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Umanizzare Brasil

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Os agentes de socialização que participam da 18ª edição do curso de “Formação de Agentes de Socialização”, promovido pela Umanizzare Gestão Prisional, iniciaram nessa segunda semana do mês de julho os trabalhos com a disciplina de “Relações Interpessoais”. Nesta edição, 60 pessoas participam da nova turma que iniciou na quarta-feira (4).

De acordo com a gerente de RH da Umanizzare, Erika Borges, o programa de formação serve como capacitação técnica para melhorar o desempenho do agente de socialização dentro das unidades prisionais. A gerente de RH explica que a disciplina de “Relações Interpessoais”, traz  a ementa com abordagens sobre emoções e expectativas, a importância do feedback, além de estabelecer o conceito de comunicação.

“Outra abordagem, é sobre a gestão de conflitos, respeito à diversidade, a mediação de conflito (metodologia e prática), e a relações que compõe o sistema prisional”, disse a gerente de RH.

Erika Borges explica que a abordagem que traz as relações que compõe o sistema prisional, trata da relação entre os agentes e os internos, também entre os agentes e os familiares dos internos, agentes com seus superiores e agentes com seus colegas de trabalho.

“Também abordamos nesta ementa, assuntos sobre a inversão de valores, a empatia, bons modos, comunicação eficaz, postura comportamental e relações de agentes com os visitantes e suas implicações”, disse a Erika Borges.

A gerente de RH explicou que os objetivos gerais da disciplina é desenvolver capacidades para aquisição de habilidades para o relacionamento interpessoal, além de levar a busca de autonomia para que o agente seja apto a lidar com as diversas situações apresentadas no sistema prisional.

“A disciplina serve ainda, para que os agentes compreendam os mecanismos de comunicação interpessoal na otimização dos serviços no sistema prisional”, disse a gerente de RH.

Erika Borges explica que a metodologia da disciplina será com aulas expositivas com utilização de mídia, apresentação (Data Show/computador), além da discussão em grupo. A gerente de RH disse ainda que a avaliação será feita por meio de frequência, participação, comportamento e teste escrito.

 

 

Reeducandos do regime fechado do Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj-Fechado) participam da 25° edição do projeto de Remição pela Leitura. O projeto é desenvolvido mediante parceria entre a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) e a cogestora das unidades prisionais no Amazonas, a Umanizzare Gestão Prisional.

De acordo com a terapeuta ocupacional da unidade, Nelcineide Silva de Lira, o projeto de remição pela Leitura é uma recomendação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e previsto na Lei de Execução Penal (LEP).

“O programa de remição pela leitura objetiva reduzir a pena dos internos utilizando obras literárias, viabilizando a remição de quatro dias da pena, a cada livro e resenha ou relatório de leitura de obras devidamente lidas e a avaliadas”, disse a colaboradora.

Segundo a terapeuta ocupacional, as atividades de leitura acontecem semanalmente no Compaj e tem como objetivo levar um momento educacional e de construção intelectual para os presos, que buscam na educação uma alternativa de mudança de vida.

 

Reeducandas do Centro de Detenção Provisório Feminino (CDPF), participam de curso de oficina em EVA no “Projeto Mãos Livres”. O projeto é desenvolvido mediante parceria entre a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) e a cogestora das unidades prisionais no Amazonas, a Umanizzare Gestão Prisional.

De acordo com a Sheryde Karoline, gerente técnica da Umanizzare, o objetivo do projeto é elevar a autoestima, combater a ociosidade e promover uma alternativa de ganho de renda familiar extra às reeducandas, criando artesanatos por meio do Projeto Mãos Livres.

“O projeto busca promover o processo de ressocialização da população carcerária, e, consequentemente sua reinserção na família e na sociedade por meio das capacitações profissionais”, afirma a gerente.

Segundo Sheryde, as reeducandas falam que ganham uma expectativa de vida após a participação do projeto que é realizado dentro da unidade prisional. A gerente técnica disse que projeto de confecção de artesanatos em EVA é a atividade de maior interesse das reeducandas.

“Isso, devido o material ser de fácil acesso, barato e muito colorido, além de proporcionar a confecção de uma enorme variedade de produtos”, ressaltou a colaboradora.

Conforme a gerente, o Projeto tem um papel fundamental na rotina das internas, que podem transformar o tempo ocioso dentro da unidade em novos aprendizados.

 

Com o objetivo de levar um momento de interação e aprendizado dentro das unidades prisionais, reeducandas do Centro de Detenção Provisório Feminino (CDPF), participam de curso de pintura em tecido pelo “Projeto Mãos Livres”. O projeto é desenvolvido mediante parceria entre a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) e a cogestora das unidades prisionais no Amazonas, a Umanizzare Gestão Prisional.

De acordo com Sheryde Karoline, gerente técnica da Umanizzare, as aulas do curso de pintura em tecido vem sendo realizado por meio do Projeto Mãos Livres, e tem como  instrutora a colaboradora Francimeire Araújo, que trabalha com uma turma com 15 internas matriculadas.

“Nas aulas práticas aprenderam quanto às técnicas de luz e sombra, a arte do sombreado, técnica de monocromático, entre outras”, afirma a gerente técnica.

Segundo Sheryde, as aulas ocorrem no turno da manhã. De acordo com a gerente técnica, as reeducandas participaram de forma positiva, sendo avaliadas pelo seu desempenho, comportamento, e a participação durante o curso.

“Com o término do curso, teremos a certificação das reeducandas. O objetivo é que elas tenham a oportunidade de aprender um curso profissionalizante”, disse Sheryde Karoline.

Conforme a assistente social, o Projeto Mãos Livres está focado na ressocialização e as oficinas têm cumprido vários papéis nas unidades, desde a mudança de comportamento dos internos, até no interesse de participar das atividades.

Reeducandas do Centro de Detenção Provisória Feminino (CDPF) participam de curso de maquiagem, por meio do projeto “Lisbela”. As aulas tiveram início no dia 21 de maio de 2018. O projeto é desenvolvido mediante parceria entre a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) e a cogestora das unidades prisionais no Amazonas, a Umanizzare Gestão Prisional.

De acordo com a gerente técnica da Umanizzare, Sheryde Karoline, no total, existe a participação de 22 internas matriculadas no curso de maquiagem, separadas em duas turmas, que são ministradas pela instrutora Marinez Costa, responsável pela capacitação das reeducandas.

“As aulas ocorreram no turno da manhã e tarde, no espaço projetado para o projeto Lisbela”, afirma a gerente.

Sheryde também disse que as aulas práticas foram realizadas de forma dinâmica, entre as internas, com embasamentos teóricos e abordando técnicas de preparação de pele, antes e depois da maquiagem, limpeza facial, correção de sobrancelhas, aplicação de cílios postiços, maquiagem para uso diário, maquiagem para noite, além de maquiagens temáticas, da copa e festa junina.

“Nas aulas práticas as reeducandas participaram de forma positiva, tendo bom desempenho durante o curso. Na oportunidade foi ensinado para as internas sobre penteados e tranças, com 18 internas certificadas”, disse a gerente técnica.

A grande rotatividade de presos no sistema prisional amazonense levou a Secretaria de Administração Penitenciária do Amazonas (Seap) e a empresa Umanizzare Gestão Prisional a realizar exames preventivos periódicos de saúde nos custodiados.

Os exames são realizados todos os meses, ou sempre que necessário, conforme indicação dos profissionais da saúde de cada unidade. Após os testes laboratoriais, caso seja identificado algum tipo de doença, tem início o tratamento pontual e, se necessário, o agendamento imediato do reeducando com o médico.

Na unidade Prisional de Itacoatiara (UPI), onde estão custodiados em torno de 100 internos, as coletas vêm sendo feitas com o apoio do Laboratório Central (LACEN) que disponibilizou o  material para coleta das amostras.

De acordo com a gerente técnica da UPI, Maria Domingas Printes, os exames são complementares para ajudar no diagnóstico de doenças e na avaliação a saúde de uma maneira geral dos presos, prevenindo anemia e infecções.

“Foram feitas coletas de sangue, urina, entre outras amostras para a realização de diversos tipos de exames, como: Hemograma, Triglicérides, Colesterol, Ácido Úrico, Glicemia, VDRL, Urina (EAS) e Fezes (EPF). Nosso objetivo  é diagnosticar e controlar possíveis alterações que possam provocar doenças junto a população carcerária”, disse Domingas.

A enfermeira da unidade, Julli Janaina, afirmou que a coleta de sangue serve para avaliar a saúde de maneira geral e identificar possíveis desordens, como anemia e infecções.

Presos da Unidade Prisional de Puraquequara (UPP) participam do “Grupo Operativo”, no projeto Espaço Terapêutico. O momento de reflexão e conversa acontece na última semana do mês de junho e é desenvolvido pela Secretaria de Estado de Administração Penitenciaria (Seap) em parceria com a cogestora das unidades prisionais no Amazonas, a Umanizzare Gestão Prisional.

De acordo com a psicóloga da unidade, Alessandra Cabral, durante o projeto Espaço Terapêutico, acontece a exibição de filmes, músicas e os reeducandos participam de uma rodada e conversa. A psicóloga explica que os temas debatidos no Espaço Terapêutico são pré-estabelecidos pelos profissionais envolvidos no desenvolvimento da atividade.

“Com o projeto, os reeducandos fortalecem a autoestima, ganham o crescimento emocional, autonomia, reforçam o equilíbrio pessoal, intelectual e emocional”, disse Alessandra Cabral.

A psicóloga explicou que o projeto em grupo do Espaço Terapêutico acontece semanalmente e vem atraindo a atenção dos reeducandos. Segundo Alessandra Cabral, através dos debates em grupo, os reeducandos apreendem sobre as diversas possibilidades nas tomadas de decisões.

“Eles percebem que tem que avaliar todos os caminhos antes de tomar uma decisão que pode acarretar empecilhos para a continuidade do convívio em sociedade”, disse a psicóloga.

Desperta o interesse

Alessandra Cabral disse que o projeto do “Grupo Operativo” vem despertando o interesse dos reeducandos, que enxergam nas conversas em grupo, a possibilidade de escolha, de mudança, e traz o processo de aceitação.

Reeducandos do Centro de Detenção Provisória de Manaus
(CDPM) participam nesta terça-feira (26) do projeto de
“Remição pela Leitura”. O projeto é desenvolvido através
de uma parceria entre a Secretaria de Estado de
Administração Penitenciária (Seap) em parceria com a
gogestora da unidade prisional no Amazonas, Umanizzare
Gestão Prisional.
De acordo com a psicóloga da unidade, Flávia Bueno, as
atividades de leitura acontecem semanalmente na unidade
prisional e tem como principal objetivo, levar um momento
educacional e de construção intelectual para os presos que
buscam na educação, uma alternativa de mudança de vida.
Segundo a psicóloga, o projeto de remição pela leitura exige
dos presos dedicação, para que possam se sair bem nos
testes que acontecem durante o desenvolvimento do projeto
educacional.
“Os reducandos recebem livros e tem que ler e se preparar
para o momento de avaliação, que acontece no formato
escrita e oral, em dois momentos”, disse a psicóloga.
Flávia Bueno explicou que uma banca avaliadora, composta
por profissionais da própria unidade, e também, do público
externo, é montada para avaliar o desempenho dos
reeducandos envolvidos na atividade educacional.
Conforme a psicóloga, além da remição pela leitura, o
projeto tem o objetivo de proporcionar acesso à cultura e a
educação. Para a profissional, o projeto estende a visão dos
internos para novas experiências e perspectivas de vida.
Recomendação

A Remição pela Leitura é recomenda pelo Conselho
Nacional de Justiça (CNJ) e previsto na Lei de Execução
Penal (LEP). O programa de remição pela leitura objetiva
reduzir a pena dos internos utilizando obras literárias,
viabilizando a remição de quatro dias da pena, a cada livro e
resenha ou relatório de leitura de obras devidamente lidas e
a avaliadas.

Em alusão ao “Dia Nacional do Meio Ambiente”, que acontece no mês de junho, presos da Unidade Prisional do Puraquequara (UPP) participaram, durante a última semana do mês, de palestra sobre a semana do meio ambiente. A palestra é desenvolvida por meio de uma parceria com Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) e a Umanizzare Gestão Prisional.

De acordo com a psicóloga da unidade, Alessandra Mendes Cabral, a palestra na unidade prisional do Puraquequara, foi realizada no dia 19 de junho 2018 e foi apresentado com o auxílio dos profissionais do setor de psicologia, o técnico de segurança do trabalho Leonardo Borges da Cunha e o setor de serviço social.

“A palestra contou com uma atividade socioeducativa com o tema ‘Preservação do Meio Ambiente’, em comemoração à semana do meio ambiente”, disse a psicóloga.

Alessandra Cabral explicou que foram pré-selecionados dois reeducandos de cada galeria, para que representassem sua galeria e que fossem os multiplicadores das informações passadas. A psicóloga explicou que a palestra procurou sensibilizar os reeducandos sobre o consumo sustentável e a importância da limpeza nos ambientes da unidade prisional, para que não haja futuros problemas de saúde tanto entre os reeducandos, como em seus familiares que vem visitá-los.

“Todos participaram ativamente com questionamentos e novas ideias que foram ouvidas pelos funcionários que falarão com os responsáveis das áreas mencionadas pelos mesmos. O reeducando, Fernando dos Santos, declarou que essas trocas de informações é bastante importante para que haja a melhoria no ambiente, afirmou que o tema o fez repensar sobre seu comportamento a respeito da limpeza do local em que se encontra”, disse Alessandra.

Não é de hoje que a música vem servindo como instrumento de inclusão social e aproximação entre os indivíduos. Nas unidades prisionais do Amazonas, o projeto de atividade musical vem promovendo a ressocialização e modificando o formato de convívio entre os presos de forma mais amistosa.

De acordo com a assistente administrativo e apoio do corpo técnico do Instituto Penal Antônio Trindade (Ipat), Francisca Kelly Freitas do Nascimento, o projeto vem trazendo um processo de aprendizado social e de convívio entre os reeducandos.

“A música tem a função de transformar critérios e ideias artísticas em uma nova realidade, resultante de mudanças sociais”, ressaltou a assistente administrativo.

Francisca Kelly Freitas conta que o projeto é desenvolvido através de uma parceria entre a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) e a cogestora das unidades prisionais no Amazonas, a Umanizzare Gestão Prisional.

“Os reeducandos são bem receptivos ao projeto, e por muitos serem vinculados ao culto evangélico, que acontece dentro das unidades prisionais, optam por louvores”, disse a colaboradora.

A assistente administrativo explica que a música expressa nos reeducandos algo que não pode ser dito em palavras, como se fosse uma arte de manifestar os diversos afetos ou descobrir a paixão em forma de melodias. Francisca Kelly afirma que o projeto tem o objetivo de tirar os presos da ociosidade e promover um momento de interação e companheirismo.

“O projeto musical tem como principal finalidade o resgate da autoestima e a dignidade humana. Com as aulas, estabelecemos atividades que desenvolvem a linguagem musical e oral, juntamente com habilidades rítmicas, visuais, motoras, físicas e psicológicas dos participantes”, disse Francisca Kelly.