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Prática esportiva é usada como terapia em portadores de sofrimento mental

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Assistência ocupacional e desportiva é desenvolvida especialmente para os internos da enfermaria de  psiquiatria

A prática esportiva será mais um instrumento utilizado no acompanhamento dos internos da ala psiquiátrica, do Centro de Detenção Provisória Masculina (CDPM). Eles estão recebendo atenção redobrada por parte dos profissionais de educação física, que elaboraram uma programação de treinos funcionais para mantê-los em forma.

A iniciativa de aumentar a carga de exercícios em prol da saúde física e mental dos apenados faz parte do planejamento de 2018 da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (SEAP), em parceria com a empresa cogestora nas unidades prisionais do Estado, a Umanizzare Gestão Prisional.

A psicóloga Neiva de Souza Mar, explica que estes internos usam medicamentos psicotrópicos, o que pode deixá-los mais sonolentos e individuais, “percebemos então que nos dias de educação física, eles se sentiam mais animados, mesmo o que estavam medicados. Os exercícios funcionais são os que mais trazem resultados positivos, pois evitam que membros se atrofiem e ainda dá disposição, é incrível o resultado”, afirma.

O professor responsável pelas atividades físicas, Alarick Rebouças, diz que, apesar do pouco espaço, com três meses de treino já colhe resultados positivos junto aos internos.  Além de mais motivados, outros fatores fundamentais para a saúde mental e física dos reeducandos estão sendo alcançados com os treinos: prevenção de doenças; controle de peso corporal e a aparência física; controle do estresse; o prazer e o bem-estar.

“Os resultados tirados , após cada exercício, evidenciam que a prática da atividade física e o esporte são vistos pelos presos como um benefício durante o cumprimento da pena”, acrescentou Alarick.

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