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Filme “O amor maior do mundo” é exibido para internas do sistema prisional

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Apresentação da película faz parte do projeto “Cine Cultura”, realizado semanalmente com o objetivo de trabalhar os conflitos, educar e orientar ludicamente as detentas.

Nesta comédia romântica, várias histórias associadas à maternidade se cruzam: Sandy (Jennifer Aniston) é uma mãe solteira com dois filhos, Bradley (Jason Sudeikis) é um pai solteiro com uma filha adolescente, Jesse (Kate Hudson) tem uma história complicada com a sua mãe, Kristin (Britt Robertson) nunca conheceu a sua mãe biológica e Miranda (Julia Roberts) é uma escritora de sucesso que abre mão de ter filhos para se dedicar à carreira.

Essa é a sinopse de “O amor maior do mundo”, filme exibido nesta sexta-feira (8) pela Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) e a cogestora das Unidades Prisionais, a Umanizzare Gestão Prisional, para as reeducandas do Centro de Detenção Provisório Feminino (CDPF), por meio do projeto Cine Cultura.  

O coordenador técnico regional da Umanizzare, Valter Sales, explica que a sessão de cinema traz educação cultural, diminui significativamente ocorrências truculentas dentro dos presídios e promove a interação e reflexão nos detentos, assim como perspectivas acerca de um futuro melhor.

“O cinema no âmbito educativo, dentro das unidades prisionais do Amazonas, proporciona um ambiente ideal para ajudar pessoas privadas de liberdade. A escolha das exibições é realizada cuidadosamente, pois os filmes devem trazer conteúdos edificantes, ou, com alguma moral que contribua com a ressocialização e convivência em harmonia”, informa Sales.

Penitenciárias femininas: as internas do Centro de Detenção Provisório Feminino (CDPF) se emocionaram com o filme e comentaram com as psicólogas e assistentes sociais que sentiram muita vontade de abraçar filhos e mães.

Para a gerente técnica da Umanizzare, Sheryde Karoline, o cinema educa, conscientiza, sensibiliza, faz pensar e sentir, “nos faz reavaliar conceitos, reorganizar estruturas. Este processo é lento, porém, profundo, ou seja, o filme é uma ferramenta positiva quando bem utilizada para estimular mudanças e percebemos que as internas entendem o verdadeiro propósito da nossa existência, com destaque para a superioridade dos valores e princípios diante do materialismo”, destaca a gerente técnica.

Na próxima semana será a vez das reeducandas da Penitenciária Feminina de Manaus (PFM) assistirem ao filme.

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