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Presos fazem primeiras provas do ano para redução de pena

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Aproximadamente 100 internos, do sistema penitenciário do Amazonas, farão provas escritas que poderá reduzir a pena em até quatro dias. O exame será realizado pela Escola de Administração Penitenciária com o apoio da Secretaria de Administração Penitenciária (Seap), e a cogestora das Unidades Prisionais, Umanizzare Gestão Prisional.

As quatro primeiras unidades que passarão pelas avaliações do Programa Remição de pela Leitura de 2018, serão: Instituto Penal Antônio Trindade (Ipat); Unidade Prisional do Puraquequara (UPP); Unidade Prisional de Itacoatiara (UPI) e Penitenciária Feminina de Manaus (PFM).

Os reeducandos, como são tratados os detentos, interessados em participar do Programa, recebem assistência pedagógicas e socioeducativas. Eles ganham livros e, após a leitura, são orientados a produzir uma resenha ou relatório sobre o que leram.  Outro critério utilizado para a avaliação será o conteúdo das respostas pertinentes à obra e a explanação verbal, que será utilizada como forma do interno exercitar a organização das ideias, expressão verbal e corporal, informou Valter Sales, coordenador regional da Umanizzare.

Dias Remidos  – Em 2017, tivemos 1.241 reeducandos (as) participantes do Projeto Remição pela Leitura  e aproximadamente 4.810 dias  remidos por meio da leitura, nas unidades do Amazonas.  Este resultado traz uma economia significativa ao Estado, já que cada dia remido é um a menos em que o reeducando permanece na unidade, gerando redução nos custos em alimentação, vestuário.

A previsão é que até o final de março todas as unidades operacionalizadas pela Umanizzare passem pelo mesmo processo para a remição de pena.

Remição pela leitura –  Recomendado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e previsto na Lei de Execução Penal (LPE), o Programa de Remição de Pena pela Leitura visa reduzir a pena dos internos utilizando obras literárias, “prática que tem se mostrado uma extraordinária ferramenta, também, para a melhoria do convívio interno nos presídios”, acrescenta Valter Sales.

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