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Reeducandos do Ipat participam de projeto de música

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Não é de hoje que a música vem servindo como instrumento de inclusão social e aproximação entre os indivíduos. Nas unidades prisionais do Amazonas, o projeto de atividade musical vem promovendo a ressocialização e modificando o formato de convívio entre os presos de forma mais amistosa.

De acordo com a assistente administrativo e apoio do corpo técnico do Instituto Penal Antônio Trindade (Ipat), Francisca Kelly Freitas do Nascimento, o projeto vem trazendo um processo de aprendizado social e de convívio entre os reeducandos.

“A música tem a função de transformar critérios e ideias artísticas em uma nova realidade, resultante de mudanças sociais”, ressaltou a assistente administrativo.

Francisca Kelly Freitas conta que o projeto é desenvolvido através de uma parceria entre a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) e a cogestora das unidades prisionais no Amazonas, a Umanizzare Gestão Prisional.

“Os reeducandos são bem receptivos ao projeto, e por muitos serem vinculados ao culto evangélico, que acontece dentro das unidades prisionais, optam por louvores”, disse a colaboradora.

A assistente administrativo explica que a música expressa nos reeducandos algo que não pode ser dito em palavras, como se fosse uma arte de manifestar os diversos afetos ou descobrir a paixão em forma de melodias. Francisca Kelly afirma que o projeto tem o objetivo de tirar os presos da ociosidade e promover um momento de interação e companheirismo.

“O projeto musical tem como principal finalidade o resgate da autoestima e a dignidade humana. Com as aulas, estabelecemos atividades que desenvolvem a linguagem musical e oral, juntamente com habilidades rítmicas, visuais, motoras, físicas e psicológicas dos participantes”, disse Francisca Kelly.

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