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        Aulas acontecem por meio do “Projeto Bambú” e preparam os reeducandos para o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) e o Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (ENCCEJA).

        Partindo da premissa que todos têm direito à Educação, a Unidade Prisional de Itacoatiara (UPI) está realizando as aulas preparatórias para os reeducandos interessados em participar do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e o Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja).

        A preparação dos internos para os exames acontece por meio do “Projeto Bambú”  da Umanizzare Gestão Prisional, empresa que faz a cogestão de seis presídios no Amazonas, administrados pela Secretaria Estadual de Administração Penitenciária, com o objetivo de oferecer as condições necessárias para que os reeducandos sejam bem sucedidos nas provas se preparando em grupos de estudos num espaço adequado.

        Duas turmas de 21 reeducandos recebem aulas diárias com conteúdo em:  Ciências Humanas, Exatas, Tecnológicas, Biológicas e Redação. As lições serão ministradas pelo monitor do Projeto Bambu – o reeducando e professor Rondineli Abreu Cavalcante, que tem formação superior em Ciências biológicas e pós-graduação Psicopedagogia.

        “Este projeto é de suma importância para garantir a educação e o crescimento profissional. Sinto-me honrado em poder contribuir, passar o que aprendi em uma universidade para meus colegas de confinamento. Além disso, com o projeto continuo me aprimorando”, relatou o reeducando.

        Rondineli Abreu Cavalcante foi acompanhado através de avaliação psicossocial antes de ser tonar o monitor do curso e demonstrou o interesse em desenvolver atividades voltadas à educação por ser sua área de atuação profissional. A direção da unidade o considerou apto e ele vem obtendo sucesso demonstrando mudanças positivas no seu comportamento, tendo prazer em participar do projeto e fazendo o que gosta, mesmo privado de liberdade.

        Para o diretor da unidade, Antônio Cordeiro, além de incentivar os reeducandos  a estudar, o projeto possibilita a remição de pena e emprego. “O espaço destinado ao “Bambu” estimula o hábito pelo estudo, leitura e mudança de comportamento, para que haja uma perspectiva de vida positiva”, disse o diretor.

        A psicóloga, Patrícia Mendes, reforça que todo projeto que incentiva os estudos é valido, pois muitos não tiveram a ampla visão de que com conhecimento surgem oportunidades melhores e que é constantemente explorado dentro da unidade, citando outros projetos educacionais e de reinserção como: Projeto Remição pela Leitura e Núcleo de Aprendizado Profissional (Nap).

        O reeducando, Paulo Sérgio Pacheco, é um dos voluntários em aprender; “Agradeço a oportunidade e a chance de participar desse projeto na certeza que todos nós participantes temos o mesmo pensamento que é o desejo e a vontade de mudar” acrescentou Paulo.

        Outras oportunidades: os responsáveis pedagógicos também encaminham os candidatos ao Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e demais sistemas relacionados à educação superior. Dependendo da nota da prova, os internos podem solicitar certificação do Ensino Médio e também concorrer a vagas pelo Universidade Para Todos (Prouni).

Com objetivo de levar momentos lúdicos para dentro das unidades prisionais do Amazonas, reeducandos tiveram aulas de músicas dentro do projeto Harmonizzar. As atividades são desenvolvidas por meio de uma parceria da Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) e a Umanizzare Gestão Prisional.

No Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), o projeto acontece todas às quartas-feiras no período da tarde e às sextas-feiras no período da manhã.

No Instituto Penal Antônio Trindade (Ipat), às terças-feiras, também no período da manhã. Na Unidade Prisional de Puraquequara (UPP), acontece às segundas-feiras das 9h às 16h. No Centro de Detenção Provisório Feminino (CDPF), às sextas feiras, das 13h30 às 15h. E no Centro de Detenção Provisória de Manaus (CDPM), às quintas-feiras, das 9h às 17h.

Atividade

A atividade musical contempla os cursos de violão. No mês de janeiro de 2019, as aulas estavam programadas no Compaj, na PFM, no Ipat, na UPP, no CDPF e no CDPM, para acontecerem durante todo o mês. No total 42 reeducandos, de todas as unidades, participaram do projeto.


O professor de cada unidade apresentou a proposta do curso aos participantes, foram ensinadas as notas musicais no violão e as batidas rítmicas. Também foi ministrada a aula sobre a iniciação à teoria musical e as divisões básicas da música.

De acordo com o professor Miquéias Fernandes, o reeducando tem recebido com bastante compreensão as aulas e executado no instrumento. “Os reeducandos conseguem tocar diversas canções com notas simples, além de cantar e acompanhar ao mesmo tempo. É possível perceber a evolução musical de cada participante e as mudanças de notas acontecem naturalmente. O clima na sala do Núcleo de Aprendizagem Profissional ( NAP) fica bastante descontraído, com o desenvolvimento das atividades musicais.

Cerca de 21 reeducandos na Unidade Prisional do Puraquequara (UPP) participaram do projeto de remição pela leitura. A atividade é desenvolvida por meio de uma parceria da Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) e a Umanizzare Gestão Prisional.

A atividade do projeto de remição na unidade iniciou no dia 28 de janeiro de 2019, no horário das 9h. Vinte e um reeducandos compareceram à sala do NAP (Núcleo de Aprendizado Profissional), juntamente com a equipe técnica formada pelos profissionais dos setores de Psicologia e Serviço Social.

O projeto contou com a participação das psicólogas: Alessandra Mendes Cabral, Jessyka Freire, e dos estagiários deste setor, Itamar Rosas e Nayron, já a equipe do Serviço social formada pelas assistentes sociais; Elisangela Rocha Marinho, Ketty Anne de Jesus dos Santos em conjunto com as estagiárias Erika Gomes e Adriana Bentes.

No horário previsto do acontecimento do projeto, os reclusos estavam na sala e começaram a realizar o relatório de leitura, no qual é necessário ser feita uma síntese de forma coesa e coerente, respeitando as pontuações e principalmente a ideia do autor do livro.

No dia 29 de janeiro de 2019 (terça-feira), respeitando os horários e abertura das celas novamente, iniciou-se a parte das explanações dos participantes, desta vez compareceram dezenove reeducandos. “Todos puderam explicar para a equipe da banca avaliadora o que entenderam do livro escolhido, alguns com um relativo domínio da obra lida, outros com algumas deficiências, porém era notório o esforço de estar ali e apresentar seu conteúdo”, disse a psicóloga Alessandra Mendes Cabral.

Segundo a psicóloga, o objetivo do projeto é a ressocialização do interno.

A edição do Projeto Remição pela Leitura foi realizada na Unidade Prisional de Itacoatiara (UPI) na terça-feira (29), às 8h. O projeto contou com a participação de 11 reeducandos, os quais elaboraram resenhas críticas sobre a obra lida. O projeto é desenvolvido por meio de uma parceria entre a Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) e a Umanizzare Gestão Prisional.

A comissão organizadora do projeto de leitura foi formada pelos colaboradores da Unidade Prisional de Itacoatiara, entre eles, estava a psicóloga Patrícia Mendes, a auxiliar de saúde bucal Ernanda Azevedo, o dentista Jucenilda Oliveira, a assistente social Ana Maria Lima e o advogado Michel Alex Maia, que distribuíram as obras selecionadas.

Os reeducandos participantes do projeto receberam orientações da comissão organizadora de como elaborar uma resenha crítica, obedecendo aos critérios do relatório de leitura (estética, limitação ao tema e fidedignidade da resenha). A possibilidade de remir a pena por meio da leitura é uma realidade na Unidade Prisional de Itacoatiara.

De acordo com a Recomendação n° 44 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), deve ser estimulada a remição pela leitura como forma de atividade complementar, especialmente para sentenciados, estimulando a educação e a profissionalização.

Para o advogado da Unidade Prisional de Itacoatiara, Michel Alex Maia, o conhecimento é uma ferramenta imprescindível para a evolução da sociedade, e no caso dos reeducandos o Projeto Remição pela Leitura acarreta, por meio dos livros, o conhecimento, dando um norte através da educação, para a ressocialização.

Para o reeducando Ivanildo Guimarães, o projeto é importante, pois pode aprimorar mais seu conhecimento através da leitura e viajar sem sair do lugar. “Além de me beneficiar com conhecimento, aprendizado e remição de pena”, ressaltou o reeducando.

Quinze internos da Unidade Prisional do Puraquequara (UPP) iniciaram o curso de Eletricista Predial nesta terça-feira (05/02). Esta é a primeira edição do curso de capacitação profissional em elétrica na unidade, sendo realizado pela Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) e pela empresa de co-gestão, Umanizzare Gestão Prisional.

O curso tem carga horária total de 160 horas, sendo ministradas aulas diárias com três horas de duração. Além disso, o planejamento das atividades destaca o estudo da teoria, seguido da prática com os materiais específicos. A qualificação educacional visa instruir e preparar o aluno para o mercado de trabalho. Os alunos que participarem das aulas ainda são incluídos no sistema de remição de pena da unidade através do estudo.

O curso capacita para diversas atividades relacionadas a instalações residenciais e comerciais, como fiação, cabeamento, instalação de quadros elétricos ou caixa de energia e iluminação, entre outros.

O professor Jones Barreto ministrará as aulas dentro da unidade prisional, apresentando desde a teoria até a prática, além de dar dicas valiosas ao reeducandos. “Os alunos se mostraram bastantes receptivos em relação ao curso. Eles estão bastante otimistas, querendo aprender e exercer a função como prestador de serviço ou autônomo”, comentou.

Incentivo – Além de ocupar o tempo ocioso dentro das unidades, as atividades do curso agem como meio de ressocialização, incentivando os internos à vida profissional. “É uma oportunidade que eu estou tendo de retomar minha vida, sendo uma forma de eu me capacitar e sair de uma vida de crimes, me tornando um profissional de qualidade”, comentou um dos alunos.

Remição de pena – A remição por meio do estudo está prevista na Lei de Execução Penal, de nº 12.433, na qual o condenado que cumpre a pena em regime fechado ou semiaberto pode remir um dia de pena a cada 12 horas de frequência escolar, caracterizada por atividade de ensino fundamental, médio, inclusive profissionalizante, superior, ou ainda de requalificação profissional.

Os reeducandos da Unidade Prisional de Itacoatiara (UPI) participaram esta semana de mais uma edição do “Programa Espaço Terapêutico”.  A dinâmica utilizada pelos psicólogos da Umanizzare Gestão Prisional foi a de transmitir confiança aos internos, com o objetivo de tornar mais humano o ambiente carcerário, por meio da troca de informação entre os participantes.

A equipe de profissionais da unidade, tendo à frente a psicóloga  Patrícia Mendes, desenvolveu o tema: “Troca de segredos”. A atividade consiste em que cada um dos participantes escrevesse num papel um segredo ou um problema que não se sentia confortável para falar em público. Em seguida os papéis eram trocados e cada um tinha de ler a mensagem em voz alta, assumindo aquele segredo como se fosse dele.

 “O objetivo da atividade é observar a empatia e o comprometimento do colega de confinamento em guardar segredo do que era tratado, fortalecendo assim a confiança com melhor feedback dentro do grupo”, explicou a psicóloga, que considerou a dinâmica muito proveitosa com o grupo, conseguindo encontrar soluções trocando ideias e conversando entre si.

O Espaço Terapêutico da UPI tornou-se um local essencial no programa de ressocialização dos internos, proporcionando aos participantes uma convivência mais agradável e fortalecendo os laços de amizade, afeto, empatia e respeito.

Ainda de acordo com Patrícia Mendes, essa dinâmica mostrou que quando você não se identifica fica mais encorajador a expor o que incomoda e isso possibilitou que a equipe de saúde mental da Umanizzare identificasse alguns casos que merecem acompanhamento individual dentro da unidade.

Para o reeducando, Rondineli Abreu, a atividade foi importante. “Tivemos a oportunidade de nos conhecermos mais, sem falar que acabamos dividindo com os outros participantes fatos que nos  incomodava. Saímos mais próximos e fortalecidos depois desta ação”, disse Rondineli.

Como parte da programação preventiva realizada nas unidades prisionais estaduais pela Secretaria de Administração Penitenciária (Seap), em parceria com a Umanizzare, foi encerrado, nesta sexta-feira (1), um mutirão de saúde no Instituto Penal Antônio Trindade (Ipat). Na ocasião, foram atendidos 1041 internos daquele presídio.

A ação visa evitar surto de doenças, principalmente de pele, na população carcerária. As atividades coordenadas pelo diretor do Ipat, Fernando Maurício Pedrosa Castelo Branco, envolveu uma equipe de cinco médicos, dois enfermeiros e seis técnicos de enfermagem.

Da última quarta-feira (30) até sexta-feira (1), 100% da população carcerária do Ipat foi atendida. Um total de 1041 detentos dos pavilhões A, B e C recebeu medicamentos e orientações médicas, que serão acompanhadas pela equipe de saúde da unidade.

“Esse trabalho faz parte de uma série de ações desenvolvidas pela Seap com a finalidade de levar a assistência médica nas unidades prisionais, seja no combate ou no tratamento de doenças”, disse o secretário da Seap, Marcus Vinícius de Oliveira Almeida.

Para o médico que coordenou o mutirão, Ítalo Felipe Alves Antunes, a  população carcerária representa um desafio aos cuidados de saúde pelas condições ambientais, contato íntimo e hábitos que os reeducandos são submetidos durante reclusão.

Segundo ele, “por meio do apoio operacional e multiprofissional, foi possível realizar atendimento básico de saúde aos mais de mil internos da unidade fundamental para o tratamento adequado. Além disso, foi possível identificar casos que necessitam de atendimento especial e serão levados para consulta ambulatorial nos próximos dias”, explicou o médico.

Ainda de acordo com Ítalo Felipe, entre as patologias mais recorrentes nos reeducandos foram constatadas as doenças de pele com a escabiose, a popular coceira, com maior ocorrência. A programação do mutirão prossegue em março nas outras unidades do sistema penal amazonense.

O Curso de Designer de Sobrancelhas foi promovido no Centro de Detenção Provisório Feminino (CDPF), no horário matutino, através do Projeto Lisbela e teve encerramento na sexta-feira (04/01). As aulas eram ministradas pela instrutora Marines Costa. O projeto é desenvolvido por meio de uma parceria entre a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) e a Umanizzare Gestão Prisional, que faz a cogestão da unidade prisional do Amazonas.

As aulas de Designer de Sobrancelhas permitiram às reeducandas aprenderem técnicas inovadoras, dentre elas de visagismo. De acordo com a gerente administrativa da unidade, Samira Valéria de Souza, o curso de designer é o mais procurado no ramo de beleza, principalmente, nas clínicas de estética de Manaus e as participantes têm a oportunidade de seguir carreira profissional promissora, após o cumprimento da pena.

Samira explica que o curso teve a participação de 10 reeducandas, a carga horária foi de 80 horas. A seleção das participantes foi realizada através do Serviço Social e Psicologia da CDPF. Ao término da cerimônia do curso, todos os presentes participaram de um Coffee Break.

“Os cursos são essenciais para a vida das reeducandas na unidade, dão um novo Norte para vidas delas. O curso de designer de sobrancelhas é bem procurado no ramo de beleza, além de fazer as aulas, as reeducandas voltam a ter autoestima. E também passam essa dádiva para outras mulher que gostam de se cuidar”, explica a gerente administrativa do Centro de Detenção Provisório Feminino, Samira Valéria de Souza.

A Umanizzare, empresa que faz a cogestão em seis presídios no Estado, e a Secretaria Estadual de Administração Penitenciária (Seap), promoveram ações no Centro de Detenção Provisória Feminino (CDPF) , com o  objetivo de levar as internas a uma reflexão sobre a importância dos cuidados com a saúde mental e emocional.

As atividades fazem parte do “Janeiro Branco”, mês dedicado  a conscientização da saúde mental e emocional, criado em 2014, adotadas por entidades médicas de todo o Brasil.  A programação foi realizada em etapas, entre os dias 15 a 22, pelos setores de psicologia e assistência ocupacional e desportiva da unidade.  

A programação foi voltada para as reeducandas dos pavilhões 1, 2 e 3 – com a participação de 12 internas. Elas receberam palestras, orientações e exercícios sobre os cuidados que elas precisam ter para manter a saúde mental. Os atendimentos psicológicos são feitos periodicamente, independente dos projetos e campanhas.

Segundo o psicólogo, Igor Felipe Almeida, os estudos apresentados pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e Ministério da Saúde indicam que, no Brasil, tem crescido o número de pessoas com problemas relativos à saúde mental e emocional.  Entre estes problemas, destacam-se os transtornos de ansiedade, esquizofrenia, transtornos alimentares, estresse pós-traumático, somatização, transtorno bipolar, transtorno obsessivo compulsivo e depressão.

“Trabalhamos com elas de modo que passem a pensar de forma otimista, encarando os problemas com mais facilidade. As crenças influenciam nas coisas boas ou ruins que acontecem durante a vida. Além disso, é importante que elas entendam a necessidade de traçar metas, mesmo privadas de liberdade. As conquistas, sejam por meio dos projetos e cursos realizados aqui dentro, fazem com que se sintam melhores”, disse o psicólogo.

 

O educador físico, Lemichel  Háyden de Araújo, realizou sessões de ginástica laboral com a finalidade promover a saúde, qualidade de vida das internas, entre outras ações que fazem parte da campanha voltadas para a saúde mental das detentas. De acordo com ele, a atividade provoca a liberação de substâncias químicas cerebrais que fazem elas se sentirem mais felizes e relaxadas.

 “O esporte é sinônimo de qualidade de vida. Visamos sempre o bem-estar dos internos, portanto, quando realizamos as competições não pensamos apenas em auxiliar na ressocialização, mas atingir um condicionamento físico salutar, combater doenças, garantir uma mente saudável, entre outros benefícios”, explica o professor.

Para a reeducanda, Ruth Helena do Rosário, a importância da atividade e do acompanhamento psicológico “preparam a gente para quando sairmos daqui”.

O curso foi promovido no Centro de Detenção Provisório Feminino (CDPF), no horário matutino e vespertino, através do Projeto Mãos Livres, teve encerramento na sexta-feira (04/01). As aulas eram ministradas pela instrutora Angêla Oliveira.

As aulas de ‘Enfeites Natalinos’ proporcionaram as reeducandas a capacitação, e permite a perspectiva de ofício, após o cumprimento da pena. Além de oferecer acesso a um trabalho que auxilia na quebra de tensão do ambiente prisional. Elas ainda ganham o direito de remição de pena, por participarem dos cursos profissionalizantes.

De acordo com a gerente administrativa da unidade, Samira Valéria de Souza, o curso teve duas turmas. No total, 20 reeducandas participaram do projeto. A carga horária foi de 80 horas. A seleção das participantes foi realizada através do Serviço Social e Psicologia da CDPF. Ao término da cerimônia do curso, todos os presentes participaram de um Coffee Break.

“Os cursos que passam nesta unidade somam na vida das reeducandas. Quando saírem, vão ter um curso para produzir algo lá fora, vão ser profissionais nos cursos ministrados, ou seja, terão outra visão de mundo”, ressaltou a gerente administrativa.