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População carcerária recebe testes rápidos para diagnóstico de IST

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Detentos estão entre os mais vulneráveis a doenças sexualmente transmissíveis, como vírus da Hepatite, imunodeficiência humana (HIV), entre outras.

O teste rápido para a detecção de doenças como HIV; Hepatite B; e Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST) é um dos serviços realizados durante todo o ano pelas equipes de saúde da Umanizzare Gestão Prisional, empresa que faz a cogestão de seis presídios do Amazonas junto a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), dentro das unidades, por meio das triagens, além da distribuição de camisinhas aos detentos.

Nesta semana, 20 reeducandos da   ala da enfermaria Psiquiátrica – anexo ao Centro de Detenção Provisória Masculino (CDPM) estão passando por exames de testagem rápida para diagnosticar possíveis doenças infecciosas e sexualmente transmissíveis.

Enquanto os testes são aplicados, os internos participam simultaneamente do projeto “Cine Cultura”, como forma de entreter os custodiados e deixar o ambiente tranquilo, principalmente entre os presos que possuem aquele ‘medo’ da agulha.  

Os testes rápidos – são exames nos quais a execução, leitura e interpretação do resultado ocorrem em, no máximo, 20 minutos, sem a necessidade de estrutura laboratorial. Podem ser realizados com amostras de sangue total obtidas por punção digital ou punção venosa, e também com amostras de soro, plasma e fluido oral.

Projeto – O “Cine Cultura foi idealizado pela Umanizzare e é uma atividade realizada semanalmente, todas às sextas-feiras.  Os filmes são selecionados pela equipe técnica, de acordo com o tema a ser abordado, e buscam trabalhar os conflitos, ou educar e orientar ludicamente.  Após o filme, é aberto um espaço para que os reeducandos possam expressar o que sentiram e debaterem sobre o que aprenderam.

“O cinema, no âmbito educativo, proporciona um ambiente ideal para ajudar as pessoas privadas de liberdade a tomarem decisões conscientes e responsáveis. Além disso, o trabalho junto aos pacientes psiquiátricos se torna ainda mais humanizado, descontraído”, explica a coordenadora de projetos da Umanizzare, Maria Domingas Printes. 


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