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As unidades penais e hospitalares do sistema penal no Amazonas

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A Umanizzare oferece assistência à saúde 24h por dia nas unidades. Médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem trabalham em sistema de plantão e são responsáveis diretos na atuação do controle e prevenção de doenças infecciosas e transmissíveis – seja com orientação, realização de exames, aplicação de vacinas e até prestação de assistência à gestantes antes e depois do parto.

Para a gerente técnica da Umanizzare, Sheryde Caroline, a saúde é uma das principais assistências que devem ser prestadas aos reeducandos do sistema prisional. “O acesso a tratamentos e prevenções para doenças é direito garantido de todo cidadão, seja ele privado de liberdade ou não. Nossa propriedade é promover ações para garantir a saúde e o bem estar da nossa população carcerária”, disse a gerente.

Com o tema: “Enfermeiros e técnicos de enfermagem, quais suas atribuições” – internos do Instituto Penal Antônio Trindade (IPAT) receberam orientações sobre a profissão bem como a orientação de procurarem os enfermeiros e técnicos de enfermagem sempre que suspeitarem de algo em si ou nos colegas de confinamento.

A palestra faz parte do calendário de atividades da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) e da Umanizzare, empresa que faz cogestão em seis presídios do Amazonas, para o atendimento das necessidades de saúde da população carcerária.

Durante palestra, a enfermeira do Ipat, Joelma Medeiros, ressaltou que o papel independente e único da enfermagem é o de atuar na promoção, prevenção e recuperação da saúde e bem estar de todos, na organização do serviço; diagnóstico e soluções de problemas de saúde e quando necessário a indicação de atendimento médico, para atendimento ou medicamentos que precisam de prescrição, também oferecidos pelo sistema prisional.

“Penso que a enfermagem pode contribuir para o resgate da condição de vida digna das pessoas, tanto do ponto de vista biológico, quanto social e psicológico, proporcionando conforto e bem estar, minimizando iniciativas que estimulem a discriminação ou preconceito; e ainda respeitando os princípios éticos e legais, com vistas a resgatar o sentido da existência humana”, disse a enfermeira.

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