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Reeducandos do Compaj trabalham na confecção de chinelos

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O projeto de confecção de chinelos dentro do Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj-Fechado), vem promovendo um processo de aprendizagem para os reeducandos que participam do projeto, que garantem uma renda extra no fim de cada mês.

De acordo com a terapeuta ocupacional do Compaj, Nelcineide Lira, a fábrica de chinelos tem o objetivo de atender a demanda de fornecimento dos calçados aos reeducandos de todas as unidades prisionais no Amazonas, além de oferecer o trabalho remunerado aos reeducandos com a confecção de chinelos.

A terapeuta ocupacional disse que atualmente a fábrica de chinelos tem capacidade de produção diária de 100 pares. Segundo Nelcineide Lira, a fábrica emprega quatro reeducandos, que foram previamente selecionados pelos setores de serviço social e psicologia.

Nelcineide Lira disse que a fábrica de chinelos no Compaj oferece uma oportunidade de emprego e qualificação profissional para os reeducandos. Além de oferecer um serviço remunerado, de frequência diária, a produção visa suprir a demanda da empresa quanto aos chinelos em todas as unidades.

“A produção é para atender a demanda da empresa, no que diz respeito ao fornecimento de sandálias para o reeducandos”, ressaltou a colaboradora.

A terapeuta ocupacional explicou que os colaboradores ficam bastante satisfeitos com o serviço feito pelos internos na fábrica de chinelos. Segundo Nelcineide, a oportunidade dada pela empresa aos reeducandos como forma de requalificação profissional, é algo visto com bons olhos pelos reeducandos.

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