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Sarah Maia

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Unidade Prisional de Puraquequara (UPP) é um dos presídios em que o projeto vem sendo desenvolvido e têm mostrado que vale a pena investir na ressocialização dos internos.

 

Os reeducandos da galeria 8, da Unidade Prisional do Puraquequara (UPP), passaram por uma rodada de conversa e reflexão durante mais uma reunião do Projeto Espaço Terapêutico. Desta vez o grupo abordou a importância de superar os desafios, focar nas oportunidades oferecidas, por meio dos cursos ministrados dentro das unidades, principalmente, com relação ao mercado de trabalho, quando ganhar a liberdade.

 

A ação é apoiada pela Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) e realizada pelos profissionais de psicologia da Umanizzare Gestão Prisional, semanalmente, com aproximadamente 15 internos de cada galeria.

De acordo com psicólogo ,Igo Almeida Confiança, empatia e respeito são os temas mais debatidos nos encontros. Ainda segundo ele, fundamentais para um relacionamento harmonioso. Além disso, Almeida acredita que uma boa comunicação torna a convivência mais agradável e um dos principais objetivos do projeto.

“É importante promover o momento de debate, trazendo a ampla reflexão sobre assuntos relevantes para a boa convivência humana. Desta vez, aproveitamos o mês alusivo ao trabalhador, para palestrar sobre superação e a importância de valorizar o trabalho”, explica o psicólogo.

Ressocialização – O Espaço Terapêutico tornou-se essencial no programa de ressocialização dos internos, tornando o ambiente carcerário mais humano, proporcionando aos participantes uma convivência mais agradável e fortalecendo os laços de amizade, afeto, confiança, empatia e respeito.

A Umanizzare Gestão Prisional acredita que para reabilitar o preso, além de boas condições físicas, ele precisa de atividades que ofereçam um futuro no seu retorno à sociedade e o projeto Espaço Terapêutico desempenha papel fundamental neste processo.  

“A proposta do projeto é trabalhar mensalmente com o grupo para que os possam ser contínuos e os resultados avaliados. Os reeducandos têm relatado que a cada encontro fazem novas descobertas, como a dos princípios e valores que não lhes foram ensinadas na infância, mas que agora têm acesso”, finaliza o especialista.

Os jogos são disputados no Centro de Detenção Provisória de Manaus (CDPM) e servem de preparação para o “Torneio das Unidades” e a “Copa dos Campeões”

 

Os internos dos pavilhões 1,3,4,5 e 6 do CDPM estão disputando semanalmente partidas de futsal, se preparando para os dois principais torneios da modalidade este ano: “Torneio das Unidades” e a “Copa dos Campeões”, realizados Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) e a cogestora Umanizzare Gestão Prisional.

No total, 10 times, que se destacaram no último torneio realizado dentro da unidade, participam da série de amistosos que, segundo o professor de educação física do CDPM, Alárick Rebouças, “são importantes para os internos, pois as regras do respeito e tolerância prevalecem”.

Ainda segundo o professor de Educação Física da unidade, “com os jogos se consegue fortalecer as ações coletivas e o espírito de equipes, com repercussão direta na interação e ressocialização dos internos”.

              A gerente técnica da Umanizzare, Sheryde Karoline, destaca que o valor da inclusão esportiva nas unidades, dentro ou fora das prisões, cumpre com a  socialização e criação de espaços de convivência.

                “Com esses jogos, alcançamos vários objetivos: prevenção de doenças, controle de pesos prazer e bem estar, até mesmo porque tem relação direta com questões como saúde física e mental”, reforça a gerente.            

               Os torneios irão acontecer em todas as unidades prisionais do Amazonas sob a cogestão da Umanizzare, gradativamente. Os internos do Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj – fechado) e da Unidade Prisional de Itacoatiara também fazem amistosos em preparação a tradicional “Copa dos Campeões” que deve ter início no segundo semestre do ano.

Coleta de material vem sendo realizada mensalmente, pela Secretaria de Administração Penitenciária do Amazonas (Seap) e Umanizzare Gestão Prisional.

 

   Seguindo o calendário de trabalho voltado para a saúde da população carcerária do Estado, a Seap e a Umanizzare deram início a coleta de sangue, urina, para a realização de diversos tipos de exames, como: Hemograma, Triglicérides, Colesterol, Ácido Úrico, Glicemia, VDRL, Urina (EAS) e Fezes (EPF).

O objetivo dos exames é diagnosticar e controlar possíveis alterações que possam provocar doenças entre os reeducandos.  De acordo com empresa Umanizzare, responsável por coletar os exames, a ação irá beneficiar cerca de 900 presos.

Na unidade Prisional de Itacoatiara (UPI), onde estão custodiados aproximadamente 120 internos, as coletas vêm sendo feitas com o apoio do município, por meio da UBS José Resk, que realiza as análises dos exames, que posteriormente retornam a unidade para avaliação do médico e tratamento se for o caso.

Todas as unidades cogeridas pela Umanizzare receberam a ação de coleta de exames e segundo o gerente técnico, Valter Salles, com os testes a equipe de enfermeiros e médicos, conseguem trabalhar de forma preventiva e pontual.

Com a finalidade de reforçar o valor do trabalho nas penitenciárias do Estado, a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) e a Umanizzare Gestão Prisional estão realizando, uma série de palestras em maio, considerado como o mês do Trabalhador, que teve sua data celebrada no último dia 1.

Conforme a gerente técnica da Umanizzare, Sheryde Karoline, a ação tem como finalidade enfocar a importância do trabalho em equipe para a manutenção de um ambiente harmônico, principalmente no meio prisional.

Uma das primeiras unidades a comemorar a data com os custodiados e colaboradores foi a Unidade Prisional de Itacoatiara (UPI). Na oportunidade os gerentes da unidade, Ivo Murilo (Seap) e Maria Domingas Printes (Umunizzare), agradeceram o empenho e dedicação dos trabalhos realizados no presídio. Eles ressaltaram que além de vencer a ociosidade com os serviços prestados, alguns inclusive remunerados, os internos também são estimulados pela  remição de pena pelas horas trabalhadas.

“Tivemos um dia bem agradável, de muita conversa. Foi uma forma que encontramos de homenagear os internos que tanto contribuem para a limpeza e manutenção da unidade, transformando o ambiente muito melhor para convívio”, disse Domingas.

Ao final do evento foi oferecido um lanche e brindes, entregues pelos próprios colaboradores aos internos, conforme sorteio.  A psicóloga da UPI, Patrícia Mendes, aproveitou a ocasião e estendeu a homenagem agradecendo aos colegas colaboradores pelo empenho e dedicação no dia a dia dentro de uma unidade prisional.

“Essa ação deixou todos muito felizes, pois valoriza o ser humano em seu trabalho elevando a autoestima. Parabéns por todo empenho dedicado à empresa e aos internos”, discursou a psicóloga.

O reeducando Ewerton Júnior disse que ação é importante porque valoriza os internos que se dedicam ao trabalho dentro do presídio.  Segundo ele, “ter tarefas para cumprir é um tipo de atividade que faz relaxar, dá responsabilidade e isso é importante”.

Entre as ações realizadas junto aos presos, estão: orientações básicas de higiene e saúde, além da distribuição de medicamentos.

 

A Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), em parceria com a cogestora nas unidades prisionais, Umanizzare Gestão Prisional Privada, estão desenvolvendo ações de combate às verminoses nas penitenciárias Estado.

Na Unidade Prisional de Itacoatiara (UPI), a 269 km da capital amazonense, a campanha de combate a vermes e fungos, de origem Geo-Helmintíase (doenças parasitárias intestinais), já administrou, sob prescrição médica, remédio a  124 reeducandos e 15 colaboradores. A medicação é em dose única e serve para exterminar parasitas como a lombriga que pode causar sérias infecções intestinais, provocando: anemia, perda de peso, dores abdominais, sangramentos intestinais e diarreias frequentes.

Segundo a gerente técnica da UPI, Maria Domingas Printes, a ação de combate a verminose é realizada a cada quatros meses, tendo sempre um complemento, por motivo da rotatividade de internos e por se tratar de uma área tropical,

“A atuação das equipes de saúde nas unidades prisionais é diária e está focada na política de prevenção. Assim, além da proteção individual, conseguimos alcançar melhores níveis de qualidade de vida em grupo”, enfatizou Domingas.

O interno Francenildo Silva dos Santos, diz que a campanha é necessária e deve ser levada a sério, “essa ação é muito importante, sempre vejo colegas reclamando que estão com problemas de dor de barriga, e pode mesmo ser verme”, disse o custodiado.

Doença atinge aproximadamente 25% da população brasileira, de acordo com o Ministério da Saúde.

Campanha de conscientização sobre os riscos da hipertensão, nos presídios do Amazonas, será realizada durante todo o mês de maio. A Secretaria de Administração Penitenciária (SEAP) e a Umanizzare Gestão Prisional levarão informações sobre a doença para todos os reeducandos, com equipes médicas de cada unidade atuando com medidas preventivas junto aos internos, realizando aferição da pressão arterial, orientando sobre a boa alimentação e a prática de exercícios físicos.

Entre os principais fatores que podem levar a hipertensão estão o sobrepeso, a obesidade, má alimentação (consumo exagerado de sal), sedentarismo, tabagismo e, em alguns casos, o fator hereditário – indivíduos com pais hipertensos têm 30% de chances de também ter a doença.

“A hipertensão-  ou tensão alta é caracterizada quando a pressão arterial está acima dos 120 de máxima e 80 de mínima, convencionalmente chamado de 12 por 8. Os principais sintomas da hipertensão são: dor de cabeça, dor na nuca, tonturas, enjoos e falta de ar”, explica a enfermeira da Unidade Penitenciária de Itacoatiara (UPI), Jullí Costa, .

Campanha – Com o título “EU SOU 12 X 8” as palestras nas unidades contam com a distribuição de folders informativos e cartazes da campanha de hipertensão. Na Unidade Prisional de Itacoatiara – UPI, 88 reeducandos já participaram das palestras sobre o assunto –  53 tiveram a pressão arterial aferidas.

A atividade na UPI, contou com o apoio da coordenadoria do Programa Hiperdia do Município de Itacoatiara, que disponibilizou folders informativos e cartazes da campanha. O Médico da Unidade Saul Dennis, disse que a ação serve para conscientizar sobre a importância da doença e priorizar as medidas preventivas para evitar o surgimento da doença.

A gerente técnica, Maria Domingas Printes, destacou a parceria em conjunto com a equipe de enfermaria da UPI que tornou a ação eficiente e atingiu o que foi planejado.

“Foi uma oportunidade ímpar de falar desta doença que é silenciosa. Nossos enfermeiros esclareceram, inclusive, sobre o infarto do coração, AVC (Acidente Vascular Cerebral), insuficiência cardíaca e renal, algumas das consequências maléficas da hipertensão”, finalizou Domingas.

Projeto implantado pela Umanizzare conquista cada vez mais internos, por oferecer remição de pena e acesso à cultura e à educação.

 

Entre os meses de abril e maio, aproximadamente 60 reeducandos participantes do Remição pela Leitura realizaram as avaliações escritas e orais do projeto.

As provas foram aplicadas entre os presos das Unidade Prisional Do Puraquequara (UPP); Penitenciária Feminina de Manaus (PFM); Unidade Prisional de Itacoatiara (UPI); Instituto Penal Antônio Trindade – (IPAT); Centro de Detenção Provisória de Manaus (CDPM).

As avaliações foram realizadas por equipes técnicas multidisciplinares da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (SEAP) e a empresa cogestora das unidades prisionais no estado, Umanizzare Gestão Prisional.

Os testes exigiam que os reeducandos fizessem uma explanação (provas orais) e / ou respondessem a questões (prova escrita) sobre as histórias que leram.

Além da remição de pena, o projeto, tem o objetivo de proporcionar acesso à cultura e à educação. Para a gerente técnica da Umanizzare, Sheryde Karoline, a leitura expande a visão dos internos para novas experiências e perspectivas de vida. “Os internos relatam que, além de ver os livros como forma de conhecimento de outras culturas, a leitura auxilia no processo de escrita”, afirma a gerente.

Até a primeira quinzena do mês de maio, os resultados das provas devem ser divulgados.

Sobre o Remição Pela Leitura – Recomendado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e previsto na Lei de Execução Penal (LEP), o Programa de Remição pela Leitura visa reduzir a pena dos internos utilizando obras literárias, viabilizando a remição de quatro dias da pena, a cada livro e resenha/relatório de leitura de obras devidamente lidas e avaliadas, prática que tem-se mostrado uma extraordinária ferramenta também para a melhoria do convívio interno nos presídios.

Conforme a Odontóloga da UPI, Tamiris Ferreira de Lima, que fez parte da bancada avaliadora, a cada edição, percebe-se que o número de participantes e interessados no projeto aumenta, enfatizando que a leitura é importante para o processo de ressocialização.  “Através das histórias eles podem aprender lições e aplicar os conhecimentos obtidos dos livros o dia-a-dia. Os participantes nos relatam os benefícios que este projeto traz, e isso é muito gratificante, ver que a nossa participação é capaz de transformar de forma positiva a vida dessas pessoas’, afirmou a dentista.

As confecções estão acontecendo na Unidade Prisional de Itacoatiara (UPI) por participantes do projeto “Espaço Terapêutico”.

 

As mamães dos reeducandos de Itacoatiara já estão com os presentes garantidos.  A poucos dias da celebração do dia das mães, que acontece no segundo domingo de maio, às atividades trabalhadas durante o projeto “Espaço Terapêutico” estão voltadas para a terapia ocupacional, com a confecção de lembranças para as mães dos custodiados.

De acordo com a gerente técnica da UPI, Maria Domingas Printes, a intenção dos profissionais responsáveis pelo projeto na unidade é de promover a promover uma reflexão sobre os valores e comportamentos de fundo emocional, principalmente entre os presos, portadores de alterações afetivas.  Em sete dias, os 10 internos, divididos em dois grupos de cinco, confeccionaram mais de 120 lembrancinhas, entre elas: sabonetes artesanais; corações de EVA para armazenar os sabonetes e bolsinhas de EVA e flores de papel cartão para colocar chocolates.

“Essa atividade teve como objetivo ampliar o campo de ação, estimulando condições de bem-estar e autonomia, por meio do fazer afetivo, relacional, material e produtivo o espaço terapêutico contribuiu com os processos de produção de vida e saúde” afirmou Domingas.

Segundo a psicóloga da unidade, Patrícia Mendes a cada 15 dias o Espaço Terapêutico atende um grupo de reeducando com transtornos mentais, “essas ações são importantes, pois valorizam o trabalho do reeducando lhe proporcionando o bem estar, auto estima e o sentimento de amor ao próximo”, acrescentou a psicóloga.

O reeducando, Fábio da Silva, afirma que as ações trabalhadas no Espaço Terapêutico o fazem se sentir muito melhor. “Me sinto muito bem trabalhando com arte, o tempo passa mais rápido também e desta vez tem um diferencial, estou fazendo algo para homenagear todas as mães da unidade prisional com essas lembranças”, finalizou o reeducando.

Unidade Prisional de Itacoatiara (UPI) realiza todas às quintas-feiras atividades do projeto de “Planejamento Familiar”.

 

Por iniciativa da Umanizzare Gestão Prisional, familiares de reeducandos participam do projeto “Planejamento Familiar”, que tem como principal objetivo a prevenção e promoção de saúde para os parentes dos internos da Unidade Prisional de Itacoatiara (UPI).

De acordo com a gerente técnica da Umanizzare em Itacoatiara, Maria Domingas Printes, o projeto também permite um momento de interação entre o casal, muito importante para os internos que vivem distante das mulheres e precisam ter acesso aos direitos e deveres perante a Lei do Planejamento Familiar, prevista na Constituição para orientar e conscientizar a respeito da gravidez e da instituição familiar.

“Nossa equipe de assistentes sociais e enfermeiros optaram por trabalhar o projeto na metodologia de palestras, seguida de uma rodada de conversação e assim conscientizar eles sobre a importância de métodos contraceptivos, para diminuir os riscos de contração de doenças sexualmente transmissíveis, bem como o controle de natalidade”, explica Domingas.  

Importância do Planejamento Familiar – A falta de planejamento familiar pode gerar problemas sociais. Pessoas sem condições econômicas de criar os filhos muitas vezes recorrem às instituições de adoção, ao aborto, ou simplesmente os abandonam nas ruas. Famílias muito pobres acabam tendo maiores dificuldades financeiras e sociais quando tem muitos filhos sem condições de mantê-los. As autoridades vêm adotando medidas quanto ao controle de natalidade, disponibilizando métodos anticoncepcionais gratuitamente nos postos de saúde, mas, essas providências não têm sido suficientes e a taxa de natalidade continua alta. Neste contexto, o  planejamento familiar não deve ser privilégio de classes sociais mais altas, mas sim de todas as pessoas, basta que tenham informação e conscientização da importância desse ato.

Educação para mudar -Para a assistente social da (UPI), Ana Maria Bezerra, mensalmente, seis novos casais recebem formação de planejamento familiar, proporcionado aos reeducandos (as) e cônjuges um momento de conhecimento, reflexão e esclarecimento.

“O intuito é oferecer mais orientações aos casais participantes e, com isso, aumentar o vínculo familiar dos reeducandos, promovendo a valorização da família como base para a construção de indivíduos em sociedade. Os reeducandos precisam entender que o planejamento é a melhor forma de garantir a qualidade de vida de sua família”, finaliza Ana Maria.

Filhos de presos têm espaços lúdicos nos presídios

 

Crianças ocupam o tempo se divertindo, desenhando e pintando enquanto os pais estão no horário de visita

 

Atendendo recomendações do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) e Umanizzare Gestão Prisional Privada desenvolvem no sistema penal o projeto “O Pequenino”, que atende os filhos de presos durante o horário de visitas nas unidades prisionais.

O projeto tem, entre outras finalidades, ocupar as crianças com ações lúdicas e pedagógicas dentro de um espaço adequado, tornando o ambiente menos traumático para os menores enquanto a família visita os reeducandos.

Segundo a gerente técnica da Umanizzare, Sheryde Karoline, no projeto as crianças ocupam o tempo se divertindo, desenhando e pintando. Também utilizam brinquedos produzidos com materiais reciclados, como: papelão, garrafas pets de refrigerantes e borrachas, feito pelos próprios internos.

“Ao invés de ficar ociosas, a criança tem um acompanhamento diferenciado para a leitura, aprendizado, psicomotricidade e brincadeiras, enquanto a família visita seus pais”, explica a Sheryde.

Itacoatiara – Diferente das outras unidades, quando o projeto é realizado durante o cadastramento da família em dias de semana, em Itacoatiara, município localizado a 170 km em linha reta de Manaus, ele acontece nos finais de semana, aos sábados e domingos, das 8h às 11h.

De acordo com a gerente técnica da Unidade Prisional de Itacoatiara (UPI), Maria Domingas Printes, a cada fim semana, a unidade chega a receber entre 15 a 20 crianças.  “Pais e filhos passam boa parte do tempo brincando ou lendo livros e isso ameniza as tensões geradas no ambiente carcerário, sem dizer que aproxima a família, se tornou um elo entre o interno e o filho”, ressalta a gerente.