Notícias

Promotora conhece Projeto Plantando a Liberdade e destaca importância da reinserção social de reeducandos

Compartilhe no Google+ Compartilhe no Pinterest Compartilhe no LinkedIn Compartilhe no Tumblr

No início do mês de junho, a Promotora de Justiça Tânia Márcia de Azevedo Feitosa visitou a Unidade Prisional de Itacoatiara e conheceu o projeto Plantando a Liberdade, iniciativa inovadora por meio da qual os reeducandos têm acesso a noções de plantio e cuidado com hortas. Além do caráter terapêutico e profissionalizante, o projeto tem assegurado o fornecimento diário de verduras à população carcerária.

“Qualquer curso, profissional ou não, ministrado aos presos enquanto cumprem pena servem como mecanismo de ressocialização para quando saírem do sistema prisional. Esses cursos proporcionam aos egressos condições para reintegração social”, afirmou a promotora. Ainda em sua visão, o projeto ajuda na na integração social dentro e fora do presídio. “A reabilitação social constitui uma finalidade do sistema de execução penal para que o condenado não volte a delinquir”, destacou.

Idealizado pela gerente técnica corporativa da Umanizzare Gestão Prisional, Sheryde Karoline, o projeto foi iniciado em 2015 em parceria com a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária – Seap, que autorizou a utilização de uma área contígua à unidade. Coube à gerente técnica Maria Domingas Printes do Carmo articular as parcerias necessárias à materialização do projeto, que passou a contar com o apoio do Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Amazonas\IDAM.

Inicialmente, quinze reeducandos aceitaram participar do curso de cultivo de hortaliças e assistiram à aula expositiva dos técnicos agrônomos do IDAM, João Nestor e o Sr. Raimundo Pascoal. “O projeto Plantando a Liberdade teve certa demora em sua implantação, por ser um processo delicado e pelas dificuldades de arranjarmos parceiros que quisessem participar dessa empreitada. Por se tratar de plantas é como se tratar e cuidar de um ser humano: devemos respeitar seu tempo, aceitação da semente, se vai brotar, crescer, até dar seus primeiros frutos”, declarou Domingas.

 

O projeto tem contado com total apoio do diretor da unidade, Antônio Enriques Cordeiro. No início, foi fundamental a participação do ex-diretor da unidade, Rosemir Borges, técnico agrônomo que acompanhou de perto o projeto e do diretor-adjunto, Marcel Borges de Amorin, que também deu sua parcela de contribuição nos cuidados com a horta, desde a preparação do solo até o plantio. Também auxiliaram para sucesso do projeto a colaboradora Adriane Ricardo, o gerente de unidade, Ivo Murilo e todo o corpo técnico, das áreas de manutenção, serviços gerais, e cozinha.

Publique um comentário