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Assistentes Sociais reforçam a Importância da família para os presos

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     Por iniciativa da Umanizzare, empresa que faz a cogestão de seis presídios no Amazonas, os assistentes sociais da empresa realizam nas unidades o projeto “Planejamento Familiar” – o objetivo é fortalecer os vínculos familiares como fator essencial para a ressocialização de reeducandos.  

     Na Unidade Prisional de Itacoatira (UPI) as atividades acontecem todas as quintas-feiras quando familiares de reeducandos participam de exercícios que também visam à prevenção e promoção de saúde para os familiares dos internos.

No mês de novembro, a ação na unidade envolveu 23 participantes. . Além do credenciamento para visitas, esposas e maridos (internos), eles também participaram de atividades relacionadas ao Novembro Azul – mês de prevenção e combate ao câncer de próstata.

   A gerente técnica da UPI, Maria Domingas Printes, e a assistente social, Silvana Leão, explicam que o projeto é uma forma de assegurar o acesso à informação, a métodos de contracepção eficazes e seguros, que contribuem para a vivência da sexualidade de forma saudável.

   “Os participantes nos falam que o Projeto é importante, pois, eles adquirem novos conhecimentos desde como planejar o desenvolvimento da família, a doenças sexualmente transmissíveis – além de assuntos temáticos como a Campanha do Novembro Azul, e isso é muito gratificante para todos nós colaboradores”, afirma Domingas.

   Após as conversas e atividades foram entregues kits de higiene contendo, preservativos femininos, sabonete íntimo, toalha de rosto e folder explicativos de IST/AID.

   A gerente regional da Umanizzare, Sheryde Karolina, ressalta  que o projeto além de estimular a tomada de consciência quanto à importância do planejamento familiar  incentiva a adesão aos programas promovidos pela empresa.

   “O que parece ser muito simples, em alguns casos, se transforma em verdadeira odisseia por falta de informação. Não é rara a ocorrência de filhos que ficam impedidos de fazer visitas por não terem o nome do pai no registro de nascimento, fragilizando os laços familiares e aí mais uma vez entra nossa equipe de assistentes sociais e psicólogos, seja para orientar quanto aos documentos necessários, seja para acalmar o parente” afirma a Sheryde

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