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Presos do Amazonas são orientados sobre os riscos da hipertensão arterial

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Doença atinge aproximadamente 25% da população brasileira, de acordo com o Ministério da Saúde.

Campanha de conscientização sobre os riscos da hipertensão, nos presídios do Amazonas, será realizada durante todo o mês de maio. A Secretaria de Administração Penitenciária (SEAP) e a Umanizzare Gestão Prisional levarão informações sobre a doença para todos os reeducandos, com equipes médicas de cada unidade atuando com medidas preventivas junto aos internos, realizando aferição da pressão arterial, orientando sobre a boa alimentação e a prática de exercícios físicos.

Entre os principais fatores que podem levar a hipertensão estão o sobrepeso, a obesidade, má alimentação (consumo exagerado de sal), sedentarismo, tabagismo e, em alguns casos, o fator hereditário – indivíduos com pais hipertensos têm 30% de chances de também ter a doença.

“A hipertensão-  ou tensão alta é caracterizada quando a pressão arterial está acima dos 120 de máxima e 80 de mínima, convencionalmente chamado de 12 por 8. Os principais sintomas da hipertensão são: dor de cabeça, dor na nuca, tonturas, enjoos e falta de ar”, explica a enfermeira da Unidade Penitenciária de Itacoatiara (UPI), Jullí Costa, .

Campanha – Com o título “EU SOU 12 X 8” as palestras nas unidades contam com a distribuição de folders informativos e cartazes da campanha de hipertensão. Na Unidade Prisional de Itacoatiara – UPI, 88 reeducandos já participaram das palestras sobre o assunto –  53 tiveram a pressão arterial aferidas.

A atividade na UPI, contou com o apoio da coordenadoria do Programa Hiperdia do Município de Itacoatiara, que disponibilizou folders informativos e cartazes da campanha. O Médico da Unidade Saul Dennis, disse que a ação serve para conscientizar sobre a importância da doença e priorizar as medidas preventivas para evitar o surgimento da doença.

A gerente técnica, Maria Domingas Printes, destacou a parceria em conjunto com a equipe de enfermaria da UPI que tornou a ação eficiente e atingiu o que foi planejado.

“Foi uma oportunidade ímpar de falar desta doença que é silenciosa. Nossos enfermeiros esclareceram, inclusive, sobre o infarto do coração, AVC (Acidente Vascular Cerebral), insuficiência cardíaca e renal, algumas das consequências maléficas da hipertensão”, finalizou Domingas.

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