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Reeducandos do Centro de Detenção Provisória de Manaus
(CDPM) participam nesta terça-feira (26) do projeto de
“Remição pela Leitura”. O projeto é desenvolvido através
de uma parceria entre a Secretaria de Estado de
Administração Penitenciária (Seap) em parceria com a
gogestora da unidade prisional no Amazonas, Umanizzare
Gestão Prisional.
De acordo com a psicóloga da unidade, Flávia Bueno, as
atividades de leitura acontecem semanalmente na unidade
prisional e tem como principal objetivo, levar um momento
educacional e de construção intelectual para os presos que
buscam na educação, uma alternativa de mudança de vida.
Segundo a psicóloga, o projeto de remição pela leitura exige
dos presos dedicação, para que possam se sair bem nos
testes que acontecem durante o desenvolvimento do projeto
educacional.
“Os reducandos recebem livros e tem que ler e se preparar
para o momento de avaliação, que acontece no formato
escrita e oral, em dois momentos”, disse a psicóloga.
Flávia Bueno explicou que uma banca avaliadora, composta
por profissionais da própria unidade, e também, do público
externo, é montada para avaliar o desempenho dos
reeducandos envolvidos na atividade educacional.
Conforme a psicóloga, além da remição pela leitura, o
projeto tem o objetivo de proporcionar acesso à cultura e a
educação. Para a profissional, o projeto estende a visão dos
internos para novas experiências e perspectivas de vida.
Recomendação

A Remição pela Leitura é recomenda pelo Conselho
Nacional de Justiça (CNJ) e previsto na Lei de Execução
Penal (LEP). O programa de remição pela leitura objetiva
reduzir a pena dos internos utilizando obras literárias,
viabilizando a remição de quatro dias da pena, a cada livro e
resenha ou relatório de leitura de obras devidamente lidas e
a avaliadas.

Em alusão ao “Dia Nacional do Meio Ambiente”, que acontece no mês de junho, presos da Unidade Prisional do Puraquequara (UPP) participaram, durante a última semana do mês, de palestra sobre a semana do meio ambiente. A palestra é desenvolvida por meio de uma parceria com Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) e a Umanizzare Gestão Prisional.

De acordo com a psicóloga da unidade, Alessandra Mendes Cabral, a palestra na unidade prisional do Puraquequara, foi realizada no dia 19 de junho 2018 e foi apresentado com o auxílio dos profissionais do setor de psicologia, o técnico de segurança do trabalho Leonardo Borges da Cunha e o setor de serviço social.

“A palestra contou com uma atividade socioeducativa com o tema ‘Preservação do Meio Ambiente’, em comemoração à semana do meio ambiente”, disse a psicóloga.

Alessandra Cabral explicou que foram pré-selecionados dois reeducandos de cada galeria, para que representassem sua galeria e que fossem os multiplicadores das informações passadas. A psicóloga explicou que a palestra procurou sensibilizar os reeducandos sobre o consumo sustentável e a importância da limpeza nos ambientes da unidade prisional, para que não haja futuros problemas de saúde tanto entre os reeducandos, como em seus familiares que vem visitá-los.

“Todos participaram ativamente com questionamentos e novas ideias que foram ouvidas pelos funcionários que falarão com os responsáveis das áreas mencionadas pelos mesmos. O reeducando, Fernando dos Santos, declarou que essas trocas de informações é bastante importante para que haja a melhoria no ambiente, afirmou que o tema o fez repensar sobre seu comportamento a respeito da limpeza do local em que se encontra”, disse Alessandra.

Não é de hoje que a música vem servindo como instrumento de inclusão social e aproximação entre os indivíduos. Nas unidades prisionais do Amazonas, o projeto de atividade musical vem promovendo a ressocialização e modificando o formato de convívio entre os presos de forma mais amistosa.

De acordo com a assistente administrativo e apoio do corpo técnico do Instituto Penal Antônio Trindade (Ipat), Francisca Kelly Freitas do Nascimento, o projeto vem trazendo um processo de aprendizado social e de convívio entre os reeducandos.

“A música tem a função de transformar critérios e ideias artísticas em uma nova realidade, resultante de mudanças sociais”, ressaltou a assistente administrativo.

Francisca Kelly Freitas conta que o projeto é desenvolvido através de uma parceria entre a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) e a cogestora das unidades prisionais no Amazonas, a Umanizzare Gestão Prisional.

“Os reeducandos são bem receptivos ao projeto, e por muitos serem vinculados ao culto evangélico, que acontece dentro das unidades prisionais, optam por louvores”, disse a colaboradora.

A assistente administrativo explica que a música expressa nos reeducandos algo que não pode ser dito em palavras, como se fosse uma arte de manifestar os diversos afetos ou descobrir a paixão em forma de melodias. Francisca Kelly afirma que o projeto tem o objetivo de tirar os presos da ociosidade e promover um momento de interação e companheirismo.

“O projeto musical tem como principal finalidade o resgate da autoestima e a dignidade humana. Com as aulas, estabelecemos atividades que desenvolvem a linguagem musical e oral, juntamente com habilidades rítmicas, visuais, motoras, físicas e psicológicas dos participantes”, disse Francisca Kelly.

Reeducandas da Penitenciária Feminina de Manaus (PFM) confeccionam sabonetes artesanais, que serão distribuídos para familiares das pessoas que tiveram liberdade privada. Uma quantidade expressiva de sabonetes são fabricados pelas reeducandas durante a semana.

De acordo com a assistente social da Unidade, Jaqueline Lima, a confecção de sabonetes está dentro do projeto Espaço Terapêutico, que visa fazer trabalhos laborais e terapia em grupo. A assistente social explica que o programa ajuda na diminuição das tensões e comunicação em grupo.

“As reeducandas ressaltam a importância de participar desse tipo de atividade que, para elas, mudam a visão para novas oportunidades, para exercer um novo rumo na sua vida e abre as portas para o futuro”, disse Jaqueline.

Para a assistente social, o curso traz conhecimento e perspectiva de aprender uma profissão, para quando o reeducando estiver em liberdade, ter a opção, junto com a família, de produzir e ser agentes de um momento próspero.

“Essa produção será para lembranças que serão destinadas para os familiares das reeducandas. O objetivo é continuar com o trabalho nas próximas semanas”, explicou a assistente social.

Presos do regime fechado do Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj Fechado), dão continuidade ao processo semanal de confecção de luminárias em PVC, no “Projeto Mãos Livres”. Com o projeto, os reeducandos garantem uma renda extra no final de cada mês e passam a receber qualificação profissional na confecção das luminárias.

De acordo com a terapeuta ocupacional do Compaj, Nelcineide Silva de Lira, o projeto está inserido na política de qualificação profissional da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), realizado em parceria com a Umanizzare Gestão Prisional, nas prisões do Estado.

“No curso de confecção de luminárias, é ensinado às técnicas que envolvem a criatividade, a coordenação motora, o uso de matérias primas e decoração para a confecção dos objetos em PVC”, disse a terapeuta ocupacional.

Nelcineide Silva disse que o objetivo do projeto é tirar os presos da ociosidade, promover um momento de conhecimento técnico, que servirá em um futuro fora da unidade prisional. A colaboradora explica que os reeducandos podem comercializar os artigos de luminárias para obter uma renda para o sustento da família.

“O Projeto Mãos Livres está focado na ressocialização e as oficinas, têm cumprido vários papéis nas unidades, desde a mudança de comportamento dos internos, até no interesse de participar das atividades”, disse a profissional.

A terapeuta ocupacional explicou que os participantes também ganham remição de pena pelo trabalho, podendo reduzir o tempo de permanência na prisão.  

Economia

Parte do dinheiro arrecadado com as vendas das luminárias, segundo a terapeuta ocupacional, é destinada à compra de mais matéria prima para a confecção das peças e a outra parte fica para os familiares dos reeducandos.

Como acontece periodicamente, detentos estão recebendo orientação sobre saúde
bucal. As palestras e consultas são realizadas pelos dentistas nas unidades prisionais do
Estado.
Na Unidade Prisional de Itacoatiara (UPI) as ações de prevenção contra o câncer de
boca começaram com estatísticas. Os reeducandos foram surpreendidos com os dados do
Instituto Nacional de Câncer (Inca), divulgados em 2018, em que afirma que mais de 14 mil
casos de câncer bucal são registrados por ano, matando mais de quatro mil brasileiros
anualmente, a maioria homens, por negligência a saúde bucal.
“Queríamos toca-los para os riscos, eles precisam entender que ficar sem escovar
dentes, que deixar de ir ao dentista, serviço oferecido a eles aqui dentro, com o agravante do
cigarro, pode sim, provocar um câncer de boca”, disse a gerente técnica da UPI, Maria
Domingas Printes.
As atividades de prevenção, causas e tratamento do Câncer Bucal e até de como os
presos podem fazer o autoexame foi realizada para os reeducandos do Pavilhão A, Pavilhão B,
Triagem e Enfermaria, totalizando a participação de 86 internos.
Segundo a palestrante, a dentista da Umanizzare, Jucenilda Costa de Oliveira, orientar
os presos a assumirem a responsabilidade por sua própria saúde bucal previne a doença.
“Explicamos mais uma vez sobre a importância da higienização bucal, desde a forma
correta de escovação, da importância do uso do fio dental e até da escolha da escova de
dente. As informações passadas são importantes para que os mesmos conheçam as formas de
prevenção, uma vez que o problema quando detectado na fase inicial, têm de 80% a 90% de
chances de cura”, diz Jucenilda Oliveira.
Prevenir Para Sorrir – O projeto “Prevenir Para Sorrir” foi lançado em 2016 pela
Secretaria de Administração Penitenciária do Amazonas (Seap) e a Umanizzare Gestão
Prisional Privada, tem como finalidade incentivar e conscientizar os custodiados sobre a saúde
bucal. Após as palestras são realizadas escovação coletivas supervisionadas e aplicação de
flúor. Os detentos também recebem kits de higiene bucal – escovas de dente, creme e fio
dental.
Consultório – A UPI e demais unidades cogeridas pela Umanizzare contam com um
consultório odontológico para os internos, onde são realizados procedimentos de baixa e
média complexidade diariamente, como emergências, extrações, restaurações, entre outros.
Já nos procedimentos de alta complexidade, o reeducando é encaminhado para o
Centro de Especialidades Odontológicas e, em casos de urgência, para Unidades de Saúde de
Pronto Atendimento.

Sintomas – primeiros sinais e sintomas do câncer bucal incluem: úlceras que não
cicatrizam dentro de três semanas, manchas vermelhas ou brancas e quaisquer grumos ou
inchaços incomuns.
Fatores de risco – Os principais fatores de risco para o câncer bucal são: fumo, ingestão
de bebidas alcoólicas, infecções por HPV, principalmente pelo tipo 16, e exposição à radiação
UVA solar (câncer de lábio). Sendo tabagismo e o etilismo as causas mais comuns, pois estudos
mostram um risco muito maior de desenvolver câncer bucal em indivíduos que fumam e
bebem pela combinação dos dois agentes.
Prevenção – Além de evitar o fumo, existem outras possibilidades que podem ajudar na
prevenção desse tipo de câncer, como a alimentação. Alguns estudos realizados em hospitais
reportam que o aumento da ingestão de frutas e vegetais contribui para a diminuição do risco
de desenvolver essa doença.

A Unidade Prisional de Itacoatiara (UPI) começou a semana com palestras educativas, alusivas ao Dia Mundial do Combate ao Tabagismo e ao Câncer Bucal, para os internos. As ações de conscientização foram realizadas por equipes da Umanizzare Gestão Prisional e da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), referentes ao consumo de tabaco,  responsável pela morte de 7 milhões de pessoas por ano em todo o mundo.

“Datas importantes como estas são sempre lembradas e fazem parte do nosso calendário de atividades anuais, pela importância do tema de alertar os fumantes  sobre os perigos do tabagismo, bem como de encorajar os internos a largar o fumo, pelos efeitos negativos que ele traz para a saúde, como o Câncer Bucal”, disse a gerente técnica da UPI, Maria Domingas Printes.

Os profissionais de odontologia e da enfermaria da unidade, Jucenilda Costa de Oliveira, Ernanda da Costa Azevedo, Julli Costa, e o técnico de enfermagem, Francisco Alegria, foram os responsáveis pelas palestras aos aproximadamente 86 reeducandos.  Para enfermeira Julli Costa, o objetivo do trabalho tem como foco o público jovem e adulto, visando prevenir a iniciação, o experimentar que ocorre principalmente nesta na faixa.

“Percebemos que os internos acabam criando esse hábito do uso de tabaco no presídio, por questões de tensão, estresse, durante as palestras, além de alertar para os malefícios que o cigarro causa, lembramos os internos da importância de participar dos projetos desenvolvidos especialmente para eles, nas áreas de esporte, educação e que fazem toda a diferença para a saúde física e mental deles”, informa a enfermeira Julli Costa.

Unidades – Todas as unidades cogeridas pela Umanizare Gestão Prisional no Amazonas terão atividades voltadas para do combate ao tabagismo e ao câncer bucal, conforme calendário criado pelos gestores de cada presídio.

Cigarro mata – De acordo com as estatísticas mais recentes da Organização Mundial da Saúde (OMS), morrem todos os anos aproximadamente sete milhões de pessoas por doenças relacionadas com o tabagismo no mundo. No Brasil os números de morte chegam a aproximadamente 200 mil pessoas por ano, tendo o fumo como a principal causa de morte evitável.

Além do câncer de pulmão e garganta (os mais comuns), o tabaco ainda pode causar outras consequências desagradáveis, como a queda de cabelo, impotência sexual, dentes e unhas amareladas, dificuldades respiratórias, redução da expectativa de vida, entre outros efeitos danosos.

Copa dos Campeões faz parte do programa de ressocialização dos presos por meio da prática esportiva.

O clima de Copa do Mundo chegou também aos presídios do Amazonas. Nos próximos dias será dado o pontapé inicial para a Copa dos Campeões, competição realizada pela Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) e a cogestora Umanizzare Gestão Prisional entre os internos do sistema prisional.

No Centro de Detenção Provisória Masculino (CDPM), a tabela de jogos já está definida com a participação dos pavilhões 01, 03, 04, 05 e 06.  O campeonato irá movimentar mais de 400 detentos, entre jogadores e torcedores, fortalecendo as ações coletivas e o espírito de equipe, com repercussão direta na interação e ressocialização dos internos.

O professor de educação física do CDPM, Alárick Rebouças, ressalta que a data para o lançamento da “Copa dos Campeões” foi planejada para o início da Copa do Mundo, com o objetivo de aproveitar o momento e a euforia de torcer pela seleção canarinho.

“O mais importante prêmio é o retorno positivo e respeito mútuo que conseguimos obter com os reeducandos após realização de cada atividade. Com os jogos, conseguimos fortalecer o espírito de equipe, agregar valores de cidadania, criar espaços de convivência”, enfatiza Alárick Rebouças.

A gerente técnica da Umanizzare, Sheryde Karoline Lima, destaca a importância da inclusão esportiva nas unidades, “com o torneio alcançando vários objetivos como a prevenção de doenças, controle de pesos prazer e bem estar, até mesmo porque tem relação direta com questões como saúde física e mental”.

A bola vai rolar também entre os internos do Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj – fechado) e da Unidade Prisional de Itacoatiara, cujo processo de seleção de jogadores e as competições devem começar até o final do mês de junho, com término em julho.

Reeducandos da Unidade Prisional de Itacoatiara (UPI) participaram nesta quinta-feira (14), de palestra que abordou o tema: direitos, deveres e cidadania das pessoas com liberdade privada no Amazonas. Durante a palestra, informações foram repassadas para os reeducandos, sobre faltas graves cometidas dentro das unidades prisionais.

De acordo com a gerente técnica da unidade, Maria Domingas Printes, com a palestra, os reeducandos passam a ter conhecimento sobre os direitos e deveres durante a estadia na unidade prisional.

“Os presos recebem algumas informações normativas em direitos e deveres, sobre o código de postura do interno, perante a administração da unidade e o Estado”, disse a gerente técnica.

Domingas Printes informou que a palestra desenvolvida por meio de uma parceria entre a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) e a Umanizzare Gestão Prisional, garante a formação ético-social dos presos, com base nos diálogos que são abordados durantes os encontros. Garantindo, ainda, segundo a gerente técnica, o acesso a informação para às pessoas privadas de liberdade.

A gerente técnica explicou que as palestras são trabalhadas com estruturas que permitem os reeducandos terem conhecimento de forma didática e fácil às informações sobre os direitos e atribuições no ambiente de cárcere. “Trabalhamos com exposição de banners, geralmente orientado por uma profissional da advocacia”, explicou Domingas.

Internos receberam palestras, folders informativos e realizaram plantio simbólico de mudas de árvores frutíferas.

Com 7% da superfície total do planeta, a Amazônia abriga cerca de 50% da biodiversidade do mundo  e é tida como o “pulmão da Terra”. Celebrada nacionalmente no mês de junho, a Semana do Meio Ambiente teve uma programação de atividade para os internos do Instituto Penal Antônio Trindade (IPAT); Unidade Prisional de Itacoatiara (UPI) e reeducandos da Unidade Prisional de Puraquequara (UPP).

A iniciativa de criar ações relacionadas ao tema partiu da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) e da equipe técnica da Umanizzare Gestão Prisional Privada. O principal objetivo foi de conscientizar os reeducandos a respeito do meio ambiente, à preservação ambiental e a formação de agentes multiplicadores de proteção da natureza.

A ação contou com aproximadamente 20 internos de cada unidade que participaram das palestras e distribuição de folders informativos, confecção de objetos feitos com material reciclado e até com o plantio simbólico de mudas de árvores frutíferas.

IPAT – De acordo com a gerente administrativa do Ipat, Adriane Ricardo, atitudes simples podem fazer a diferença quando o assunto é meio ambiente, principalmente, desenvolver alguns hábitos sustentáveis. Na visão da gerente, embora temporariamente reclusos em espaço delimitado, os internos têm acesso e manuseiam embalagens plásticas dentro das celas, de modo que podem praticar ações de sustentabilidade ecológica e desenvolverem uma nova cultura cidadã, em conformidade com as novas exigências do mundo.

“Os internos puderam aprender, conhecer algumas experiências ecologicamente corretas e a tomar consciência da importância de preservação do meio ambiente para assegurar que as futuras gerações tenham o direito de usufruir dos recursos naturais”, informou Adriane.

Já a psicóloga Francisca Kely, responsável pelas atividades na unidade, destacou que o ciclo de debates, incluindo palestras, permitiu aos reeducandos a oportunidade de refletir e verbalizar suas ideias sobre preservação ambiental.

“Para nós, é muito importante estar contribuindo com a ressocialização e a capacitação de cidadãos na defesa do meio ambiente, a principal proposta das nossas palestras foi a de sensibilizar os internos quanto ao uso sustentável dos recursos naturais, como fazer o descarte correto dos resíduos sem agredir o meio ambiente e as pessoas. Levar a educação ambiental para eles foi uma experiência gratificante e marcante para nós e os reeducandos”, afirmou a psicóloga.