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Projeto forma nova turma de presas para trabalhar na área de estética

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O Centro de Detenção Provisório Feminino (CDPF) encerrou, nesta semana, mais um curso do “Projeto Lisbela”, de corte, visagismo e tipos de escovação e modelagem.

Idealizado e realizado pela empresa Umanizzare, que faz a cogestão de seis presídios amazonenses junto à Secretaria de Administração Penitenciária (Seap), o projeto oferece aulas em um ambiente que segue o mesmo modelo padrão de um salão de beleza, com lavatórios, cadeira, espelhos, poltronas de cabeleireira, cadeiras para manicure, máquina de cortar cabelo – todos os equipamentos necessários para que as alunas do curso possam vivenciar as aulas práticas. O objetivo é a ressocialização das reeducandas, por meio do empreendedorismo.

A nova turma teve a participação de 10 internas que aprenderam técnicas de visagismo na área da beleza, cortes com acabamentos com tesouras e navalhas, tipos de escovação e modelagem.  O curso profissionalizante foi ministrado pela profissional Karla Alexandra, teve carga horária de 80 horas e os certificados entregues esta semana.

O curso, além de atender a comunidade carcerária feminina em suas necessidades, eleva a autoestima das internas e cria perspectivas profissionais de trabalho após o cumprimento da pena. “Além disso, o projeto proporciona um ambiente descontraído e harmonioso, onde elas podem aprender e ao mesmo tempo cuidar da aparência, contribuindo  para a recuperação das internas”, explica a assistente social do CDPF, Patrícia Silva.

Remição de pena – Com o Projeto Lisbela, a Umanizzare tem alcançado objetivos como a redução da pena por meio de cursos.  As reeducandas trabalham como agentes multiplicadoras, repassando o aprendizado para outras internas.

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