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COMPAJ promove ação preventiva contra doenças de pele e sífilis

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A Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) e as equipes técnicas de saúde da Umanizzare estão mantendo firme vigilância e realizando uma série de intervenções para tratar os casos de internos infectados com doenças contagiosas de pele nas unidades prisionais do Amazonas. Isto porque o número de ocorrências aumenta diariamente se não receber este tratamento diário, podendo afetar inclusive os familiares dos reeducandos e servidores do sistema prisional.

Entre as doenças comuns já identificadas constam a dermatomicose e escabiose (sarna). Por isso, entre os dias 12 13, 19 e 20 de setembro foi realizada palestra de orientação que teve como público-alvo os familiares dos reeducandos que, na ocasião, tiveram acesso a tratamento de escabiose e dermatomicose. A infecção é de fácil transmissão, bastando o contato mais intimo ou com ou vestuário infectado, passível de levar os fungos da unidade prisional para o lar e vice-versa.

Focadas na política de assistência integral à saúde dos internos, Seap e Umanizzare articularam as equipes técnicas para adotar todas as medidas necessárias ao controle de doenças infectocontagiosas. Todo o estoque de medicamentos já foi devidamente reforçado nas farmácias das unidades. Além disso, enfermeiros e agentes de socialização estão em permanente observação a qualquer manifestação de doença de pele e comunicando imediatamente à equipe médica qualquer ocorrência.

Para o secretário de Estado de Administração Penitenciária, o coronel da Polícia Militar Cleitman Coelho, a saúde é uma das principais assistências que devem ser prestadas aos reeducandos do sistema prisional. “O acesso a tratamentos e prevenções para doenças é direito garantido de todo cidadão, seja ele privado de liberdade ou não. Nossa propriedade é promover ações como essa para garantir a saúde e o bem estar da nossa população carcerária”, disse o secretário.

Segundo o médico do Complexo Prisional Anísio Jobim, Vitor Picanço, por serem altamente contagiosas, principalmente em ambientes prisionais, as doenças da pele devem ser tratadas o mais breve possível quando diagnosticadas, além disso é essencial trabalhar a promoção e prevenção de saúde com os reeducandos, oferecendo uma atenção integral à saúde dos mesmos, gerando maior qualidade de vida.

O médico lembra que, além da escabiose, conhecida como sarna, outras infecções de pele foram identificadas nos presídios do Distrito Federal, como a tinea, que é provocada por um fungo e causa lesões cutâneas em formato circular; a pitiríase versicolor, popularmente conhecida como pano branco, que acarreta manchas e coceiras, e a furunculose, que faz eclodir uma série de furúnculos.

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