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A Umanizzare Gestão Prisional contabilizou 204 mil atendimentos de serviços prestados nas áreas jurídicas, de assistência social, odontológica, médica, psiquiátrica, psicológica e de enfermagem. Os dados foram apresentados nesta terça-feira (14), durante  coletiva de imprensa que reuniu veículos de comunicação, no Nobile Suítes Manaus Airport, na Torquato Tapajós, na Zona Norte de Manaus.

                De acordo com o diretor jurídico e porta voz da Umanizzare, André Caires, foram 204.185 mil atendimentos, desse total, 24.419 mil foram atendimentos jurídicos, 31.378 mil assistência social, 9,055 assistência odontológica, 5.238 mil atividade jurídica, 114.176 de enfermagem, 10.630 assistência médica (Clínico Geral), 2.268 assistência psiquiátrica, além de 7.021 assistências psicológicas.

                Caíres apresentou, ainda, os resultados relacionados aos programas e projetos, acolhimentos e ações realizadas pela empresa nas unidades prisionais do Amazonas.

                “Outro dado importante, é total de dias remidos, que somaram 8.852 mil em 2018, desse total, 861 foram remição por trabalho, 1.288 por estudo e 6.703 por participação nos projetos”, detalhou o diretor jurídico.

                “O evento serviu para apresentar todos os esclarecimentos necessários da cogestão da Umanizzare nas unidades prisionais do Amazonas e as atividades que são promovidas para os reeducandos”, disse o porta-voz.

                Os projetos de resocialização também foram apresentados como o Bambu, do programa de Remição pela Leitura, do Núcleo de Aprendizagem profissional, do projeto Plantando a Liberdade, Mãos Livres, do projeto Lisbela: Empreendedorismo e Autoestima, Espaço Terapêutico e Projeto Harmonizar.

                “Temos vários projetos de grande importância, que são realizados dentro das unidades. Posso destacar o projeto Remição Pela Leitura, que é executado em 100% de todas as unidades”, destacou Caíres.

                Segundo o porta-voz, o Projeto Remição pela Leitura acontece por meio de uma parceria entre a Secretária de Educação e Qualidade de Ensino (Seduc), a Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) e a Umanizzare Gestão Prisional.

                “Esses projetos são previamente validados pelo diretor da unidade. Em cada unidade, tem o projeto de leitura, o projeto do Pequenino, Bambu, e nós dependemos do Estado para fazer a cogestão, para que possamos ter sucesso em todas as atividades realizadas”, disse André Caíres.

                O porta-voz disse que a empresa administra seis unidades prisionais no Amazonas através de um contrato de cogestão.  “Nós temos uma população carcerária em torno de 4,6 mil presos, reeducandos que são administrados pela Umanizzare”, informou.

Internos da Unidade Prisional de Puraquequara (UPP) participaram do encerramento do curso de Eletricista Predial, na tarde desta última quarta-feira (08/05). O curso profissionalizante faz parte dos projetos de ressocialização, que capacitam os internos para trabalharem após o cumprimento de suas penas. A atividade é incentivada pela Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) e a empresa cogestora da unidade, Umanizzare Gestão Prisional.

Ao todo, dez internos foram formados como eletricistas. Com direito a certificação, todos os internos se encontram aptos a cumprirem a função, recebendo ainda título de bom aproveitamento e êxito pelo instrutor do curso.

Segundo o diretor da unidade, Jean Carlo, o objetivo é o de qualificar os internos para o mercado de trabalho, devolvendo-os ressocializados para a sociedade. “Damos a eles a opção de trabalhar em uma profissão, podendo ser empregado ou autônomo. Dessa forma, começa uma nova etapa na vida desses internos. Uma oportunidade de ter um novo começo longe da vida do crime”, comentou.

Durante todo o período de realização o curso, foi trabalhado o conhecimento específico da área de instalação elétrica, de forma a consolidar esses saberes na vida dos Internos. O curso capacita para diversas atividades relacionadas a instalações residenciais e comerciais, como fiação, cabeamento, instalação de quadros elétricos ou caixa de energia e iluminação, entre outros.

Reeducandos do Instituto Penal Antônio Trindade (Ipat) receberam uma palestra sobre Higiene Bucal, com o tema ‘Câncer Bucal’. O cirurgião dentista Mauro Medeiros de Oliveira e a assistente de saúde bucal, Rejane Marques do Nascimento, ministraram a palestra.

A palestra acontece por meio de uma parceria entre a Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) e a Umanizzare Gestão Prisional. No total, 20 reeducandos do pavilhão B participaram.

Durante a palestra, os reeducandos mostraram interesse no assunto, relataram que irão ter mais cuidado com a higiene bucal deles e ficarão atentos a qualquer anormalidade na cavidade oral.

Após a palestra, houve um sorteio de 10 kits odontológicos (creme e escova dental) e foram entregues folders demonstrativos. A distribuição dos materiais teve o apoio de Francisca Kelly Freitas, que é do corpo técnico da Umanizzare.

Cuidados

O câncer bucal é uma doença grave que ocorre na região da boca, se descoberto na fase inicial e tratado, as chances de cura chegam a 80%, confirmando que sua detecção precoce é importante para o sucesso do tratamento.

A Umanizzare oferece assistência à saúde 24h por dia nas unidades. Médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem trabalham em sistema de plantão e são responsáveis diretos na atuação do controle e prevenção de doenças infecciosas e transmissíveis – seja com orientação, realização de exames, aplicação de vacinas e até prestação de assistência à gestantes antes e depois do parto.

Para a gerente técnica da Umanizzare, Sheryde Caroline, a saúde é uma das principais assistências que devem ser prestadas aos reeducandos do sistema prisional. “O acesso a tratamentos e prevenções para doenças é direito garantido de todo cidadão, seja ele privado de liberdade ou não. Nossa propriedade é promover ações para garantir a saúde e o bem estar da nossa população carcerária”, disse a gerente.

Com o tema: “Enfermeiros e técnicos de enfermagem, quais suas atribuições” – internos do Instituto Penal Antônio Trindade (IPAT) receberam orientações sobre a profissão bem como a orientação de procurarem os enfermeiros e técnicos de enfermagem sempre que suspeitarem de algo em si ou nos colegas de confinamento.

A palestra faz parte do calendário de atividades da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) e da Umanizzare, empresa que faz cogestão em seis presídios do Amazonas, para o atendimento das necessidades de saúde da população carcerária.

Durante palestra, a enfermeira do Ipat, Joelma Medeiros, ressaltou que o papel independente e único da enfermagem é o de atuar na promoção, prevenção e recuperação da saúde e bem estar de todos, na organização do serviço; diagnóstico e soluções de problemas de saúde e quando necessário a indicação de atendimento médico, para atendimento ou medicamentos que precisam de prescrição, também oferecidos pelo sistema prisional.

“Penso que a enfermagem pode contribuir para o resgate da condição de vida digna das pessoas, tanto do ponto de vista biológico, quanto social e psicológico, proporcionando conforto e bem estar, minimizando iniciativas que estimulem a discriminação ou preconceito; e ainda respeitando os princípios éticos e legais, com vistas a resgatar o sentido da existência humana”, disse a enfermeira.

Dez internos do Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj) receberam nesta semana os certificados de conclusão do curso profissionalizantes de barbeiros.  Eles são os primeiros internos da unidade que, este ano, passaram pela capacitação em cortes de cabelo masculino e design de barba.

O curso, com carga horária de 60 horas,  é promovido pelo Núcleo de Aprendizagem Profissional (NAP), projeto realizado pela Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) e a Umanizzare Gestão Prisional, empresa que faz cogestão em seis presídios do Estado.

O diretor do Compaj / Seap, Roberth Barreto, relembrou aos participantes que a privação de liberdade tem como objetivo permitir que o indivíduo que ofendeu a ordem pública possa refletir e ponderar sobre o erro e receber do Estado orientações que possibilitem o seu retorno à sociedade. “Vocês agora possuem uma profissão e já podem planejar um recomeço após o cumprimento da pena. Estamos felizes de entregar os certificados e mais ainda porque percebemos que vocês entenderam e souberam usar a oportunidade em questão”, disse o diretor.

A vida social do preso –   Com o certificado em mãos e a garantia da remição de pena pelo estudo, os internos agora serão os responsáveis pela barbearia do Compaj. No local há uma salão idêntico (equipado) aos das barbearias da cidade, onde os demais reeducandos poderão ser atendidos pelos presos profissionais.  

A gerente técnica da Umanizzare, Sheryde Caroline, ressalta que os serviços prestados pelos barbeiros dentro da unidade, permite que o preso tenha uma “vida social”, menos tempo trancado, menos tempo na ociosidade, aperfeiçoamento da técnica, e também garante ao interno o benefício da remição pelo trabalho.  A cada três dias trabalhados, será remido um dia pena.

“Não queremos só garantir o direito ao estudo, aos cursos, queremos que eles coloquem a mão na massa, trabalhem, se identifiquem na profissão”.   Ainda segundo ela, a objetivo é reforçar entre os apenados a necessidade e a importância do trabalho, mesmo privado de liberdade, “temos duas frentes:  a do estudo e a da qualificação profissão garantidos por lei – mas uma não impede a outra de que o custodiado tenha seus afazeres, seja auxiliar na cozinha, cuidar de eventual horta que o presídio possua, fazer serviços de limpeza, entre outros.  E assim sem perceberem vamos devolvendo aos presos a chamada “vida social”, porque enquanto trabalham, trocam ideias, conhecem outras pessoas de confinamento, aprendem a respeitar as diferenças – situações de um indivíduo em sociedade”, ressaltou Sheryde.  

Oportunidade:   Fernando foi um dos que recebeu a qualificação profissional – durante o encerramento do curso, ele fez questão de ressaltar que jamais imaginou que um dia teria um profissão certificada, muito menos alcançada dentro de uma unidade prisional.

“Antes de eu vir parar aqui, eu já cortava cabelo, mas não tinha nada certo, era uma bico, algo bem fundo de casa, sem qualquer técnica ou conhecimento de cuidados, inclusive com a higiene do cliente e da minha.  Agora quero empreender. Quero sair daqui e abrir minha barbearia, tenho a confiança e as técnicas que faltava”, agradeceu Fernando pela oportunidade.

Entenda a profissão: O barbeiro é o profissional responsável pelo embelezamento dos cabelos masculinos, realizando cortes, design de barbas, bigodes e acertos de costeletas. O Brasil é o segundo maior consumidor mundial de cosméticos para homens. O faturamento masculino mais que dobrou nos últimos cinco anos, segundo pesquisa da Associação Brasileira de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (ABIHPEC).

Neste aspecto, a coordenadora de projeto da Umanizzare, Domingas Printes, diz que o curso “visa atender a expressão desse mercado”, cujo número de empreendimentos em barbearias tem crescido significativamente no estado do Amazonas.

Reeducandas do Centro de Detenção Provisória Feminina (CDPF) participaram do curso de trançados em fitas, dentro do Projeto Lisbela. O projeto acontece por meio de uma parceria entre a Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) e a Umanizzare Gestão Prisional.

De acordo com a instrutora do projeto de confecção de trançados em fitas, Ângela Oliveira, cerca de 10 reeducandas participam das aulas. Ângela explicou que a proposta é apresentar um momento de aprendizagem e empreendedorismo, com técnicas de como fazer os traçados em fitas.

“Com a participação no Projeto, as reeducandas também recebem a remição de pena pelos dias trabalhados. Aprendem, ainda, um curso profissionalizante e conseguem uma oportunidade de geração de renda após o cárcere”, disse a instrutora.

A reeducanda Carina Dantas, 21, disse que o projeto ajudou na manutenção de relacionamento dentro da unidade. “Aqui na aula eu me esqueço do mundo lá fora, aprendo algo que será útil na minha vida e ainda ganho um certificado do curso”, disse a reeducanda.

Fonte: SEAP

A interna Daniele Souza, 21, disse que o projeto evita que as reeducandas tenham depressão e ajuda no relacionamento interpessoal das internas. “A professora é paciente com a gente e nos ensina a fazer os traçados, bordados e confecção de roupas, com técnicas que poderão ser usadas quando a gente sair da prisão”, disse a reeducanda.

A Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) inaugurou, nesta terça-feira (23/04), um lava a jato no Centro de Detenção Provisório de Manaus (CDPM 1), localizado no km 08 da BR-174. A estrutura foi construída por internos que participam do projeto de remição da pena pelo trabalho.

Essa é a segunda unidade prisional a implantar o lava a jato, que será destinado à lavagem de viaturas da secretaria e de funcionários do sistema penitenciário. A iniciativa visa capacitar e preparar os internos para a ressocialização após a passagem pelo sistema carcerário.

Trinta internos do CDPM 1 participaram das atividades laborais, oferecidas pela Umanizzare Gestão Prisional. Todos foram acompanhados por profissionais das áreas de Serviço Social e Psicologia, que fazem uma análise do perfil psicológico, comportamental e social dos detentos para avaliar se estão aptos para o exercício do serviço.

FOTOS: DIVULGAÇÃO/SEAP

Readaptação à sociedade – A inauguração contou com a presença do secretário da Seap, tenente-coronel Vinícius Almeida, da promotora do Ministério Público do Estado do Amazonas (MPE), Cristiane Corrêa, entre outros. “Saímos do zero e hoje temos quase 1.200 presos trabalhando dentro do sistema. Esse trabalho não pode parar”, avaliou o secretário.

A promotora destacou a importância do projeto no processo de readaptação do preso à sociedade. “O reflexo disso é visto no rosto desses internos que agarram com vontade qualquer oportunidade de recuperar a própria perspectiva de vida promissora’’, disse Cristiane.

Mudança de vida – Para o interno Denilson* (nome fictício), a participação no projeto lava a jato trouxe ensinamentos. “Quando entramos aqui, imaginamos que estamos no fundo do poço, e quando nos deparamos com um planejamento que nos mostra o contrário, os pensamentos de desilusão desaparecem. O projeto veio para iluminar e mostrar que podemos retornar para a sociedade diferente e pronto para trabalhar’’, contou.

Remição por trabalho – A remição por meio do trabalho está prevista na Lei de Execução Penal (LEP), de nº 7.210, garantindo um dia de pena a menos a cada três dias de trabalho.

CONTATOS: Assessoria de Comunicação da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap): Fernanda Teixeira (3215-2751 e 99983-5592).

A assistência educacional é uma das prestações básicas mais importantes não só para o homem livre, mas também para àquele indivíduo que se encontra privado de sua liberdade. Nos últimos meses a Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) e a Umanizzare Gestão Prisional, empresa que faz cogestão em seis presídios do Estado, desenvolveram e incluíram no calendário de atividades o Projeto Mãos que Limpam.

Além de  palestras educativas sobre a importância da preservação do ambiente em que estão inseridos, com geração de trabalho (manutenção da limpeza nas celas e pavilhões, bem como a utilização de técnicas de coleta seletiva e descarte adequado dos resíduos), o “Mãos que Limpam” tem a  finalidade de ensinar boas práticas de higienização, diminuindo a ociosidade, a sujeira dentro das unidades e o mais importante, busca criar possibilidades de mudanças de comportamento entre os presos, para o egresso à sociedade.

De acordo com a auxiliar técnica da Umanizzare, Francisca Kelly, a educação ambiental deve ser inserida entre os internos ao ponto de ser transformada em sinônimo de cidadania. “Eles precisam entender  que momentaneamente aqui é a casa deles, que riscar a parede deixa o ambiente sujo, que jogar objeto dentro das tubulações pode provocar entupimentos, odor, doenças – da mesma forma que jogar papel de balinha na rua, deixa a cidade poluída, feia. Então varrer a cela, respeitar o local e os colegas de confinamento –  geram grandes chances de redução na taxa de reincidência e consequentemente à prevenção da criminalidade dentro e fora do cárcere.

No Instituto Penal Antônio Trindade (Ipat) todas as terças-feiras os reeducandos participam de palestras que abordam o temas, como: reciclagem, reaproveitamento, descarte adequado do lixo produzido, coleta seletiva e consequências do despejo inadequado dos rejeitos.  Ontem (9), 20 internos do pavilhão B receberam informações sobre o projeto e da importância de manter o ambiental saudável, seja ele qual for.

Conforme a gerente técnica da Umanizzare, Sheryde Karoline, o projeto tem grande valia para a iniciação de uma nova consciência de preservação ambiental aos internos, “agrega valores ao reeducando no processo de ressocialização, como:  a prática da reutilização dos materiais recicláveis no artesanato, bem como os cuidados com os equipamentos e livros das salas onde fazem os cursos profissionalizantes”, exemplificou a gerente.

 

Nos próximos dias aproximadamente 75 internos dos pavilhões 01, 02 e 05 do Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), irão passar por avaliação escrita do Projeto Remição pela Leitura, desenvolvido pela Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) e Umanizzare Gestão Prisional, empresa que faz cogestão em seis presídios do Estado.  A prova vai consistir de interpretação e elaboração de resenha crítica da obra literária lida pelo participante.

A avaliação oral foi realizada no dia 04 de abril com a participação de 08 reeducandos.

Recomendado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e previsto na Lei de Execução Penal (LEP), o Programa de Remição pela Leitura visa reduzir a pena dos internos utilizando obras literárias.

Remição pela Leitura – Recomendado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e previsto na Lei de Execução Penal (LEP), o Projeto consiste na interpretação e construção de resenhas críticas visando tanto o fomento ao hábito de ler, quanto o benefício da remição de dias da pena de pessoas privadas de liberdade, segundo a recomendação Nº44, de 26 de novembro de 2013 do Conselho Nacional de Justiça – CNJ.

O reeducando que deseja participar irá receber orientações, através de aula explanatória ministrada por uma professora da escola regular, cedida através de uma parceria com a Secretaria de Estado de Educação e Qualidade de Ensino (Seduc), para a elaboração do relatório de leitura, respeitando o prazo de 21 a 30 dias para a preparação.

“Os internos que participam regularmente das atividades pedagógicas e socioeducativas recebem livros e são orientados a produzir resenhas ou relatórios sobre a leitura. Além de reduzir a pena, o projeto tem sido fundamental para a mudança de comportamento dos reeducandos, ressalta a coordenadora de projetos da Umanizzare, Maria Domingas Printes.

Foram convidados para a banca avaliadora desta edição o diretor adjunto da unidade, Dillaney Silva Fabar; a coordenadora dos projetos da Umanizzare –  Maria Domingas; gerente operacional – Antônio Fernando Paiva. O resultado das avaliações deve ser entregue na primeira quinzena do mês de maio.

Como acontece periodicamente, a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) e a Umanizzare Gestão Prisional, empresa que faz cogestão em seis presídios do estado, realizam ações preventivas, para manter a saúde dos internos. Nesta semana, e aproveitamento que a campanha de vacinação contra H1N1 já começou nas unidades prisionais do Amazonas, os reeducandos do Instituto Penal Antônio Trindade (IPAT) estão recebendo informações sobre a doença:  sintomas e cuidados que podem evitar o contágio, bem como a necessidade de tomar a vacina que deve chegar ao presídio nos próximos dias.

“As palestras vão de encontro ao período de vacinação para tirar dúvidas e qualquer receio dos internos sobre a imunização”, disse o coordenador técnico da Umanizzare, Valter Sales, reforçando que existem muitos mitos e que é importante os custodiados saberem que um dos principais fatores de risco para a infecção é justamente a aglomeração.

Um dos enfermeiros do Ipat, Antônio Lisboa, ressaltou durante a palestra que os espaços internos das penitenciárias podem favorecer o vírus do H1N1 a partir do contato respiratório e tátil (atenção para a ressalva da lavagem de mãos) de outras pessoas com os detentos e que a vacinação é a forma mais eficiente de proteção contra a gripe.


A campanha contra o H1N1 pretende imunizar cerca 800 internos e 226 colaboradores no Ipat .

“É importante que os reeducandos entendam os principais sintomas da gripe H1N1: febre alta, dores musculares, dores de garganta e de cabeça, prostração e tosse seca e as formas de prevenção: vacina e higiene”, disse o enfermeiro, reforçando que a atividade tem como objetivo tirar as dúvidas para que quando a campanha chegar aos internos, a adesão seja a maior possível, disse Valter.

A campanha contra o H1N1 pretende imunizar no Ipat cerca de 800 internos e 226 colaboradores.

Já foram imunizados os internos da Unidade Prisional de Puraquequara (UPP) e da Unidade Prisional de Itacoatiara (UPI). A campanha vai atender também 1.026 reeducandos do regime fechado do Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), 1279 do Centro de Detenção Provisória Masculino (CDPM), 94 do Centro de Detenção Provisória Feminino (CDPF) e 72 da Penitenciária Feminina de Manaus (PFM).