoa presa e integração social, além da política de individualização da pena, o papel e a atuação da família e da comunidade na Execução Penal.

“Podemos frisar a abordagem sobre a interface da política penitenciária com as políticas socais, a garantia do direito à assistência à saúde, social, jurídico, educacional, laboral, desportivo, cultural e religioso”, disse Erika Borges.

Metodologia

Erika Borges explica que a metodologia da disciplina será com aulas expositivas com utilização de mídia, apresentação (Data show/computador), além da discussão em grupo. A gerente de RH disse que a avaliação será feita por meio de frequência, participação, comportamento e teste escrito.