Notícias

Presos de Itacoatiara recebem medicamentos contra verminoses

Compartilhe no Google+ Compartilhe no Pinterest Compartilhe no LinkedIn Compartilhe no Tumblr

A Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), em parceria com a cogestora nas unidades prisionais Umanizzare Gestão Prisional Privada, estão desenvolvendo ações de combate às verminoses no sistema penitenciário do Estado.

A campanha já está em andamento na Unidade Prisional de Itacoatiara (UPI), contra vermes e fungos. A equipe médica da Umanizzare está administrando Albendazol 400 mg mastigável em dose única para aproximadamente 100 pessoas, entre internos e colaboradores.

O tratamento vem sendo realizado nos pavilhões A e B, na triagem e enfermaria. A medicação prescrita serve para exterminar parasitas como a lombriga, que pode causar sérias infecções intestinais provocando: anemia, perda de peso, dores abdominais, sangramentos intestinais e diarreias frequentes.

A enfermeira Jullí Costa, que coordena a ação juntamente com o técnico de enfermagem Hamilton de Matos, esclarece que o tratamento coletivo, por meio da administração dos anti-helmínticos,  reduz tanto a intensidade de infecção, quanto a prevalência da doença na unidade prisional.

Cuidados contínuos – Segundo a gerente técnica da UPI, Maria Domingas Printes, a ação de combate à verminose é realizada de quatro em quatro meses devido a rotatividade de internos e por se tratar de uma área tropical.

“A atuação das equipes de saúde nas unidades prisionais é diária e está focada na política de prevenção. Assim, além da proteção individual, conseguimos alcançar melhores níveis de qualidade de vida em grupo”, destaca Domingas.

O técnico de enfermagem, Hamilton de Matos, ressalta que o tratamento serve também como prevenção porque “além de distribuir o medicamento, aproveitamos para orientar os internos sobre a importância dos cuidados básicos de higiene pessoal e também da alimentação, como eles devem armazenar os alimentos de forma segura a manter a saúde”.  

O interno, Luís Wellington Costa dos Santos, disse que a campanha é necessária e deve ser levada a sério: “essa ação é muito importante, sempre vejo colegas reclamando que estão com problemas de dor de barriga, e pode mesmo ser verme”, disse o custodiado.

Publique um comentário